25 de janeiro de 2013

AVISO


Pessoas que me lêem, atentem neste aviso! 
Quando eu faço uma publicação sobre alhos e me comentam com bugalhos, ou seja, colocam um comentário sobre uma atividade comercial que estão a lançar e que nada está relacionado com o post que eu escrevi, esse comentário será apagado.


Não foi uma, nem duas vezes que isto aconteceu neste blog, eu deparar-me com comentários a fazer publicidade descarada sobre bandas de música, farturas, caricaturas e por aí fora. Eu compreendo que estamos numa altura em que todos temos que fazer pela vida, mas sejamos mais espertos, enviem-me um e-mail a explicar a vossa ideia ou façam de conta que até acharam o post engraçado ou pertinente e depois ponham o link da vossa mais recente atividade profissional. Sempre fica mais discreto...

Tal como a publicidade descarada será apagada, também serão apagados comentários parvos de anónimas desocupadas, para isso podem continuar a chamar-me "pindérica" na avaliação deste ou outros posts.

A gerência agradece.

24 de janeiro de 2013

para a franja perfeita



hahahahah....

23 de janeiro de 2013

tomem lá mais música



lovely*

22 de janeiro de 2013

Trova do Vento que Passa

Olhei pela janela e lembrei-me desta música...




Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
o vento nada me diz.
La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la, [Refrão]
La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la. [Bis]
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
[Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo 
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

a minha vista

as últimas cá de casa

vasco:
bebebebebeebebebebebebebebeebe
bababababababababababa
papapapapapapapapapaaaaaaa

leonor:
partiu os óculos do pai
partiu um batom de cieiro que estava quase novo e está neste momento em parte incerta...

eu:
rasguei o pneu do carro

pai:
engripado

os meus vizinhos:
ficaram sem as guardas de vidro das suas varandas. entretanto já sabemos que vem aí mau tempo outra vez...

21 de janeiro de 2013

Um e outra

Um começa a almoçar enquanto o outro almoço acaba de ficar pronto. Ela começa a almoçar e está ele no compasso de espera até que fique com sono. Já não aguento que ela acabe o almoço e ele vai fazer a sesta. Ela acaba de almoçar, trata da higiene e finalmente se deita. Mal ela pousa a cabeça na almofada oiço o outro a acordar da (mini) sesta.
Trago-o comigo e enquanto ela dorme tento cansa-lo para que daqui a nada o deite e quem saiba eu possa trabalhar uma meia hora...

19 de janeiro de 2013

Já dizia o outro...

... Quem sai aos seus, não é de Genebra :P


17 de janeiro de 2013

Carrossel - que prazer


O prazer de ver algo nosso concretizado é... UAU!


16 de janeiro de 2013

É pra chuva, é pra chuva!

Não é por estar um dia decadente que gente fica em casa ;)


15 de janeiro de 2013

a cabeleireira que há em mim - o regresso


Eu havia prometido à minha família que isto não voltaria a acontecer, mas, foi mais forte o desejo de pegar na tesoura e desatar a cortar cabelos infantis. Tudo começou pela manhã, quando após o banho, apanhei o mais novo a jeito e tau, uma tesourada nos cabelos de trás. Já estavam muito compridos, faziam rastas e estavam fraquinhos de tanto enrolarem na almofada. Após dias de hesitação, saquei da mini-tesoura-das-unhas e toca a desbastar a cabeça (mas só a parte de trás!!!). Ficou razoável, daqui a uns dias estará mais ajeitadinho, tenho a certeza.
Entretanto ao fim da tarde comecei a ficar com uma urticária e decidi que já não podia esperar por levá-la novamente ao cabeleireiro (a última vez foi em agosto...). O cabelo já estava demasiado comprido para o meu standard, à noite era sempre um tormento porque ela não o queria secar com o secador, eu acho que ela fica com frio por andar de cabelo molhado e a verdade é que eu continuo a achar o cabelo curto mais prático.
Comecei por sentá-la na sanita para cortar a franja (uns mm, ainda não desisti de a deixar crescer), ela sempre muito irrequieta a querer ver tudo e a tirar a franja dos olhos - mega-pesadelo. Depois achei por bem ir buscar a cadeira para ela ver-se ao espelho, molhei o cabelo e toca a cortar!!! Ela muito imexida e eu sempre a tesourar. No final ficou como eu queria, um corte assim meio à anos 70, que vem redondo da franja até à parte de trás. Acho que podem respirar de alívio :)))




13 de janeiro de 2013

e aos seis meses...


... temos o primeiro dente!!! Ainda não acredito a 100% porque não o vejo, mas já lá passei com o dedo, fiz uma ligeira pressão e senti uma pequena "faca", um incisivo inferior - FOFOOO!
Agora a parte extraordinária da coisa! Há dias, mesmo antes do ano novo, demos um salto à praia, foi coisa pouca, tirámos uns retratos, apanhámos uma brisa gelada, quase vimos o pôr do sol e viemos embora já de lábios azuis.
Diz a minha avó, que a praia puxa os dentes dos mais pequenitos e a verdade é que connosco é a segunda vez que isto acontece. A Leonor teve o seu primeiro dente aos 11 meses, isto depois de termos ido à praia com ela (pela primeira vez) poucos dias antes. Coincidência ou não, agora aparece-me este cromito com um dente após o mesmo passeio, cenas!!!


11 de janeiro de 2013

os manos - janeiro

em jeito de mais um desafiozito fotográfico, vou tentar fotografar os manos juntos todos os meses. Acreditem que nem sempre consigo, infelizmente... não me vou comprometer com datas, vou apenas tentar juntá-los :)


Janeiro 2013 - tenho fotografias melhores, mas são digitais a 100%, prefiro estas só porque são analógicas
ela 3 anos e 5 meses; ele 6 meses.

(fotografia de rolo, Fujicolor Superia X-TRA400; objetiva 50mm - 1.4f)