Há cerca de um mês que sabemos que ela não irá para a escola primária que gostaríamos, tal como acontece a imensas crianças (e pais), idealizámos um cenário perfeito, feito a pé e saiu-nos o tiro pela culatra. Confesso que não reagi da melhor maneira a esta imposição, sobretudo quando não tive sequer o direito a que fossem respondidas as minhas questões relacionadas com a distribuição das crianças no agrupamento a que pertencemos, mas passado um mês dessa novidade, já estou (mais ou menos) conformada.
O facto dela ter sido colocada numa escola que não é a que a idealizávamos veio complicar o nosso ritmo matinal de distribuição das crianças, ela na primária ele no jardim, e assim, tomámos a decisão de mudar também o mais novo de jardim de infância. Parece impossível como já se passaram 3 anos desde que de repente tivemos que procurar um jardim para a mais velha porque a creche onde ela estava encerrou. Recordo-me que na altura fiquei completamente à toa em pleno mês de agosto sem ter grandes escolhas, nem tão pouco para o mais pequeno, que na altura ainda era recém-nascido. Agora, 3 anos volvidos, tudo se compôs melhor e felizmente o novo jardim dele tinha uma vaga que parecia que lhe estava destinada. Menos mal que ficam os dois em escolas diferentes mas próximas uma da outra, vá...
Na semana passada não houve fotografia, foi tudo muito corrido, ando mesmo sem paciência para pegar na máquina e andar atrás deles. Ainda não lhes mostrámos as escolas novas, haverá tempo para isso; para já, ando eu a passar por elas para ir interiorizando a coisa o melhor possível.
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12 de agosto de 2015
3 de agosto de 2015
31/52 de 2015
Claro que o dia do pic-nic familiar foi o ponto alto desta semana 31. Depois do tempo de timidez e reconhecimento do terreno, os miúdos fartaram-se de correr e brincar com os primos de Alcobaça. Foi um dia muuuuito bem passado e que vai ficar na memória de todos por muito tempo!
Os meus tios e primos recuperaram o moínho e os garotos não saíram de lá, era uma espécie de casinha de bonecas/museu/toca eu sei lá!
:)
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29 de julho de 2015
30/52 de 2015
O nosso melhor momento da semana passada?
Almoço familiar, bom tempo e piscina do quintal. Não foi preciso mais.
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23 de julho de 2015
29/52 de 2015
Eu podia ter escolhido outra fotografia entre as muitas que tirei no fim-de-semana passado. Houve corrida, houve jantar com os nossos amigos, houve papagaios, tivemos no parque, mas foi esta espécie de auto-retrato familiar que me cativou mais.
13 de julho de 2015
28/52 de 2015
Na sexta-feira pensámos almoçar ao Porto no dia seguinte. No sábado, após um mau acordar da criança mais nova, desistimos do plano. Passada uma hora decidimos de repente que afinal sempre íamos e fomos. Chegámos à estação dos comboios e um maaaaaar de gente a tentar comprar bilhetes para Lisboa, faltavam 10 minutos para o nosso comboio. Quando finalmente consegui que a máquina me desse os bilhetes, fomos a correr validá-los e entrámos na nossa carruagem praticamente lotada, sentámo-nos e nem acreditámos que tínhamos conseguido!
Os miúdos em êxtase com o comboio a andar, os túneis, as praias, as casas, as vacas, as cegonhas, tudo era motivo de espanto. Uma hora de pára-arranca e lá chegámos ao Porto, não estava calor, mas estava um sol bonito e a cidade estava completamente apinhada de gente que mais parecia um dia de semana.
Não tínhamos um plano de visita, saímos apenas com o objetivo de andar de comboio e almoçar no Porto e assim foi. Mal saímos da estação fomos apreciar a fachada da autoria do Miguel Januário recentemente inaugurada no âmbito do projeto Locomotiva (junto à estação de S. Bento) e que contou com a colaboração de gente anónima. (saber mais sobre ±MAISMENOS±)
Vale a pena apreciar.
Depois subimos aos Clérigos, passámos pela Lello mas nem nos atrevemos a entrar tal era a quantidade de gente à porta que mais parecia um motim. Acabámos por almoçar no Clérigos, na zona mais descontraída deste restaurante que tem 3 zonas distintas - restaurante, sushi bar e cafetaria. Esteve-se bem, muitos turistas mas descontraído e com nativos que chegue para nos sentirmos integrados :) Da última vez que vi esta zona, estava tudo em modo estaleiro de obras após alguns anos de abandono e decadência. Agora está sem dúvida melhor, super animado, com lojas giras e cheio de vida, que no fim de contas é o que mais interessa.
Depois do almoço, tivemos que entrar na igreja da torre dos Clérigos, isto porque a Leonor disse que "foi ali que viu pela primeira vez o Jesus morto" - o que pensar disto! Entrámos mas ficámos praticamente à porta porque estava a decorrer um casamento, ainda assim, sentámo-nos e os miúdos ficaram um pouco a observar e a fazer perguntas.
Descemos aos Lóios pela Rua de Trás (dos clérigos), estava tudo ainda com o decor sanjoanino tão característico dos dias que passaram. Em cada buraco, mais um bar de tapas ou cena gourmet, há lugar para receber todo o mar de gente que se via nas ruas principais. Há muito tempo, se calhar demasiado tempo, que não vou passear ao Porto e confesso que no par de horas que lá estivemos desta vez, notei uma diferença enorme na quantidade de gente pela rua! Tudo cheio, tudo caro (café 1,20€!!!), muita coisa bem arranjada e outras tantas por arranjar, mas é normal, tudo a seu tempo.
As crianças sempre animadas a vibrar com todos os pormenores. Quando passámos pela torneira gigante, foi a Leonor a chamar o irmão para a ver. Da última vez que ali fomos, a Leonor achou-a muito estranha e não lhe percebeu o sentido, passado um ano já a achou muito mais divertida.
A nossa visita-relâmpago ficou completa com um geladinho da Santini, que já conhecíamos e que de facto o sorvete de morango é de morrer.
Regressámos novamente por onde viemos, os miúdos super contentes com este passeio inesperado. Chegámos a casa e ainda viemos a tempo de dormir a sesta por incrível que possa parecer. Para a próxima vamos tentar fazer a coisa mais bem feita, para esticar o passeio para um dia inteiro.
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7 de julho de 2015
27/52 de 2015
A semana passada foi infernal.
Tivemos que gerir a azáfama da praia escolar, ou seja, despertar praticamente de madrugada para o autocarro das 8:30!! Às manhãs sempre apressadas juntámos ensaios todos os dias para o espetáculo anual do ballet, ou seja, o caos estava montado. Muito cansaço, muitas birras, trabalho a acumular e para rematar, a festa de aniversário do mais novo no fim-de-semana - bru-tal!
Felizmente, e como sempre, tudo correu pelo melhor. O espetáculo foi um grande momento, aliás, dois porque foram duas noites de festa, dança, música, muito trabalho e dedicação. Não me canso de ver estas raparigas, empenham-se tanto, gerem os estudos e a dança clássica e interpretam o ballet com ar de quem não faz esforço nenhum.
Ela esteve muito bem, notou-se alguma maturidade relativamente ao ano passado, um pouco mais comportada mas ainda com muita agitação que quase transbordava a cada passo. Este ano achámos boa ideia levar o mais novo a assistir o espetáculo. Todas as semanas ele vai buscar a irmã às aulas, espreita, vê as meninas saírem da sala e arranjarem-se, achámos que faria sentido que ele visse o resultado da nossa rotina. Sinceramente nunca pensei que ele aguentasse o espetáculo todo, saímos do teatro perto da meia noite e ele sempre desperto e atento. No fim da primeira parte ficou um pouco agitado e começou a fazer muitas perguntas e a falar cada vez mais alto, quase saímos com ele, mas o intervalo ajudou a que serenasse e para este momento saquei da minha arma secreta - a chupeta.
Como disse anteriormente, já tínhamos resolvido esta questão da chupeta, e no teatro, quando ele a viu ficou super admirado e meteu-a na boca no mesmo momento, contudo, quase instantaneamente a tirou e ficou a olhar para ela como se já não se identificasse com ela. Parecia que estava a estranhá-la, no entanto, usou-a durante a segunda parte do espetáculo e nem isso o adormeceu.
Quando fomos buscar a nossa bailarina o encontro dos manos foi muito giro, ele estava excitadíssimo e só saltava à volta da irmã, percebeu muito bem que foi uma noite especial com a família reunida; para o ano já sabemos, trazemo-lo novamente!
28 de junho de 2015
26/52 de 2015
Cá em casa há vestidos de princesa, capas, coroas, asas, mantas e tudo o que possa servir para brincar ao faz-de-conta é aproveitado. Neste dia ela quis vestir ao irmão o fato de tigre, a coisa não correu muito bem porque vestiu-lhe as mangas nas pernas, mas depois da minha intervenção, já puderam brincar :)
23 de junho de 2015
25/52 de 2015
O avô comprou uma máquina de fazer café um pouco diferente do habitual. Para ver se funcionava, sentámo-nos todos à volta da mesa a conferir o processo. Os miúdos ficaram altamente intrigados e isso notou-se bem nas caras deles e na maneira como se torceram sobre a máquina para ver cada pormenor :)
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16 de junho de 2015
7 de junho de 2015
23/52 de 2015
O fim-de-semana trouxe algum calor e em vez de irmos até à praia, e porque tínhamos milhões de rouparias para arrumar, surpreendemo-los com a piscina. Claro que ficaram loucos e foi a manhã toda nisto, com alguidares e um sem fim de tralha a boiar na água...
Durante a semana houve um dia em que ela quis ir para a janela ver o trânsito enquanto comia cerejas. Gosto de apreciá-la quando ela está contemplativa e sossegada.
31 de maio de 2015
22/52 de 2015
Esta semana demos mais um empurrão à nova fase da nossa mais velha. Depois da matrícula e do dente novo, tivemos a festa dos finalistas da pré. Ainda me lembro do tempo em que revirava os olhos a todas estas coisas, que achava uma patetice e uma falta de necessidade, mas viver as coisas é totalmente diferente. Ver todas as crianças já tão crescidas, a fazer teatro, a cantar, a receber cada uma o seu diploma de pré-escolar é coisa para nos encher os olhos de lágrimas pá! Não se aguenta!!
Foram cinco anos de berçário, creche, infantário e pré-escolar; educadoras e auxiliares amorosas de estilos completamente diferentes e que nos marcaram muito por tudo o que incutiram na nossa mais velha. Dedicadas, atentas, sempre com uma palavra de carinho, uma colher de sopa para dar, uma fralda mal cheirosa para trocar e um curativo a fazer. Cinco anos que passaram a correr, bem sei que já estou farta de o escrever, mas é coisa que me espanta e que muitas vezes nem consigo acreditar.
Custa-nos muito separar-nos dos garotos quando os deixamos a primeira vez, tão pequenos e indefesos na creche, mas depois, quando terminam estes períodos, damo-nos conta que o mais difícil é mesmo dizer "Adeus".
À Margaria, à Joana, à Anabela e à Cidália, o nosso maior Obrigado!
24 de maio de 2015
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