22 de março de 2011

O tempo não estica

Que o tempo não estica, não é novidade para ninguém, talvez mesmo para os mais desocupados. Trabalhar, criar uma criança, gerir um lar-doce-lar e ainda estar com a família em paz e sossego é uma tarefa por vezes complicada de gerir. Desde início de Dezembro que ando nesta nova vida, independente de horários e sistemas empresariais, comboios, cantinas, regras e justificações parolas. Nesta nova vida, o tempo passa a voar, as preocupações são de outro calibre e temos responsabilidades muito sérias. Dou por mim a desejar que a semana tivesse pelo menos mais um dia, ou que os dias tenham mais de 24 horas, e isso já não me acontecia há muito, muito tempo.
Com tanta azáfama ainda me ocorre pensar naquelas mulheres ou homens, que fazem tudo isto sozinhos. Mães solteiras, pais solteiros, sem familiares ou amigos a quem possam recorrer, com patrões inflexíveis, com estilos de vida inacreditáveis. Sim senhor, dou-vos os meus parabéns! Se esta vida é difícil e cansativa tendo parceiros de equipa, nem quero imaginar ter que passar por todas as minhas rotinas sozinha. Conheço algumas pessoas que são verdadeiras campeãs na finta do destino e o mais fantástico é que por mais fintas que façam, nunca tiram o sorriso da cara! É de valor!

2 comentários:

A mãe que capotou disse...

Penso muitas vezes nas mães/ pais que educam os filhos sozinhos. Que loucura que deve ser !

Heidi disse...

"verdadeiras campeãs na finta do destino (...) nunca tiram o sorriso da cara" - TRUE!

essas pessoas só me fazem lembrar nos queixumes parvos que temos e ouvimos dos outros quase sempre ;)

são uma inspiração