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17 de abril de 2016
Sem dúvida O MELHOR jardim de infância!!
Adoro uma boa escola, com ideias inovadoras e arrojadas que tirem partido de todas as capacidades das crianças. Deixo-vos um espetacular caso de sucesso onde um projecto de arquitectura de forma circular permite que as crianças usufruam de todo o edifício, mas todo mesmo, incluindo o tecto. Sendo circular as crianças podem fazer aquilo que mais adoram - CORRER! - e aqui podem fazê-lo infinitamente ou até que os pais os vão buscar :D
Deixo-vos também algumas fotografias do ambiente e pelas caras das crianças, isto só pode ser do melhor. Quem me dera que os meus filhos tivessem a oportunidade de experienciar este edifício!
O bebedouro como ponto de encontro e troca de informações super importantes!
Correr em círculos - loucura!!
A cobertura tem várias clarabóias que permitem que as crianças do topo espreitem para o interior e desafiem as que estão lá dentro. O objectivo é passar o maior tempo possível na rua.
600 caixas de uma madeira leve foram colocadas no interior do edifício de modo a que crianças e funcionários lhes atribuíssem a melhor função. Transformam-se em estantes, bancos, mesas, comboios, torres... O interior da escola não tem paredes e as crianças estão todas misturadas.
Barretes de proteção para sismos, ou como transformar um assunto assustador em algo completamente divertido!
Fuji Kindergarten, Japão
Takahuru Texuka, arquitecto
entrevista completa
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16 de setembro de 2014
desafio do próximo fim-de-semana!
Durante as férias tropeçámos casualmente nesta bicicleta e após alguma hesitação acabámos mesmo por comprá-la para o mais novo. Há algum tempo que ele faz marcação serrada à bicicleta da irmã, dificultando muito as voltas dela, e se antes achávamos que aos dois anos era muito cedo para estas andanças, hoje já realizámos que não é bem assim. Recentemente li um texto sobre estas bicicletas e sobre as qualidades que têm e nas capacidades que geram em quem as utiliza, depois disso fiquei atenta. De acordo com a informação que recolhi as crianças que utilizam estas bicicletas passam destas diretamente para outras de pedais e sem o apoio das rodinhas laterais! Achei fantástico e cá estarei para assistir ao processo. Neste momento o Vasco ainda não chega bem ao chão, pelo que ainda não consegue manipular convenientemente a bicicleta, no entanto adora levá-la assim de lado e ai de quem mexa na sua bike!
Ao fazer mais umas pesquisas sobre esta matéria encontrei um video que me motivou a ensinar à mais velha andar na bicicleta sem as rodinhas de apoio, é isso que vamos tentar no próximo fim-de-semana (se tudo correr bem :D). Para verem o video, leiam o meu outro texto no Eu, Mãe! Se embarcarem neste desafio não se esqueçam de partilhar, pois pode ajudar outros pais e crianças nesta demanda!
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27 de junho de 2014
Eu, Mãe: de vez em quando estarei por aqui
Foi lançado um novo espaço de escrita, de reflexão e divulgação de coisas que interessam a todos em geral e às mulheres-mães em particular. É com prazer que vos convido a conhecer Eu, Mãe, onde de vez em quando estarei com algumas crónicas. Um trabalho de responsabilidade editorial de Inês Simões, design e programação de Meio Kilo design studio.
Fazemos votos que gostem, que leiam e nos dêem o vosso precioso feedback!
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4 de fevereiro de 2014
afinal é uma cozinha, mas podia ser o quarto deles!
é que era mesmo assim!
original daqui.
já agora, já viram as novas cozinhas IKEA? Eu continuo a achar que os módulos de cozinha seriam perfeitos para o quarto deles :))
27 de janeiro de 2014
(re)pensar o quarto deles
Tenho andado a pensar no quarto deles. Se tudo correr bem, até setembro teremos o beliche pronto a usar e ficaremos com uma parede inteira para reorganizar. O quarto deles não é grande e para ajudar ao desafio temos um dos lados totalmente envidraçado, o que inviabiliza qualquer opção nesse mesmo lado - só tem o blackout, não pode ter nada junto ao vidro. Sendo assim, tenho procurado opções que aumentem a arrumação (eles têm um guarda-fatos minúsculo) e que contemplem ainda uma zona de trabalho porque a escola primária está à espreita.
Esta é uma das opções mais consensuais, reservar a maior parte da parede para arrumação variada (roupas e objetos) e uma secção de trabalho. Aqui a chegamos a uma encruzilhada, ficamos na dúvida se devemos ter uma secretária single ou dupla... Pela lógica, ambas as crianças têm direito a uma mesa e o mais certo é quando a Leonor está a "escrever" o Vasco quer logo fazer igual, isto é o nosso dia-a-dia.
Num futuro mais ou menos próximo (daqui a cerca de um ano e meio) não sei se a realidade deles se manterá visto que nessa altura a mais velha terá obrigatoriamente que ter sossego, daí uma mesa single será a melhor opção...
Ter a zona de trabalho mesmo ao lado do beliche é uma excelente opção e é fácil de conjugar no nosso caso. Aproveita-se um pequeno canto, dá privacidade e não dá grandes hipóteses do irmão mais novo aborrecer a mana durante o tempo dela.
A integração de mobiliário de época ganha cada vez mais pontos na minha lista de "prós", são móveis robustos, com personalidade, na sua maioria têm um design muito simples ficando sempre perfeitos em qualquer casa e com os objetos pessoais da criança.
***
Ela estava sentada e eu estava a mostrar-lhe uma coisa, pois não passaram nem dois minutos, veio o mini cromo, quis sentar-se na cadeira com ela e em menos de nada já ninguém o arrancou dali e ela teve que ficar de pé... Não se aguenta!
***
imagens recolhidas no pinterest, disponíveis na minha conta
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22 de janeiro de 2014
Luz de presença - finalmente uma utilidade
Cá em casa não se usam luzes de presença, embora as tenhamos, sempre foram utilizadas pontualmente por mim (sobretudo na fase da amamentação) e não para afugentar eventuais medos nocturnos.
Há alguns anos, bem antes da Leonor sequer existir, comprei uma luzinha de presença da Alessi, comprei-a porque a achei fofa, mas na altura até me disseram que iria ser descontinuada porque não se podia trocar a lâmpada e tal...
Como cá em casa não há quartos absolutamente escuros, nem eu gosto, há a possibilidade de ver o que se passa à nossa volta e sempre que a as crianças acordam, nunca ficaram desorientadas de modo a que eu achasse que uma luz de presença lhes fosse útil. Há umas semanas voltei a olhar para a tal luz de presença e a pensar na sua iluminação quase insignificante e lembrei-me de a colocar na tomada do espelho do wc usado pelas crianças e aí achei que passou a fazer todo o sentido usá-la. Ocasionalmente a Leonor vai ao wc a meio da madrugada e tanto a luz do corredor como da própria casa de banho são muito fortes para quem vem meio a dormir, porém, a luz de presença dá aquela sensação de Câmara Escura, vê-se o ambiente mas continua tudo escuro à mesma e neste caso, em verde.
Esta luz de presença em particular deve ter um LED, mas confesso que não tenho grande informação técnica sobre ela, liga-se à corrente e é o que basta, não aquece nem faz ruído. Contudo, este meu modelo, de facto já não deve ser vendido porque pela pequena pesquisa que fiz, a Luz é agora emitida recorrendo a uma bateria e carregada via USB (!!!) a maior diferença é que eu paguei cerca de 15€ e agora custa 60€...
Ainda assim, o mais importante que eu gostava de salientar é apenas o facto de uma luz de presença poder ser bastante útil numa divisão da casa que para mim nunca me passou pela cabeça, o WC. Fica a dica!
Há alguns anos, bem antes da Leonor sequer existir, comprei uma luzinha de presença da Alessi, comprei-a porque a achei fofa, mas na altura até me disseram que iria ser descontinuada porque não se podia trocar a lâmpada e tal...
Esta luz de presença em particular deve ter um LED, mas confesso que não tenho grande informação técnica sobre ela, liga-se à corrente e é o que basta, não aquece nem faz ruído. Contudo, este meu modelo, de facto já não deve ser vendido porque pela pequena pesquisa que fiz, a Luz é agora emitida recorrendo a uma bateria e carregada via USB (!!!) a maior diferença é que eu paguei cerca de 15€ e agora custa 60€...
Ainda assim, o mais importante que eu gostava de salientar é apenas o facto de uma luz de presença poder ser bastante útil numa divisão da casa que para mim nunca me passou pela cabeça, o WC. Fica a dica!
a nossa luzinha
13 de janeiro de 2014
Feedly
Se calhar sou a última a saber, mas tudo bem, descobri agora o Feedly e estou a gostar. Antes usava o Netvibes para ter os meus blogs do coração todos alinhados e agrupados em pastas temáticas. Em pequenos resumos dava uma vista de olhos em toda a atividade da blogosfera, mas a coisa dava asneira na plataforma móvel. Ou seria do meu telemóvel, ou da própria aplicação, aquilo não me satisfazia.
Entretanto dei uma oportunidade ao Feedly. É também um organizador de feeds/blogs mas desta vez funciona muito bem no meu telemóvel (Android). Primeiro organizei tudo no computador, depois foi só explorar o funcionamento da app e até agora tudo bem. Ainda me estou a ambientar, sobretudo porque ele escolhe as Top News e nem sempre consigo perceber onde ando, mas eu chego lá. Acho giro a proatividade do Feedly, ele toma a liberdade de me sugerir mais blogs dentro das temáticas que já escolhi, é fofo.
Fica a dica para quem anda à procura de um reader/leitor de blogs.
Entretanto dei uma oportunidade ao Feedly. É também um organizador de feeds/blogs mas desta vez funciona muito bem no meu telemóvel (Android). Primeiro organizei tudo no computador, depois foi só explorar o funcionamento da app e até agora tudo bem. Ainda me estou a ambientar, sobretudo porque ele escolhe as Top News e nem sempre consigo perceber onde ando, mas eu chego lá. Acho giro a proatividade do Feedly, ele toma a liberdade de me sugerir mais blogs dentro das temáticas que já escolhi, é fofo.
Fica a dica para quem anda à procura de um reader/leitor de blogs.
10 de janeiro de 2014
Kinfolk Table - o livro do convívio à mesa
Dias antes do Natal decidi comprar este livro, Kinfolk Table, para oferecer ao meu marido (e a mim própria). Ainda não tinha comprado nada (à excepção de dois magníficos pares de pantufas da serra) e numa noite detive-me a tentar perceber o que girava em torno deste livro que toda a blogosfera falava.
Investiguei o site, vi as revistas, vi os filmes, vi várias páginas do livro e fiquei rendida ao estilo quase Shaker de todo o ambiente. Fotografias lindíssimas, muito bem tiradas e editadas, uma paginação sem grandes artefactos e um conteúdo cativante - a escolha estava feita. Ele ficaria com a parte dos textos, eu ficaria com a parte de fotografia :D
O livro aborda vários testemunhos, sobretudo de autores de receitas que já apareceram nas revistas. Não são propriamente chefs, mas sim, pessoas comuns, designers, bloggers, donas de casa, aposentados, decoradores, professores, uma infinidade de atividades e que têm um mesmo denominador comum: o gosto de se sentarem todos à mesa e desfrutarem da companhia de outras pessoas. Partilhar uma refeição, seja com uma pessoa, seja com 20, o que interessa é sentarem-se todos e divertirem-se. As receitas são simples, os ingredientes são maioritariamente comuns e as medidas estão em chávenas/colheres, onças e gramas - não há que errar!
Aqui por casa também gostamos muito de receber os nossos amigos e familiares, embora tenhamos pouco espaço e algumas condicionantes por causa das sestas e horas de deitar noturnas, o que nos dá gozo é ter cá toda a gente, abrir a mesa, usar o nosso "serviço bom", pôr coisas de petiscar e outras de servir. Por norma fazemos a maior parte das coisas, entradas, prato principal e sobremesa, no entanto é também sempre uma emoção quando os nossos convidados nos brindam com surpresas e ajudas inesperadas. A televisão está desligada ou a dar música e os almoços esticam-se quase até ao lanche, os jantares até ao início da madrugada, sempre animados com boas conversas. Sempre!
As nossas crianças já estão a entrar no ritmo, desde os 6 meses que comem sempre às mesmas horas que nós, que se sentam à mesa connosco, com maior ou menor confusão, as refeições são sempre e sem excepção, momentos de convívio e é essa a educação/cultura que lhes queremos passar. Quando chega o povo convidado é festa a dobrar porque as crianças percebem logo o que se passa, sentam-se à mesa connosco, por vezes portam-se mal, mas apesar dos nervos que isso às vezes (me) pode causar, o facto é que é normal haver deslizes, e no fim toda a gente gosta e os encontros repetem-se invariavelmente pela vontade de todas as partes.
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18 de maio de 2013
26 de abril de 2013
Avé Nuk
Esta história do fim da amamentação tem um novo desenvolvimento, finalmente fomos bem sucedidos e ele começou a pegar no biberão. Depois de me terem sugerido a marca Nuk como sendo infalível, acabei por tentar a nossa sorte. Após dias de pausa e uma ou outra investida, noites sem dormir e muito cansaço à mistura, tomámos uma decisão quase radical - ele foi recambiado para a casa da avó passar uma noite longe de mim. Eu já não podia com ele sempre a acordar de noite, muitas vezes de hora em hora, notava-se que tinha o sono leve porque não estava confortável, porque não estava saciado. Mas sempre que lhe apresentávamos um biberão recebíamos uma nega. Então o pai foi comprar um biberão Nuk e apareceu-me em casa com o kit que apresento em cima, tal e qual, da Hello Kitty, super fofo. Deixei-o com a avó e a noite foi dentro do "normal" dele, acordando ocasionalmente, adormecendo com insistência,...... De manhã a minha mãe fez-lhe um biberão Hello Kitty e ele não quis, nervos!!!
Confesso que fiquei desapontada. Quando vi o biberão pela primeira vez achei que tudo fazia sentido, a tetina tinha o mesmo formato de uma chupeta anatómica e já em tempos me tinha passado pela cabeça porque razão não haveria uma tetina assim, afinal havia, era da Nuk.
Na manhã seguinte, já em casa, tentei novamente o biberão Nuk e como por magia ele bebeu o leite todo sem reclamar. Pegou-lhe como se fosse uma chupeta e viu-se perfeitamente que se sentia confortável e a saciar a fome. Quase chorei de emoção :DDDD
Agora dia após dia temos tido sucesso nesta nova rotina, mal vê o biberão abraça-se a ele e toca a beber. A fórmula escolhida foi Aptamil 9 meses e tem sido muito bem aceite. Espero estar mais perto de voltarmos a ter noites completas após quase um ano de sonos medíocres.
Avé Nuk!
Confesso que fiquei desapontada. Quando vi o biberão pela primeira vez achei que tudo fazia sentido, a tetina tinha o mesmo formato de uma chupeta anatómica e já em tempos me tinha passado pela cabeça porque razão não haveria uma tetina assim, afinal havia, era da Nuk.
Na manhã seguinte, já em casa, tentei novamente o biberão Nuk e como por magia ele bebeu o leite todo sem reclamar. Pegou-lhe como se fosse uma chupeta e viu-se perfeitamente que se sentia confortável e a saciar a fome. Quase chorei de emoção :DDDD
Agora dia após dia temos tido sucesso nesta nova rotina, mal vê o biberão abraça-se a ele e toca a beber. A fórmula escolhida foi Aptamil 9 meses e tem sido muito bem aceite. Espero estar mais perto de voltarmos a ter noites completas após quase um ano de sonos medíocres.
Avé Nuk!
12 de abril de 2013
6 de abril de 2013
em breve lá vamos nós baralhar e tornar a dar
Numa altura em que não temos quase hipóteses de comprar/arrendar uma casa maior, lá vamos nós armar-nos em designers e transformar novamente o quarto... Temos um ano para pôr isto em prática: transformar uma cama single num beliche e criar um armário-secretária de que ocupe uma parede inteira. Aguardemos...
8 de janeiro de 2013
obsolescência - essa coisa do demo!
Obsolescência Programada "Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos." in wikipedia
Olhando ao universo infantil, divido-o em dois mundos: o vestuário e os brinquedos. Ambos são essenciais à vida e desenvolvimento da criança, ambos têm uma vida curta porque perante um dos mundos a criança cresce e no outro o seu desenvolvimento cognitivo evolui. O resultado disto é uma quantidade enorme de objectos obsoletos que temos em nossas casas e a verdade é que pouco podemos fazer para fugir a isso; fugir à compra para substituir. Podemos é certo comprar roupas baratas, quase descartáveis, roupas enormes, roupas versáteis (vestidos que "viram" blusas) ou roupas extraordinárias (normalmente caras!) que servem as nossas crianças e os seus irmãos e outros primos e quiçá amigos! (cá em casa optamos por todos estes estratagemas anteriormente citados, sendo que invisto em "roupas extraordinárias" apenas em época de saldos)
Quanto aos brinquedos é um mundo que me fascina, há uma infinidade monstruosa de brinquedos e publicidade associada. Em criança havia muitos brinquedos lá por casa, éramos 3 crianças de idades muito próximas, sendo assim, era inevitável que eles abundassem, no entanto, os presentes só vinham nos aniversários e Natal, só. Cá em casa seguimos a mesma máxima, só abrimos exceções aos livros porque estes são essenciais, ocupam pouco espaço e têm múltiplas interpretações à medida que a criança cresce. Brinquedos de plástico que apitam, tenham vozes ou luzes e que irritem eu não compro, mas eles existem cá em casa e não tecerei mais comentários sobre eles. Os brinquedos que nós gostamos de comprar são aqueles que todos nós já tivemos, Legos e Playmobil, puzzles de cartão, animais fieis aos reais, alguns peluches (quase sempre IKEA) e brinquedos de madeira. Os meus filhos, até ao momento, já têm uns poucos brinquedos deste tipo, desde rocas, cubos, blocos, comboios e claro o cavalinho de pau.
Olhando ao universo infantil, divido-o em dois mundos: o vestuário e os brinquedos. Ambos são essenciais à vida e desenvolvimento da criança, ambos têm uma vida curta porque perante um dos mundos a criança cresce e no outro o seu desenvolvimento cognitivo evolui. O resultado disto é uma quantidade enorme de objectos obsoletos que temos em nossas casas e a verdade é que pouco podemos fazer para fugir a isso; fugir à compra para substituir. Podemos é certo comprar roupas baratas, quase descartáveis, roupas enormes, roupas versáteis (vestidos que "viram" blusas) ou roupas extraordinárias (normalmente caras!) que servem as nossas crianças e os seus irmãos e outros primos e quiçá amigos! (cá em casa optamos por todos estes estratagemas anteriormente citados, sendo que invisto em "roupas extraordinárias" apenas em época de saldos)
Quanto aos brinquedos é um mundo que me fascina, há uma infinidade monstruosa de brinquedos e publicidade associada. Em criança havia muitos brinquedos lá por casa, éramos 3 crianças de idades muito próximas, sendo assim, era inevitável que eles abundassem, no entanto, os presentes só vinham nos aniversários e Natal, só. Cá em casa seguimos a mesma máxima, só abrimos exceções aos livros porque estes são essenciais, ocupam pouco espaço e têm múltiplas interpretações à medida que a criança cresce. Brinquedos de plástico que apitam, tenham vozes ou luzes e que irritem eu não compro, mas eles existem cá em casa e não tecerei mais comentários sobre eles. Os brinquedos que nós gostamos de comprar são aqueles que todos nós já tivemos, Legos e Playmobil, puzzles de cartão, animais fieis aos reais, alguns peluches (quase sempre IKEA) e brinquedos de madeira. Os meus filhos, até ao momento, já têm uns poucos brinquedos deste tipo, desde rocas, cubos, blocos, comboios e claro o cavalinho de pau.
no natal em que ela recebeu o cavalinho, com quase um ano e meio;
o comboio de madeira (2010)
o cavalinho em "sofrimento" :))) (Fevereiro 2012)
Eu até posso estar enganada mas quase posso apostar que este cavalinho, de todos os brinquedos que há cá em casa, será um dos poucos a sobreviver até à idade adulta dos meus filhos, a não ser que o estraguem irremediavelmente ou que o ofereçamos a outra criança da família. É um objeto que não se tornará obsoleto, pois tem sempre lugar cativo em muitas brincadeiras que se passam cá. Se no início, em 2010, era para baloiçar de manhã à noite, hoje em dia o cavalinho transforma-se em casa/tenda da bicharada que para aí anda. Já o vimos também muito bem tapadinho a dormir a sesta e a tomar um café, enfim, a imaginação da minha mais velha está ao rubro aos 3 anos e meio...
É por estas e outras experiências que eu acredito piamente neste nosso projeto, Carrossel, eu acredito que os brinquedos devem perdurar, que não os devemos comprar por comprar, que devemos imaginá-los em plena acção mas também serenos a integrar a decoração da nossa casa. O cavalinho fica tão bem no quarto das crianças como no meio da sala ou na varanda ou no corredor, faz parte da mobília por assim dizer :) Eu nunca tive um cavalinho de pau, nunca calhou, tive outras coisas, bastante comerciais até, mas hoje, devo dizer, que o projeto Carrossel nos permite fazer um exercício diário sobre aquilo que verdadeiramente queremos para os nossos filhos e de certa forma, também para nós, porque ainda outro dia fomos crianças e hoje ainda brincamos e queremos brincar bem.
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8 de dezembro de 2012
o banquinho da carpinteira
Ora aqui está um projeto catita, um banquinho monta-tu :) Eu gosto destas coisas, tem o seu quê de tradicional mas é totalmente contemporâneo! Lembra-me a nossa cadeirinha sempre presente cá por casa, e tem como objetivo ser montado pela criança havendo a possibilidade de escolher a cor do cordel para ficar ainda mais ao agrado de quem o usar.
O autora do projeto é a Rita Valente e diz ela:
"Eu faço (o banco) é constituído por um kit de 4 peças de madeira, feitas à mão, que se juntam por encaixe e por 2 meadas de corda para a construção do assento.
Especialmente desenhado para ser de fácil de montagem, é ideal para os pais construirem com os filhos.
Poderá ser desmontado para se fazer de novo quantas vezes quiser! As cores do assento são à escolha do mini-freguês.
A Carpinteira é o projecto de Rita Cortes Valente, designer maker que restaura, restyla e cria. Em madeira quase sempre."
Conheçam mais sobre A Carpinteira no facebook e no wordpress, vão gostar!
O autora do projeto é a Rita Valente e diz ela:
"Eu faço (o banco) é constituído por um kit de 4 peças de madeira, feitas à mão, que se juntam por encaixe e por 2 meadas de corda para a construção do assento.
Especialmente desenhado para ser de fácil de montagem, é ideal para os pais construirem com os filhos.
Poderá ser desmontado para se fazer de novo quantas vezes quiser! As cores do assento são à escolha do mini-freguês.
A Carpinteira é o projecto de Rita Cortes Valente, designer maker que restaura, restyla e cria. Em madeira quase sempre."
Conheçam mais sobre A Carpinteira no facebook e no wordpress, vão gostar!
21 de novembro de 2012
e chegou a cadeira do mais novo - a saga
Lembram-se quando fiz este apelo? Pois é, já passaram dois meses desde então e entretanto lá conseguimos encontrar a nossa cadeirinha. Uma das minhas melhores amigas, que neste momento mora na terra da Frau Merkel prontificou-se a comprar uma tripp trapp no eBay alemão. Desde esse dia até este, estivemos a estudar as movimentações dos leilões, ver que cadeiras apareciam, quais as cores mais frequentes, os valores que alcançavam, se tinham ou não acessórios e se as entregas eram fáceis. Escolhemos uma cadeira linda, tinha tudo para ser "A" cadeira, era turquesa e os donos eram da cidade da minha amiga - perfeito. Começou o último dia de leilão, as últimas horas, minutos e a nossa conversa via chat foi muito frenética, mas acabámos por desistir porque o valor que atingiu deixou de interessar. Ainda tentámos arrebatar mais algumas coloridas mas os valores de venda acabavam sempre por disparar e era frustrante :)
Entretanto lá apareceu um senhor que estava a vender uma meia dúzia! de cadeiras, todas em madeira natural, umas mais estimadas, outras menos e nós acabámos por escolher uma de valor intermédio. Negócio Fechado!!! A nossa amiga comprou e recebeu a encomenda na casa dela e depois enviou para Portugal num Sábado e nós começámos a segui-la dia após dia, até que a progressão bloqueou quando foi expedida para cá. Mau! Passaram vários dias, entretanto a Europa entrou em greve geral e a cadeira nem vê-la. Acabei por telefonar para a DHL e lá explicaram-me que o serviço foi em parceria com os CTT. Liguei para os CTT e não me souberam explicar mais nada para além daquilo que eu própria via na net - bizarrooooo! - achei eu que o cliente tinha sempre menos informação do que o prestador do serviço, mas estava enganada :D
Veio mais um fim-de-semana e nada!
Segunda-feira e finalmente começaram a haver novidades no percurso online - estava finalmente em Portugal e pelo que nos apercebemos veio de comboio! Na terça-feira estava aqui na nossa cidade, então outra vez mais uma informação extraordinária - às 10:00 da manhã dizia que a cadeira não tinha sido entregue às 16:00 desse mesmo dia!!! Oi?!?! Liguei e disseram-me que "as horas não interessavam para nada..." Ok, adiante... aguardei a passagem do carteiro. Nisto, chega o maridão ao meio-dia para almoçar e traz o caixote debaixo do braço. Pasme-se e o senhor das entregas foi ao escritório deixar a encomenda porque a nossa carteira do costume (ganda maluca da scooter!) lhe disse que "lá estava sempre gente!!!" Bem eu só me ri :DDD
Enfim, o que interessa é que a cadeira chegou e veio muito bem embaladinha, obrigada fofa***.
Depois montámo-la e tirando um ou outro pormenor técnico que tivémos que resolver (as costas plásticas de bebé não encaixaram nas traves) a cadeira está pronta a ser usada e ficou estupenda na nossa zona de jantar.
É caso para dizer - Missão Cumprida!
o kit de bebé já foi usado pela Leonor na cadeira vermelha
Ficou o má-xi-mo!
Em breve uma fotografia em plena acção :)
13 de novembro de 2012
12 de novembro de 2012
as malas perfeitas
Há dias descobri esta marca, Portuguesa!!, a IDEAL&Co, mais precisamente, descobri-a aqui, no NoussNouss, um blog que já sigo há uns anos e que é pautado pela divulgação de produtos de carácter tradicional nacional e da autoria da própria Alice Bernardo. Mas bem, tudo isto para dizer que me apaixonei por estes produtos, estas malas, das quais não sei o preço, mas acredito que seja "elevado". Mas porque coloquei eu elevado entre aspas?! Porque, como todos sabemos, o preço de um artigo é algo super relativo. Hoje em dia é tudo tabelado pelo mais barato, "preciso disto, mas tem que ser o mais barato!" e depois o que nos sobra? O que é feito do valor da qualidade? Da durabilidade? Do empenho em fazer bem e com inovação? E o valor da tradição;das artes tradicionais?
Eu não sou de comprar muitas coisas, compro roupa para substituir outras gastas, tenho apenas um par de ténis, um par de botas e dois ou três sapatos para melhor, sou muito franciscana... se calhar. Mas a verdade é que quando compro algo, prefiro que seja com uma qualidade que valha a pena, de preferência apanhando uma promoção ou até quem sabe comprando em segunda mão. Se é para comprar, ao menos que me sirva por muito tempo (naturalmente que também já fui vítima de grandes barretes, mas isso faz parte...).
Olho para estas malas e só me apetece ir lá buscar uma delas, parecem perfeitas, que resistem para lá de 30 anos tal como esta, que se calhar quando foi comprada também não custou uma bagatela. Apetece-me mas não é urgente, nem necessário, no entanto, fica aqui a dica para quem precisar ou quiser um artigo que certamente é de primeira qualidade. Gostei!
o catálogo aqui.
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20 de outubro de 2012
MOMA - Century of the Child: Growing by Design, 1900-2000
Se alguém for a Nova Iorque nos próximos tempos é não deixar de ir a esta exposição sobre o último século das crianças. Pelo que já vi no site e apresentação multimédia deve ser o má-xi-mo!!! Muito completa, a apresentação permite-nos navegar em várias décadas do último século, podemos ver como evoluiu a pedagogia, os materiais utilizados, os brinquedos, vestuário, artigos de puericultura, TUDO. Sem dúvida que ser criança se tornou cada vez mais divertido e apaixonante, não é por nada que nós, trintões, sejamos uns saudosistas de primeira água quando nos falam da fantástica década de oitenta e de tudo o que ela nos proporcionou. Quem quiser também pode comprar o guia da exposição, já não é mau de todo! A não perder!!!!
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6 de outubro de 2012
para a natação
Para quem como nós precisa de uns binóculos para ver a sua cria nadar, existem estas toucas com padrões que ajudam os mais pitosgas a distinguir a criança no meio das outras!!
Se fosse eu a desenhá-las era capaz de fazer os padrões ainda maiores, porque creio que um xadrezito como o da fotografia não me chega para a distância em causa :)))
Ver aqui http://www.boobcn.net/botiga-online/
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