17 de abril de 2014

um resumo do nosso último fim-de-semana

Há muito tempo que não tínhamos um fim-de-semana tão fotogénico, estivémos em muitos sítios e o bom tempo proporcionou momentos fantásticos. Vou tentar fazer um apanhado sem querer dar-vos uma grande seca :) fica o registo, basicamente é isso.


Na sexta-feira ela não foi à escola. Não me apeteceu mandá-la e como tinha alguma folga no trabalho pude passar mais tempo com ela e divertimo-nos um bom bocado. Durante a manhã ela esteve no nosso escritório, entretanto aproveitou para ir brincando com aquilo que estava mais à mão :)


Ao almoço fomos experimentar um restaurante de sushi que abriu há pouco tempo. Nós não somos propriamente uns grandes conhecedores da arte de bem apreciar sushi, no entanto, as poucas experiências que temos tido, têm sido muito agradáveis. Gosto das "peças", das cores, do sabor suave-forte e das peripécias que envolve comer com os pauzinhos. O mais fixe disto tudo foi obviamente, levá-la e ver a sua reação a uma forma tão diferente de apresentar e comer um almoço. Ela era a única criança do restaurante, note-se.


Adorou o aspecto, super colorido da comida e estava mesmo muito entusiasmada em dominar os pauzinhos. 


No início estava a gostar, comeu uns mini crepes e miso à entrada, correu tudo super bem. As primeiras peças de sushi também correram bem, no entanto tudo caiu por terra quando sem querer meteu na boca um bocado de wasabi, puro... a partir daí já não quis comer grande coisa, felizmente foi já na recta final.

O dia seguinte começou no jardim dos avós, no meio das couves, favas, flores e fruta. O tempo estava tão bom que até houve lugar a calções!!



Depois demos um salto a Viana, onde visitámos pela primeira vez o parque infantil da beira rio, numa envolvente muito descontraída, bem no centro da cidade e com muito espaço para as crianças e adultos correrem, brincarem e praticarem algum desporto. Gostámos imenso, havia bastantes brinquedos, adequados às mais diferentes faixas estádias e as crianças podíam dispersar e ter uma escolha mais ou menos alargada. Muito porreiro e muito recomendável, porém não há wc de apoio.




No fim de tanta brincadeira fomos recuperar as calorias perdidas no Natário, pedimos umas bolas e pronto, palavras para quê...


Ainda tivemos tempo para dar mais uma voltinha e apreciar o decor pascal, as miúdas adoraram a passadeira roxa!


No domingo fomos até aos campos. Foi tão, mas tão bom. Ver a alegria das miúdas, a liberdade delas,  quanto mais tempo tivéssemos mais elas correriam. Mal viam uma cerca de pedra, procuravam logo a entrada, se esta não estivesse logo à vista, saltavam o muro e toca a correr, correr, correr.... 








Tão crescidas...
Minhas queridas.

16 de abril de 2014

porque eu sou uma pessoa do século passado



eu tive um walkman sony igualzinho :DDD
de facto, puxar a fita para trás e para a frente até acertar na música era por vezes um bico de obra.
tão queridos :D

daqui

15 de abril de 2014

um filme sobre o vício de ser blogger

American Blogger Official Trailer from Chris Wiegand on Vimeo.

Eu cá gosto imenso, tanto daquilo que partilho, porque é o meu escape, a minha "hora da novela"; como gosto de ler e descobrir tantos e tantos outros blogs.
Uma vez blogger, para sempre blogger, que isto é mesmo um vício!

Visto no face da mariana sabido.

13 de abril de 2014

15/52 de 2014

Este fim-de-semana foi tão recheado de coisas boas e momentos bonitos que tive muita dificuldade em escolher uma fotografia, sobretudo a dela. Saímos da nossa cidade e parecia inverno, chegámos ao  Minho e parecia um autêntico verão. Belos dias!

Eles: Fomos apanhar laranjas para o almoço. O Vasco acho o máximo, pensou imediatamente que eram bolas espetaculares que davam em árvores e era só puxar.

Ele: Depois da sesta fomos a Viana do Castelo e experimentámos um parque infantil muuuuito fixe! Aqui o Vasco ainda estava na fase de espanto e observação. (e finalmente estreámos a tee mais gira!)

Ela: fomos com as primas passear para o campo e dentro de vários momentos escolhi este por ser tão sereno e belo. Tudo parecia estar a combinar.

Ela e a prima grande, livres e em êxtase após as termos autorizado a entrar em campos alheios. Como é bom ser criança!!!

"a portrait of my children, once a week, every week, in 2014"

10 de abril de 2014

dia dos manos - eu é que sou a mana mais velha!


:D

Hoje experimentei uma coisa nova!

imagem daqui

Eu não sabia que o ballet para adultos existia, nem tão pouco que seria possível alguém com zero experiência desportiva ou de dança pudesse tentar esta atividade.
Inspirada e motivada pela minha amiga (e ex-colega de trabalho) Sofia, perdi a vergonha e fui experimentar uma aula. Não sou um "caso perdido", mas tenho um longo caminho pela frente sobretudo por estar 6 meses atrasada em relação às outras colegas.

Bem sei que foi só a primeira aula, mas a sensação de se experimentar algo pela primeira vez, quebrar as nossas próprias barreiras, investir um par de horas em nós, faz toda a diferença. Se puderem façam algo pela primeira vez o mais depressa possível.

Obrigada Sofia pelo encorajamento!

6 de abril de 2014

14/52 de 2014

Ela: adoro quando ela se senta e desenha, desta vez esmerou-se e fez umas tulipas :)

Ele: tem andado constipado e dormido muito mal. Depois da sesta foi-se deitar no sofá com o cão grande num momento Theo and Beau, tão queridos.

Eles: haveria de chegar o dia em que ela se fosse meter na cama dele e que ia ser uma maluquice pegada - hoje foi o dia. Começa a ser urgente tirá-lo do berço, ele só quer fazer o que ela faz, só espero que não se atire já da cama...

"a portrait of my children, once a week, every week, in 2014"

5 de abril de 2014

Smells like teen spirit

Porque hoje é dia de recordar outros anos.

4 de abril de 2014

música para o fim-de-semana



lovely

3 de abril de 2014

Para o fim-de-semana


No dia dos namorados um amigo meu surpreendeu-me oferecendo-me esta sua máquina. Eu já a tinha experimentado há uns anos e na altura achei um desafio e tanto. Agora a máquina é minha e estou pronta para ficar cheia de dores de cabeça por usá-la :D
Concentração máxima!!

2 de abril de 2014

estou a fazer progressos no meio dos retrocessos


Há quase duas semanas levei-a ao ballet como o costume, mal entrámos no carro disse-me que não queria fazer a aula. Não dei grande importância. Quando já estávamos no balneário voltou a dizer que não queria fazer aula, que preferia ir-se embora e ficar comigo,... 
A minha primeira reação foi de ficar irritada, tentei convencê-la, distraí-la, mas aos poucos libertei-me e pensei para comigo que o que eu estava a fazer não fazia sentido nenhum. Naturalmente que devemos encaminhar os filhos para aquilo que temos a certeza que os faz feliz, e o ballet fá-la imensamente feliz, mas pensar que estamos a desperdiçar dinheiro numa aula que não é feita também nos cruza o pensamento. E se ela nunca mais quisesse ir ao ballet? Quanto tempo devemos insistir com a criança para ela fazer aquilo que nós queremos? Deveria eu forçá-la até às lágrimas (algo que se vê com frequência)? Naquele quarto-de-hora passaram-me várias coisas pela cabeça e por fim cedi ao pedido dela, sem nunca lhe ter ralhado ou lhe dizer algo que a fizesse sentir remorsos. A última coisa que eu queria era que ela ficasse cismada e nunca mais quisesse fazer algo que gosta tanto.

Na semana passada regressámos à escola e tudo aconteceu como sempre, com o entusiasmo do costume ela vestiu-se e foi a correr para a aula. Senti um grande alívio, ela continuava a gostar da dança e o episódio anterior foi apenas um percalço, uma indisposição.

No meio disto vejo que eu ando a fazer pequenos progressos, tento ser mais flexível e arranjo maneira de resolver estes conflitos de forma mais pacífica tanto para mim como para ela (e todos). Acima de tudo quero que os meus filhos saibam que podem sempre contar com a minha opinião, seja ela positiva ou negativa; quero que me digam sempre, e sem medos, o que querem ou não querem fazer. O meu objetivo é que eles tenham a noção que eu posso autorizar e não autorizar determinada coisa e que vale sempre a pena pedir, porque a sorte pode efetivamente estar do lado deles.



Estas fotografias nada têm que ver com o acontecimento do ballet, no entanto, eu fui com a minha filha dar uma volta numa montanha-russa (basicamente empurrei-a para o desconhecido). Eu sabia que ela ía ter medo quando terminasse a primeira volta e isso aconteceu, mas nesse momento eu fiz-lhe ver que estava tudo bem e que ela podia contar comigo, que devia confiar na minha palavra. No fim da viagem ela estava um ligeiramente "aterrorizada", mas depois fomos dar uma volta e ela distraíu-se. Já em casa disse-me "mamã quando é que voltamos à lagartinha?" - alívio!!. Confesso que fiquei ligeiramente preocupada por ter insistido em levá-la à montanha-russa (era pequenina, vá), mas tal como na situação do ballet, eu tinha a certeza absoluta que no fim, ela iria adorar. E de facto adorou.

Missão cumprida!
:)

1 de abril de 2014

o carro - como um objeto se transforma


Há já muito tempo que não escrevo sobre o carrinho dos meus filhos, pensava eu que este texto seria o último e na altura escrevi-o em jeito de conclusão. A Leonor usou carrinho todos os dias até aos dois anos e meio, nessa altura a nossa rotina diária era muito diferente de agora, fazíamos tudo a pé num raio de 500m se tanto (escritório-casa-berçário) e o carrinho tinha uma utilização a 100%. Nesta altura optámos por desabituá-la do carrinho porque em breve nasceria o Vasco e ele é que iria usá-lo sempre, então o carrinho foi durante uns meses para a garagem e ela passou a andar sempre a pé (salvo raras excepções).
Pouco depois do Vasco nascer a nossa vida deu uma grande reviravolta e passámos a fazer as nossas rotinas de automóvel. A partir deste momento a utilização do carrinho diminuiu drasticamente; deixámos de o usar porque simplesmente era demasiado grande/pesado para aquelas manobras que deveriam ser rápidas e simples, tais como meter e tirá-lo da bagageira. Optámos por transportá-lo ao colo ou no sling nos metros que separavam o estacionamento da nova escola e o carrinho passou a sair de casa quando sabíamos que íamos percorrer maiores distâncias a pé.
De momento o carrinho está "estacionado", aguarda um dia de passeio mais demorado, no entanto e com o Vasco quase a fazer 2 anos (CREDOO!) começo a achar que serão já muito poucas as vezes em que o iremos usar. A bem da verdade, estamos numa fase de transição, em que queremos que ande sempre a pé, ou o máximo possível, claro.
Isto tudo para reforçar que a escolha de um carrinho está definitivamente ligada ao nosso estilo de vida. Se antes tínhamos uma rotina muito pedonal, o carrinho robusto fazia todo o sentido; agora a nossa rotina é mais à base do automóvel, aí já vale mais a pena um carrinho que encolhe muito e que seja mais levezinho, próprio para percursos curtos do tipo escola-estacionamento. Mas aí coloco a questão: seria esse carrinho (pequeno), resistente o suficiente para abrir e fechar todos os dias durante 5 anos? O nosso continua espetacular, é um facto.