3 de dezembro de 2012

o fim da licença


E pronto, numa virada cheguei ao fim da licença de maternidade, felizmente já não tenho que escrever um texto parecido com este, hoje continuo por casa a fazer o que estava a fazer na sexta-feira passada: cuidar e trabalhar. Nada na minha rotina se altera apenas a procedência da remuneração. O desafio que se segue é ver como nos aguentamos sem creche até ao primeiro aniversário do Vasco.
Ter mudado de vida trouxe pelo menos duas coisas positivas a este bebé, pôde ser amamentado exclusivamente até aos cinco meses e não vai ter que ir já para a creche, só isso já valeu a pena o risco da independência. Claro que olhando para a mais velha, não a vejo como prejudicada, no entanto, se pudéssemos, na altura também não a teríamos posto tão cedo na creche, ainda assim, foi só a meio-tempo (na época foi o pai que ficou em casa com ela todas as tardes até aos 8 ou 9 meses) e foi muito bom.
Enfim, vamos continuar a viver, que é o que mais interessa!

6 comentários:

Marta disse...

É tão bom conseguir seguir em frente com tranquilidade, sem angustias nem decisões forçadas. Vocês conquistaram isso. Parabéns.

Catarina disse...

Hoje a Laura faz 10 meses e sinto que tem sido um privilegio poder tê-la connosco todos os dias. Aprender connosco, acompanharmos todas as conquistas dela... é sem dúvida muito bom e importante para todos. Claro que a creche, numa 1ª fase é um mal necessário e não prejudica ninguém, mas também não lhe vejo vantagem nenhuma. É uma necessidade e pronto. Nunca tinha pensado muito no assunto até ter terminado a minha licença. Nesse dia imaginei o que ia sentir se a fosse deixar à creche e voltar para um emprego convencional. Quem ia chorar baba e ranho ia ser eu... e nunca me considerei lamechas...
Por aqui continuamos a viver, como dizes e muito bem, com a nossa estagiária sempre por perto. A ideia era não recorrer à creche e aos 3 anos ir para o jardim de infância. Vamos ver como corre e se é possivel seguir o nosso plano. A produtividade não tem sido a mesma está claro, mas o benefício tem superado e muito o prejuízo :).

Y. disse...

Nós também demos esse passo, infelizmente não por completo porque não nos aguentamos sem que eu tenha de trabalhar qualquer coisinha mas ela ficou em casa até aos 11 meses e eu trabaho em part time, o que infelizmente está mesmo a acabar o contrato e já tremo sem ver opções à frente mas não trocava por nada estes 15 meses da vida dela. Foram brutais, aproveitem!

Aline r disse...

Foi uma grande conquista na vossa qualidade de vida.Pelo menos, não ficas com o nozinho por entregar o Vasco tão novinho a uma creche.

batata-frita-mãe disse...

Grandes conquistas e grandes filhos!

sof* disse...

se eu fosse uma pessoa religiosa dizia que somos abençoados.

obrigada*