27 de agosto de 2014

momentos do Minho

Estivemos uns dias no Minho, com os avós, demos umas voltas, tínhamos alguns planos mas um ou outro ficaram adiados para outras férias. Por estarmos muito próximos de Viana do Castelo, fomos até lá algumas vezes, mas também fomos a Braga, cidade que eu ainda não conhecia à excepção do Bom Jesus.

Mesmo não sendo frequentadores de missas e afins, ocasionalmente visitamos igrejas para as mostrar às crianças, elas fazem perguntas, acham determinados pormenores curiosos e gostam sempre de percorrer os espaços com algum alarido à mistura.

Ela ficou intrigada com as velas elétricas...

O santuário de Santa Luzia conquistou pelas luzes coloridas dos vitrais. 

A cidade de Viana é muito gira, em cada ruela vemos pormenores que nos fazem parar um bocadinho, nem que seja para ver a diferença entre os canários.

Para fugir à rotina do dia-a-dia, gostamos muito de sair à noite com as crianças. Apesar destas saídas terem muitas vezes consequências dramáticas (muuuuitas birras a todas as horas) a alegria de os ver desfrutar da cidade iluminada vale bem a pena.



E fomos até Braga, primeiro ao cimo do Bom Jesus, depois até à cidade cá em baixo. Eu gostei bastante, o centro pareceu-me bem arranjado, tinha edifícios bonitos, alguns abandonados claro, mas também bastantes recuperados, o que é sempre bom; vimos muitas esplanadas e ruas cheias de gente, praças e parques infantis concorridos, tudo coisas que assim à primeira tornam a cidade muito apelativa para viver!



Aproveitámos o balanço e até andámos no comboio turístico, onde ela meteu conversa com uma rapariga que andou um bocadinho connosco à guna ;)

E voltámos a Viana e tudo foi à volta da romaria. Ele eram os trajes...

... a música 

... o cortejo... 

... a multidão. 

Muita excitação. 

A marcação à senhora das pipocas e do algodão doce. Sem sucesso às 22:30. 

Elas muito atentas a ver o espetáculo de rancho. 



No dia seguinte regressámos à cidade apenas os 3, aproveitámos a sesta dele e fomos calmamente lanchar a um café novinho em folha, cheio de coisas boas mas boas. Ela adorou e nós também! Para mais informações vejam em Casinha Boutique Café.




Algumas ruas mais adiante, parámos na Objectos Misturados para trazer algo especial connosco. A loja é uma perdição, cheia de livros, brinquedos, acessórios e peças de autor, enfim... fomos lá duas vezes e não conseguimos sair de mãos vazias!

Os bichos da Marlene junto daquele prato que eu cobiço quase todos os dias...

***

E assim foram as férias, curtas mas cheias de coisas boas, como sempre. Os miúdos divertiram-se imenso, viram coisas novas, andaram entre o super excitado e o super irritante, mas também isso faz parte.

24 de agosto de 2014

34/52 de 2014

Esta semana que passou estivemos pelo Minho, na casa dos avós, aproveitámos para dar uns passeios, brincar muito no jardim, ouvir muita música popular e ver coisas novas.

Ela: fomos ao Bom Jesus de Braga e acabámos por dar um passeio de barco no lago romântico, ela sentiu-se uma pirata e disse-o várias vezes. Nos seus olhos as histórias já corriam soltas...

Ele: Numa das vezes que estivemos em Viana do Castelo, passámos ela feira de artesanato e ele apaixonou-se pelo bombo, foi com pena que não o trouxemos, mas fica para uma próxima vez!

Eles: Sem dúvida que os segundos filhos levam uma rodagem de eventos muito maior do que os primeiros. Se alguma vez eu pensei levar a minha filha de 2 anos para um desfile à noite de bombos, cabeçudos, rancho e bandas de música, só poderia estar a delirar. O facto é que o nosso mais novo, com 2 anos já foi a este desfile, à maior romaria de Portugal e estiveram os dois muito atentos e muito participativos (cada um à sua maneira), adorando cada momento. Foi uma noite de arromba e as férias são para isso mesmo!

17 de agosto de 2014

33/52 de 2014




Ela: estar com a prima é tudo o que ela quer, passou o dia em que quase não falámos, andou solta e sem regras... é do verão.

Ele: depois de dormir foi correr e gritar para o campo e futebol.

Eles: fomos aos carrosséis e aos balões, só isso já seria motivo de excitação, termos ido à noite tornou a coisa para lá de espetacular.

15 de agosto de 2014

5 anos!

E o 15 de agosto nunca mais foi o mesmo.


Este ano, celebrámos os 5 anos da riqueza mais velha, nos avós do Minho e foi um dia super animado, uma excitação que começou de madrugada e foi quase até à hora de jantar. Muitos foguetes, muita gritaria, muita choradeira, muita maluquice, muito riso, uma festa a valer!!!
Pela primeira vez fiz uma festa temática, claro que só podia ser o Frozen, que é conversa cá em casa todos os dias desde Dezembro. Comprei uma saia cheia de gelados da Cherry Papaya e mandei estampar uma t-shirt para cada um dos miúdos e foi logo a loucura número 1, tivemos que tirar uns retratos em vários sítios, inclusive na procissão cá da terra porque em dia feriado tem que haver procissão!
Depois fiz um magnífico bolo de chocolate (onde usei um Lindt 70%), fiz uma cobertura imaculadamente branca com marscaponne e polvilhei com côco ralado para dar um ar de serra nevada. Para rematar, recortei as manas Anna e Elsa e espetei-as - SUCESSO!
Para animar ainda mais o panorama, uma amiga nossa da Happy - Brindes & Festas, ofereceu pompons e uma pinhata em forma de prisma tudo nas tonalidades geladas. Tudo feito em segredo das miúdas mais velhas, porque as crianças mais pequenas não sabem bem explicar o que estão a ver, portanto, tudo certo! Quando elas apareceram foi uma confusão, nem sabíamos se cantávamos os parabéns ou se íamos tratar da pinhata :D

















Por fim, resumindo e concluindo, a festa foi um sucesso, as crianças chegaram ao fim do dia completamente sideradas, fritaram-nos a paciência com muitas birras, mas o que realmente interessa é lembrar as caras de espanto que foram fazendo ao longo do dia.
Vale mesmo a pena!!!!



A todos que se lembraram de nós, o nosso muito obrigado***

À menina que nasceu no mesmo dia e no mesmo ano da Leonor, os nossos parabéns :) (a mamã é nossa leitora)

10 de agosto de 2014

32/52 de 2014

Ela: um amigo nosso deu-lhe cromos da caderneta do filme Frozen, são o maior tesouro que ela tem e colou os favoritos na cadeira dela.

Ele: o papá apareceu de mota e ele não descansou enquanto não subiu ao guiador. Subiram... :)

Eles: duas horas de pura adrenalina no parque rematadas com uma boa bica de água.

"a portrait of my children, once a week, every week, in 2014"

8 de agosto de 2014

eu, a inocente

Detesto fazer figura de parva, e há dias caí numa conversa que me irritou profundamente, não pelo tema em si, mas porque eu já devia ter juízo e não dar conversa a estranhos. Apenas partilho isto porque ainda estou irritada e porque existe a possibilidade de alguém passar pela mesma situação que eu e assim, ficam avisados.

Ligaram-me de Lisboa, uma Dr.a Fulana de Tal a dizer que era do Instituto Nacional de Bem-Estar ou algo parecido. Estavam a fazer um estudo nos 18 distritos de Portugal para averiguar se uma notícia da TVI ou Correio da Manhã (devia ter desligado aqui) teria um fundo de verdade. A notícia era sobre a existência de fármacos na rede pública de água. Mandariam um técnico a minha casa, a custo zero, faria alguns testes à água, meia dúzia de perguntas e em troca, como agradecimento, deixariam ficar um redutor de água. Autorizei a vinda do técnico, porque afinal, era um tema que me pareceu credível e acho importante ajudar quem anda a fazer estudos.

Veio o Técnico, em plena hora de ponta cá em casa e com uma visita para jantar. Pediu copos para amostras de água (da torneira, da torneira fervida, do garrafão) e lá começou a fazer os testes... Entre dar banho às crianças e pôr o peixe a grelhar, ia respondendo às perguntas e vendo resultados assustadores sobre a qualidade da água da minha torneira. Ele era metais pesados, ele era matérias orgânicas e coitadinhas das crianças, e que na freguesia vizinha era o terror,... enfim, eu já estava a ficar um pouco assustada com tanta informação, mas depois perguntei-lhe pelos critérios que se referiam à pesquisa dos tais fármacos. O Técnico não sabia do que eu estava a falar, tentou disfarçar e lá disse que seria possível evitar aquelas matérias terríveis com o uso de alguma tecnologia disponível, comecei a ficar irritada. Neste momento, o meu marido e o Técnico sentaram-se à mesa a analisar tabelas e eu entre os miúdos, a minha amiga e preparar uma salada, percebi que a Dra. Fulana de Tal estava ao telefone com o Técnico a sugerir (impingir) a compra de um filtro porque coitadinhas das crianças, éramos um agregado prioritário perante tamanha podridão que saída da torneira da cozinha!!!
Virei-me secamente para o Técnico e disse-lhe que "Nós não vamos comprar nada." e continuei a pôr a mesa, pratos, talheres... A conversa ao telefone terminou e após o meu marido também ter informado que não iríamos adquirir nada, eu perguntei ao Sr. Técnico se já tinha feito todas as análises que queria, ao que me disse "Sim, já!" "então pode arrumar a sua mala e adeus que vamos jantar."

O homem arrumou as trouxas com a velocidade que pôde, adeusinho e passe bem e nunca mais me apareçam à frente a falar de estudos, nem dados estatísticos. Acho isto uma tristeza, como fui eu cair nesta conversa?? Há uns anos entrei na mesma cilada, a das viagens, mas também nunca comprei nada, saí no momento em que me falavam de compras e outras ofertas. É que nem lhes digo mais qualquer palavra, viro costas e desapareço.

Fui investigar o tal Insituto, não existe.
Soubemos também que a DECO está cheia destas reclamações - ler esta notícia.
Enfim, fui uma tontinha, achei que sinceramente estavam a fazer algo com pés e cabeça e agora nunca mais me peçam ajuda para nada, cambada de mercenários.

É nunca dar conversa a estranhos, mesmo!

4 de agosto de 2014

31/52 de 2014




Ela: uma manhã inteira a brincar com barriguitas giras da nossa amiga noiva.
Ele: a excitação de uma piscina grande, no NaturWaterpark em Vila Real, pena o tempo não ter estado mais estável.
Eles: a loucura na nossa varanda continuou durante esta semana.

"a portrait of my children, once a week, every week, in 2014"



Esta semana terminou com uma ida a Trás-os-Montes; uma amiga nossa casou-se e pela primeira vez fomos todos em comitiva para esta região. A viagem teve um impacto grande neles, sobretudo nela. Ela adorou a paisagem, tão diferente do nosso habitual, tão acidentada; os procedimentos para preparar uma noiva também a deixaram extasiada! Infelizmente tirei-lhes pouquíssimas fotografias, não tive tempo, foi tudo muito corrido, tão depressa chegámos como nos viemos embora, ainda assim, fica a promessa de voltarmos com mais tempo para explorar melhor a cidade de Bragança e as aldeias circundantes.

- Mamã, quero voltar para trás, não gosto destas alturas. (em plena auto-estrada)
- Sabes C., quando eu casar também vou estar muito nervosa!
- Estes montes parecem de ouro...
- Mamã, cá em Aveiro já não há aquelas montanhas! (ao acordar já perto de casa)