22 de fevereiro de 2015

8/52 de 2015


A semana 8 foi muuuuito boa! Tivemos o carnaval, mas as fotografias que lhes tirei apaguei sem querer (que amadora...) as outras estão no rolo que ainda vai a meio, portanto terei de esperar para ver os resultados.


Calhou também nesta semana a aula aberta da escola de ballet; comparando com o ano passado, as meninas estão mais focadas, mas altas e mais rigorosas nos movimentos, mas também se divertem muito e isso é o mais importante.


Depois do ballet foi tempo de preparar uma pizza caseira, com direito à introdução à utilização da faca de gume afiado. Ela saiu-se muitíssimo bem, puxou claramente o pai!


O nosso domingo foi fantástico. Com os avós do minho combinámos um almoço surpresa ao papá, tive pena de não lhe ter fotografado a cara de espanto quando ele chegou à sala e viu toda a gente pronta para um dia em família, com bolo, passeio de moliceiro e muita brincadeira à mistura.



Pela primeira vez (parece impossível!!!) conseguimos juntar os 4 primos, uau :D


inspirado na Jodi

18 de fevereiro de 2015

Dia de festa!


E para fazer uma bela festa, bastam quatro cromos!





15 de fevereiro de 2015

7/52 de 2015



Apesar de estarmos em plena época carnavalesca, saímos hoje à civil, o frio e a ameaça de chuva não nos convenceram a pôr os nossos melhores fatos, por isso, compensámos o corpo e o espírito com uma bela tripa de chocolate.
Foi a primeira tripa deles e por momentos fez-se silêncio para saborear esta lambarice de beira de estrada.

inspirado na Jodi

66 meses


Hoje ela faz 5 anos e meio, o meu primeiro bebé, como é que chegámos até aqui? Que rapidez! Os dias passaram tão rápido desde o dia em que ela nasceu que sinceramente, quase nem demos por isso. A partir de hoje ela vai oficialmente "a caminho dos seis", já não podemos dizer que "fez cinco", não... agora dizemos "ela vai fazer seis em agosto" e de seguida vai para a escola primária.
Com cinco anos e meio está muito astuta embora nos engane com o seu ar aluado. Ouve o que se passa, mas não olha, passa por nós sempre a correr e a saltar, continua a gostar dos seus momentos de silêncio, a sós consigo mesma, mas gosta muito de chamar o irmão e fazerem corridas juntos, enfiarem-se no roupeiro e cantar o "brilha brilha estrelinha" aos berros, de preferência.
Adoro sair com ela, independente do sítio onde vamos, tenho de responder a inúmeras perguntas sobre o que estamos a ver, comprar ou seja o que for, é sempre muito bom e ela porta-se lindamente em todos os sítios.
Durante a semana  começa a ser difícil tirá-la da cama, mas ao fim-de-semana nem por isso. Sinto-lhe aquela eletricidade nos olhos que me diz que quer fazer coisas, desde fazer bonecas de papel, ou andar de bicicleta, ver bonecos a tarde toda enrolada na manta com os peluches mais queridos. Adora fazer bolos comigo e rapar as colheres, taças e demais utensílios, sobretudo se a massa for de chocolate!
Começa também a perguntar-nos sobre coisas do passado, sobre as férias no Algarve, ou quando fomos à neve e ficámos num hotel, o zoológico ou o oceanário, que temos de voltar e mostrar tudo ao Vasquinho! Cada dia ela demonstra mais prazer em ser a mana mais velha, guia o irmão, explica-lhe que o dia é diferente da noite, conta-lhe histórias e ele também se diverte em ser o irmão mais novo...

Iniciámos agora uma espécie de count-down para o fim dos dias descontraídos, sem trabalhos de casa, sem horários, com a possíbilidade de não ir à escola porque dormiu menos do que seria suposto. Se por um lado tenho pena do fim da "primeira infância", também vejo com entusiasmo a chegada da nova fase, vê-la descobrir o mundo lendo tudo o que está disponível, perceber melhor o que se passa à sua volta, tomar decisões e lidar com as frustrações próprias de quem está a ser avaliado ou julgado pelos seus pares.
Desde que os seus olhos continuem a sorrir, por mim, está tudo bem, que não preciso de mais nada.

Mas são cinco anos e meio...

11 de fevereiro de 2015

gosto

8 de fevereiro de 2015

Sob aviso amarelo


Quando estamos por casa ao fim-de-semana e calha de estar sol, começa-me logo a dar a urticária de querer saír. Acho um desperdício ficar entre quatro paredes quando temos tão boas opções ao ar livre. Achava eu que isto aliviava quando estivéssemos numa casa maior, no entanto, a coisa mantém-se. Pouco depois do mais novo acordar da sesta, consegui convencer toda a gente a ir até à praia, mesmo com um frio que não convidava nada e já tão perto de anoitecer.


Com gorros, meias duplas, calças duplas e casacos fechadíssimos lá fomos nós para a beira-mar respirar um pouco de ar fresco, tão fresco que até estava o continente em alerta amarelo (que exagero!!). Estava de facto um fim de tarde fantástico e aquela hora passou a voar, as crianças brincaram imenso e nós pudemo-nos sentar um bocado a apreciar tudo o que ia acontecendo.




As fotografias não enganam, aquela nuvem gigante por cima das nossas cabeças criou um filtro roxo fantástico e os miúdos não ficaram indiferentes ao que estava a acontecer.



Até cantaram os parabéns ao mar "que está tão lindo, mamã!".


Pela primeira vez viram um pôr-do-sol, parece mentira, mas é verdade. No verão o sol põe-se tão tarde que nunca deu muito jeito ficar até essa hora, no inverno nunca tínhamos enfrentando o frio como deve ser para aguentar mais de meia hora ao vento. Desta vez, não havia vento e estava tudo a nosso favor. A Leonor cada vez tem mais curiosidade sobre o universo, os planetas, o espaço, o que está para além do espaço, porque fica noite, porque fica dia, para onde vai o sol,... as perguntas são infinitas (como o espaço). Eu já tinha explicado que o Sol põe-se no mar que vai iluminar outros países e que isso acontece porque a Terra gira, mas na verdade, acaba por ser tudo muito abstrato. Ver o sol pôr-se literalmente no mar foi uma emoção. À medida que o sol cortava a linha do horizonte eu tirava fotografias próximas para eles verem com calma o que acontecia. Quando o sol desapareceu foi o delírio e disseram adeus e "até amanhã".




Regressámos a casa e lá continuava a nuvem gigante e eles maravilhados.
Nada mais simples. Nada mais eficaz.

7 de fevereiro de 2015

6/52 de 2015

Se eu pego na câmara, ele tem logo de fazer igual... estes homens não podem ver uma miúda gira.

inspirado na Jodi

5/52 de 2015


Cada vez mais companheiros de brincadeira.

inspirado na Jodi

31 de janeiro de 2015

uau!!

29 de janeiro de 2015

do entusiasmo

O meu maior defeito (um dos, vá) é o Entusiasmo. Quem me conhece há uma vida sabe do que falo, sabe que não estou a mentir quando frito a paciência de quem está à minha volta com as minhas preferências do momento. Não me recordo de ser assim na infância, no entanto, quando cheguei ao 5º ano não larguei o meu livro de educação musical enquanto não aprendi a tocar flauta corretamente. Andei naquilo algumas semanas e quando já dominava as notas principais comecei a praticar as músicas básicas, dali até ir tocar para o coro da igreja foi um tiro. Durante um ano inteiro fui a ensaios, pratiquei imenso em casa, fui a muita missa e dei secas a toda a gente lá em casa. Quando me  dei conta passei para o órgão, pedi aos meus pais que me inscrevessem numa escola de música, comprei alguns livros do Eurico Cebolo e toca de praticar e pedir um teclado para o natal ou aniversário, que já não me recordo. Ainda demorou uns anos até me passar este entusiasmo de horas e horas a praticar as Danças Húngaras e composições de Bach com claves de Sol e de Fá tudo junto...
Depois da música segui-se a pintura, depois veio a fotografia, depois os Bonsai e os cactos tudo fruto de coisas que eu aprendia na escola ou meros acasos como pessoas que cruzaram a minha vida e que de uma forma ou de outra me influenciaram. Embora reconheça que as minhas preferências andavam (e andam) mais pelo campo artístico, de há algum tempo para cá, o desporto tem despertado cada vez mais a minha atenção. Já aqui escrevi no ano passado, que nunca fui de corridas, que nunca gostei de educação física, que não tenho sequer fatos de treino ou roupa desportiva que se apresente, no entanto, gosto de ver algumas modalidades na TV, por exemplo ginástica, natação e atletismo, gosto nos outros e sei apreciar um exercício bem feito.
Depois de uma ligeiríssima incursão no universo das corridas/caminhadas e de algumas idas ao ballet para adultos, eis que me debruço agora no ciclismo, senhores. Comprei a minha bicicleta há uns 8 anos, ainda éramos solteiros e sem filhos e um dia acordei achei que devia ter uma bicicleta para dar umas voltas. Dei duas e depois exilei-a no Minho, na casa dos meus sogros. Vejam bem, que entretanto já casei, tive duas lindas crianças e a triste bicicleta pendurada na garagem e eu a ignorá-la. Mas agora isto acabou, caros amigos e familiares, resgatei-a há dias e já comecei a pedalar pela cidade e até agora não caí, não me espetei em nenhum carro e já comecei a espalhar o meu entusiasmo do momento :D


Felizmente moramos numa cidade muito jeitosa para o ciclismo, que já tem algumas ciclovias e onde cada vez são mais os ciclistas que andam por aí. A nossa rotina agora passa por deixar as bicicletas no escritório e usá-las para ir a casa almoçar. A distância não é muita, no entanto o caminho é muito agradável e sobretudo fácil e seguro de fazer. Para ajudar à festa saquei logo uma app para ver se faço progressos e para aferir ao certo as distâncias que vou percorrendo. A aplicação Endomondo é muito intuitiva, tanto no site como no telemóvel é possível escolher uma entre muitas modalidades de exercício, cronometrá-lo e saber uma série de informações curiosas sobre o nosso desempenho mas também sobre o percurso em si. É possível também partilhar com os nossos amigos os nossos progressos, desafiá-los e fazer percursos já realizados por eles, parece-me muito porreira!
https://www.endomondo.com


Resta agora saber até quando dura este entusiasmo ;))

27 de janeiro de 2015

27.01 - 70 anos



O mais extraordinário é saber que alguém pensou nisto ao pormenor e que esse alguém, um dia, foi uma criança que brincou e foi inocente.

70 anos da libertação de Auschwitz.

25 de janeiro de 2015

4/52 de 2015

Estive com eles por casa metade da semana, primeiro um depois a outra, nada de especial, apenas noites mal dormidas por causa das tosses e dos ranhos próprios da época. Viram TV, desenharam e brincaram muito no chão, eu vi o trabalho acumular mas nada que depois não se resolvesse mais para o fim da semana.

inspirado na Jodi