Mostrar mensagens com a etiqueta ecologia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ecologia. Mostrar todas as mensagens
1 de outubro de 2018
Pockets para o lanche
Ainda no seguimento do início das aulas, este ano tenho de fazer lanches para os dois levarem para a escola. Embora já me tivessem falado nas saquetas para embrulhar os lanches como uma boa alternativa para acondicionar os pães, a verdade e que “comprar mais tralha” nunca está nos meus planos. Pensei sempre que, enquanto tiver celofane ou folha de alumínio não compro mais nada. No entanto, com esta nova rotina, o consumo destes materiais obviamente duplicou e rapidamente concluí que deveria pelo menos experimentar os pockets. Lá comprei e a verdade é que para o lanche deles funciona mesmo bem. Os pockets que eu comprei são feitos em material impermeável o que também ajuda a conservar o pão, a dobragem também é básica e por isso os miúdos facilmente se adaptaram sem deixar cair a outra metade do pão ao chão - o lanche deles é sempre um pão cortado ao meio para a manhã e à tarde (entre outros acompanhamentos como fruta). Claro que este formato não se adapta a um cacete mas para uma carcaça ou pada é ideal.
Embora eu tenha sempre aquela resistência em comprar “mais uma coisa” e que está acabe esquecida numa gaveta, a verdade é que neste caso a aposta nestes materiais parece mesmo resultar! Fica a dica!
21 de setembro de 2016
Urban Jungle Book - quero!
fotografia Decor8
Já não é segredo que eu estou empenhada em transformar a minha casa numa selva :D, já o meu marido não me pode ouvir falar em folhas novas, em regas, em podas e mondas, enfim... A propósito disto, esbarrei hoje no lançamento do livro Urban Jungle e que vem mesmo ao encontro do meu estado de espírito e acho que faz todo o sentido alguém presentear-me em breve com um exemplar. Fica a dica ao marido mais paciente à face da terra, o meu claro!
Este cantinho da minha sala está em franca ascensão, a minha Monstera já vai lançadíssima para começar a trepar a parede, já cresceu bastante desde o ano passado, ora vejam. Gosto imenso de ver casas com muitas plantas, quanto mais diversificadas melhor. A nossa casa é virada a nascente e pela manhã o sol consegue ser bastante agressivo e não me posso descuidar com a rega, mas tenho tido sucesso e até ao momento elas crescem a olhos vistos e já tenho promessas de várias mudas a muita gente :D
Deixo-vos mais algumas fotografias que de certeza vos vão inspirar a passar num horto em breve!
Tudo do pinterest Urban Jungle Bloggers!
8 de julho de 2016
Da agricultora urbana que há em mim
Desde este post, já muita coisa cresceu na nossa varanda. Estamos muito espantados com estes resultados, digo-vos já! Quanto plantei os tomateiros e as beterrabas não tinha grandes esperanças naquelas plantas raquíticas, no entanto, os resultados têm sido muito bons. Das 4 beterrabas que plantámos comemos 3 e oferecemos uma, eram todas deliciosas e foram comidas cruas em saladas e picles caseiros (cerca de 30 minutos em balsâmico e sal marinho). Também comemos morangos e houve uma ou duas semanas em que nasceram vários em simultâneo, agora está mais paradito. Eram pequenitos mas com um sabor pronunciado.
De todas as plantas, a que mais me espanta é o tomateiro. Comprámos dois pés de tomate cereja, pensei eu que eram inofensivos, pequeninos e fofos, mas a realidade é que a planta faz lembrar a história do João e o Pé de Feijão. Isto cresceu que foi uma loucura, tenho estacas por todo o lado, já podei várias vezes e isto continua a crescer como se não houvesse amanhã. Até ao momento já tirámos três tomatinhos mas as ramadas estão carregadinhas e em breve começa tudo a amadurecer. Para obter estes resultados não fizemos nada para além de regar regulamente, nem sequer ainda tivemos pragas a assinalar, está tudo na paz!
As crianças continuam a adorar toda a actividade que envolve o crescimento dos legumes. Há sempre guerras para regar, guerras para colher e no fim comem tudo com imenso prazer. Da nossa parte, vamos prosseguir com as alfaces que também foram muito bem sucedidas e que cresceram muito depressa, diz que se dão o ano todo portanto vamos experimentar ;)
Etiquetas:
brincar brincar,
cenas da vida diária,
ecologia
31 de agosto de 2015
Das férias a norte
Depois da febre do mais novo passar e de deixar de chover fomos dar uma volta. Há muitos anos fomos ao Soejo e desta vez apeteceu-me voltar. É um sítio muito especial por ter um aspecto tão imponente e por ser um local de trabalho, mas quase parece de culto. Enfim, é um sítio que eu gosto e que recomendo, certamente irão gostar.
Os espigueiros de granito construídos sobre aquela enorme laje são assim qualquer coisa que nos atrai, os miúdos não lhes ficaram indiferentes, fizeram bastantes perguntas e acho que gostaram de correr, subir e descer vezes sem conta a eira.
Para mim, o céu estava mesmo perfeito, azul forte com nuvens baixas. Lindo.
Como o dia estava bom prosseguimos viagem e rumámos à Portela do Homem no Gerês. Quando demos por ela estávamos "no estrangeiro"! e só depois de muita curva é que tornámos a entrar em Portugal onde mesmo na antiga fronteira (com edifício da alfândega e tudo) lá estava a placa a indicar a Portela do Homem.
Parámos o carro e demos conta que estavam uns fresquíssimos 13º, socorro. Viemos por esta estrada e dirigimo-nos para a tal piscina natural. A meio caminho o pai voltou para trás para buscar o carro que não se podia com o frio e tivemos medo que o mais novo recaísse na febre. Eu fiquei sozinha com eles e continuámos o caminho para baixo, eu aproveitei para dizer parvoíces do género "esta parece a floresta do capuchinho vermelho, será que vem aí o lobo mau???" - eles ficaram com cara de pânico.
Uma vez que o carro passe um determinado ponto, onde se paga para passar, não podemos parar porque é proibido parar na reserva. Ainda assim, parámos uns segundos para eu tirar uma fotografia à Portela do Homem, onde gente bravíssima mergulhava mesmo estando temperaturas de inverno. Acho que fazendo calor, deve ser espetacular passar aqui umas horas.
A floresta do lobo mau é um sítio lindíssimo, muito fechado mas que vale a pena visitar. Depois de muitos kms passámos pela vila do Gerês que tem IMENSOS hoteis, rooms e chambres, uma albufeira cheia de atividades náuticas e que ficámos cheios de vontade de passar lá um fim-de-semana.
A nossa viagem acabou em Braga onde jantámos e depois seguimos para casa dos avós.
Houve também um dia que passámos com as primas e fomos até Viana para aproveitar os últimos carrosséis das Festas que, infelizmente, este ano nem lá demos um salto. Os meus filhos são verdadeiros aficionados dos carrinhos de choque, adoram!!
Mesmo antes de regressarmos a casa fomos ao rio que estava baixinho e calmo e sem ninguém por ser um dia de semana. Os miúdos não se aventuraram para além de onde os deixámos ir, mas deu para brincar um bocado.
Por fim, o milho, adoro as caras deles de "oh, mãe, mas porquê??"
24 de agosto de 2015
Monstera Deliciosa
a nossa Monstera, vaso de zinco, provisório (prato VA)
Há algum tempo passei a reparar que uma e outra vez estas folhas recortadas apareciam em fotografias de interiores). Fiquei curiosa sobre que planta era e após uma breve pesquisa fiquei a saber que tem o nome científico de Monstera Deliciosa, em parte devido ao fruto (semelhante ao do antúrio) e que após alguma preparação culinária se diz ser "delicioso". Fiquei também a saber que são tropicais e que por serem trepadeiras podem atingir uns poucos metros de altura, basta dar-lhes apoios para que subam. Reza a lenda que até o pintor Matisse teve uma enoooorme(fotografia a preto e branco, em baixo).
Há pouco tempo, numa visita a um cliente vi uma destas magnífica, grande, brilhante com folhas larguíssimas e pensei que tinha mesmo de apostar nisto. Sondei os meus amigos e muitos deles se ofereceram para me dar um ramo, mas o meu maior espanto foi constatar que a minha própria mãe tinha uma destas em casa. Recordo-me de facto da planta lá estar, num vaso nas escadas do nosso prédio à porta de casa, foi dada à minha mãe por uma colega de trabalho e mesmo tendo já definhado e ressuscitado já conta com pelo menos 20 anos seguros. "Negociei" com a minha mãe e trouxe para casa, metade da planta que neste momento recupera de mais uma mudança de casa dos meus pais e que mostra sinais de ainda dar luta durante mais uns anos.
Uma amiga minha disse-me que a mãe dela tinha uma Monstera em casa que foi acompanhando o crescimento dela e da irmã chegando ao 1.80m de altura ao longo de vários anos, achei uma história bonita e que tinha de tentar o mesmo.
A minha Monstera está ainda em estágio, num balde metálico de zinco, a recuperar do corte que lhe dei, mas tem imensa raiz e as folhas não parecem ter esmorecido. Vou agora procurar um vaso grande e que lhe sirva de sustento para os próximos anos. Estamos confiantes que ela se vai sair bem, crescer, trepar e ficar com folhas largas e brilhantes.

(montagem feita com fotografias retiradas do Pinterest com a pesquisa Monstera Deliciosa)
Etiquetas:
coisas lindas e tal,
ecologia,
mega-projectos,
my darlings
19 de março de 2012
a actividade
Foi-nos pedida uma garrafa de água plástica, das pequeninas, para a realização de uma actividade para assinalar o Dia da Árvore.
Vou ter de comprar uma garrafa de água das pequeninas, beber a água para posteriormente ter um artigo desperdiçado de modo a ser reutilizado numa atividade lúdico-pedagógica.
É de mim ou isto não faz muito sentido?
Vou ter de comprar uma garrafa de água das pequeninas, beber a água para posteriormente ter um artigo desperdiçado de modo a ser reutilizado numa atividade lúdico-pedagógica.
É de mim ou isto não faz muito sentido?
31 de março de 2011
Kidsonroof
Mais uma marca de brincar e chorar por mais, Kidsonroof, é dinamarquesa, tem brinquedos inteligentes, com um design irrepreensível e que tanto agrada aos pequenos como aos maiores. Por mim, comprava TUDO, infelizemnte ainda não enviam para Portugal. Vamos aguardar e ficar atentos.
Vi aqui, mas para mais informações consultem o site http://www.kidsonroof.com
Muito bom.
Vi aqui, mas para mais informações consultem o site http://www.kidsonroof.com
Muito bom.
Etiquetas:
brincar brincar,
design,
ecologia,
my darlings
29 de março de 2011
18 de janeiro de 2011
Pochete das compras
Há tempos a minha sogra comprou este saco, desdobou-o e eu ajudei-a a resolver novamente o quebra-cabeças. Gostei do saco. Já tinha visto a mesma ideia noutros sítios de outras marcas, igualmente giros e práticos, este, porém, tem a vantagem de ainda contribuirmos para a caridade.
Hoje fui ao correio e lá estavam eles num pequeno expositor, e não é cedo nem é tarde, PIMBA, comprei o saquinho. Pu-lo na minha carteira e ao fim do dia, já o usei no supermercado do meu bairro e fiquei muito feliz e contente por não ter trazido mais um saco de plástico para casa.
Curiosamente, este não é o meu primeiro eco-bag, já tenho do IKEA, do Pingo Doce, daqueles em pano crú, e a triste realidade é que estou permanentemente a deixá-los em casa, ou no carro ou em casa de outras pessoas, este que comprei hoje, ao menos fica convertido numa pequena bolsa com fecho em velcro e quase nem se dá por ele na carteira (e a minha carteira é piquena!)
Gostei!
da UNICEF
Hoje fui ao correio e lá estavam eles num pequeno expositor, e não é cedo nem é tarde, PIMBA, comprei o saquinho. Pu-lo na minha carteira e ao fim do dia, já o usei no supermercado do meu bairro e fiquei muito feliz e contente por não ter trazido mais um saco de plástico para casa.
Curiosamente, este não é o meu primeiro eco-bag, já tenho do IKEA, do Pingo Doce, daqueles em pano crú, e a triste realidade é que estou permanentemente a deixá-los em casa, ou no carro ou em casa de outras pessoas, este que comprei hoje, ao menos fica convertido numa pequena bolsa com fecho em velcro e quase nem se dá por ele na carteira (e a minha carteira é piquena!)
Gostei!
da UNICEF
Etiquetas:
cenas da vida diária,
dicas,
ecologia,
teorias
24 de novembro de 2010
ECOBola - a minha experiência
imagem daqui
Bem vamos lá então despachar este assunto doméstico!
Lavei a roupa com a ecobola e tal como imaginava, a roupa, que não estava suja (apenas usada), saiu da máquina com aspecto lavado, embora tivessem sobrevivido algumas nódoas (babetes!) que depois tratei delas à mão.
Olho para a bola e lembro-me da história do Rei Vai Nú, quero mesmo acreditar que aquilo é fantástico, mas o factor psicológico do "cheiro a lavado" é forte e está tão entrenhado como uma nódoa de sopa, que o cepticismo é grande. De um modo geral, a roupa ficou com ar lavado, e isso levanta a seguinte questão:
- numa situação de roupa pouco suja, sendo a bola uma tanga, o que fazem os detergentes? claro que têm agentes desengordurantes que funcionam inquestionavelmente, mas será mesmo necessário usá-los?
Acho que podemos reduzir muitíssimo a quantidade de detergente a usar, ou mesmo usá-lo localmente nas zonas mais encardidas. Outro dia exeprimentei lavar roupa branca com duas colheres de sopa de detergente líquido e o resultado foi altamente satisfatório.
****para utilizadores de bimby****
Durante a minha ponderação sobre este drama doméstico, ocorreu-me a seguinte ideia, que pode parecer muito, muito parva, mas e se eu pulverizasse na bimby uma barra de sabão clarim? ou azul-e-branco? ou rosa? Imagino que estes sabões, altamente eficazes, e de composições mais simples (corrijam-me se estiver enganada) poderiam substiuir os detergentes usuais... estarei a ser muito "fora"?!
Não é uma ideia catita? :D
****nota para quem não domina a linguagem e tecnologia bimby****
pulverizar é uma das funções mais espetaculares desta máquina, ou seja, imaginem um copo cheio de feijão sêco, é duro não é!, se o pulverizarem, a máquina reduz o feijão ao mais fino pó - é lindo!
Etiquetas:
cenas da vida diária,
dicas,
ecologia,
teorias
12 de novembro de 2010
ECObola
Há uns dias uma amiga falou-me na ECObola, eu já a tinha visto numa bioshop à venda, mas só hoje estive a ler as instruções com mais atenção. Ainda não a testei mas o princípio parece ser fantástico, Diz nas instruções que devemos colocar a ECObola no tambor da máquina e mesmo a temperaturas baixas, 30º, os resultados são óptimos para roupas de sujidade intermédia. Se a roupa estiver mais encardida podemos deixar a bola de molho junto com a roupa, ou fazer uma pré-lavagem mesmo com sabão Clarim ou Azul e Branco; se não quisermos recorrer ao sabão em barra, podemos adicionar uma colher de chá de sal de cozinha ou uma quantidade mínima de detergente para a roupa na gaveta indicada da máquina.
Vamos a contas:
- eu paguei 35 euros pela bola (já as vi mais baratas na net, mas eu confio na pessoa que me vendeu e não vou acreditar que foi "levada" :D)
- lava mais 1000 vezes! (mas requer exposição solar mensal para activar as esferas cerâmicas)
- preço médio de um detergente líquido com mais de 40 lavagens - 8.50€
- preço médio de um amaciador com mais de 40 lavagens - 4.00€
Se fizermos duas lavagens por semana (escura e clara), perfaz 104 lavagens por ano, ou seja, 1/10 da utilização total da bola, logo gastamos apenas 3,50 euros em lavagem de roupa por ano!!!!
Acho que os números falam por si, e se isto der mesmo certo, nós já não vamos querer outra coisa.
Passo a citar a explicação do produto, podem ler mais em www.ecobolas.com.pt:
"É CONSTITUÍDA POR CERÂMICAS NATURAIS.
Os raios infra-vermelhos alteram as combinações moléculares de hidrogénio na água em pequenos conjuntos, dando-lhes maior poder de lavagem e irradiam iões negativos que enfraquecem a aderência da sujidade;
Cerâmicas Alcalinas mantêm o pH próximo de 10 (como os detergentes), ajudando a remover a sujidade;
Cerâmicas Antibacterianas eliminam o bolor e os organismos patogénicos na máquina de lavar e activam a água;
Cerâmicas Anticloro eliminam o cloro presente na água, retirando tensão à água e aumentando o poder de limpeza;
A Bola está concebida para uma duração superior a 3 anos ou mais de 1000 utilizações.
ESTA BOLA FOI CONCEBIDA CIENTIFICAMENTE PARA LAVAR , LIMPAR E DESINFECTAR A ROUPA SEM USO DE QUALQUER DETERGENTE OU AMACIADOR."
Para quem tem problemas de pele, ou tem crianças julgo que esta deve ser uma boa opção. Estou espectante, e assim que fizer um dia de sol e eu conseguir activar a minha bola, eu dou notícias!
Vamos a contas:
- eu paguei 35 euros pela bola (já as vi mais baratas na net, mas eu confio na pessoa que me vendeu e não vou acreditar que foi "levada" :D)
- lava mais 1000 vezes! (mas requer exposição solar mensal para activar as esferas cerâmicas)
- preço médio de um detergente líquido com mais de 40 lavagens - 8.50€
- preço médio de um amaciador com mais de 40 lavagens - 4.00€
Se fizermos duas lavagens por semana (escura e clara), perfaz 104 lavagens por ano, ou seja, 1/10 da utilização total da bola, logo gastamos apenas 3,50 euros em lavagem de roupa por ano!!!!
Acho que os números falam por si, e se isto der mesmo certo, nós já não vamos querer outra coisa.
Passo a citar a explicação do produto, podem ler mais em www.ecobolas.com.pt:
"É CONSTITUÍDA POR CERÂMICAS NATURAIS.
Os raios infra-vermelhos alteram as combinações moléculares de hidrogénio na água em pequenos conjuntos, dando-lhes maior poder de lavagem e irradiam iões negativos que enfraquecem a aderência da sujidade;
Cerâmicas Alcalinas mantêm o pH próximo de 10 (como os detergentes), ajudando a remover a sujidade;
Cerâmicas Antibacterianas eliminam o bolor e os organismos patogénicos na máquina de lavar e activam a água;
Cerâmicas Anticloro eliminam o cloro presente na água, retirando tensão à água e aumentando o poder de limpeza;
A Bola está concebida para uma duração superior a 3 anos ou mais de 1000 utilizações.
ESTA BOLA FOI CONCEBIDA CIENTIFICAMENTE PARA LAVAR , LIMPAR E DESINFECTAR A ROUPA SEM USO DE QUALQUER DETERGENTE OU AMACIADOR."
Para quem tem problemas de pele, ou tem crianças julgo que esta deve ser uma boa opção. Estou espectante, e assim que fizer um dia de sol e eu conseguir activar a minha bola, eu dou notícias!
Etiquetas:
cenas da vida diária,
dicas,
ecologia
23 de março de 2010
Quinta da Paiva
Há uns tempos vi na televisão uma reportagem sobre este parque, a Quinta da Paiva, na Serra da Lousã.
Ora aqui está um projecto interessante de integração social de quem é desfavorecido e excluído.
Ainda não fomos lá mas a coisa promete!! Quando eu era pequena este era sem dúvida o meu programa preferido, ir a um parque e ver a bicharada solta e interagir com ela. Em Portugal há mais parques deste género tais como o Parque Biológico de Gaia e o Badoca Safari Park, e são excelentes alternativas a ficar em casa ou a pirosada do shopping.
Depois disto não há como não saber que as galinhas do supermercado têm penas e correm de um lado para o outro!
Etiquetas:
brincar brincar,
cenas da vida diária,
ecologia,
tou aqui tou ali...
11 de março de 2010
Eco-brinquedos
Uma das coisas que mais gosto de fazer é de escarafunchar nos cantinhos da internet à procura de inspiração para brincadeiras futuras. Vou começar a partilhar mais as minhas descobertas para que de forma SUPER económica consigamos passar uma tarde divertida e inteligente com a pequenada. Digam lá se este fogão não tem uma grande pintarola! A melhor parte é que quando a criança se farta do fogão é só transformá-lo noutra coisa qualquer ou então levá-lo ao ecoponto mais próximo.
Podem encontrá-lo por aqui juntamente com outras coisas fixes aqui e aqui.
Basicamente isto é de perder a cabeça com tanta coisa bem feita, o plástico já era!!!
22 de fevereiro de 2010
Madeira
Foram muitos litros de água que aquele solo não conseguiu reter e veio tudo por aí abaixo levando a cidade à ruína. Estamos atentos, estamos solidários.
Foto daqui.
Etiquetas:
cenas da vida diária,
ecologia,
incrível
21 de setembro de 2009
O algodão não engana

Quando fui para a maternidade disseram-me logo assim "olhe nós aqui não aconselhamos a utilização de toalhitas de bebé", isto porque são muito abrasivas na pele fina do bebé. Por mim tudo bem, então o hospital disponibilzou-nos umas esponjas finas para molharmos à torneira e depois limparmos o bebé. O esquema funcionou para mim e até hoje continuo a não usar toalhitas na Leonor. Compro algodão em rama básico ou em formato quadrado para desmaquilhar e com uma tacinha de água limpo o rabo da Leonor quase a custo zero e sem correr o risco dela fazer alergias aos químicos presentes nas toalhitas comuns. Claro que eu também não sou fundamentalista, e em viagem não há nada mais prático, mas o facto é que é assustador ver a quantidade de espuma que sai de uma toalhita se a espremermos numa tacinha com água. Incrível é também ver os ingredientes das toalhitas! Eu não conheço a grande maioria dos químicos, mas pelo que já li algures é que os Parabenos são altamente nocivos e actuam ao nível das hormonas da reprodução, e o mais extraordinário é que a maior parte dos produtos para bebé contém esse químico.
Por este motivo eu continuo na minha, água do cano e algodão em rama, é barato, ecológico e minimamente seguro ;)
19 de julho de 2009
Nascer e Crescer Ecológico

No seguimento do post anterior, e já que falamos de ecologia, mostro-vos um livro que a Tica e o Tuga nos ofereceram recentemente. "Nascer e Crescer Ecológico", Civilização trata de uma abordagem de vários temas ligados à puericultura sempre com uma forte vertente ecológica. A sinopse não pode ser mais clara e diz assim: "De fraldas reutilizáveis a formas de limpeza ecológicas, roupa, alimentos e brinquedos, este livro apresenta conselhos práticos para cuidar dos bebés e do planeta de forma sustentável." Tal como os outros livros que tenho sobre o tema "bebé", este é mais um que vou consultado com regularidade. Confesso que não sou fundamentalista da ecologia, e que como qualquer pessoa cometo os meus pecados, mas tenho sempre a minha consciência ligada àquilo que deveria ou não ser feito. Posso dizer-vos que toda a mobília e pequenos objectos do quarto da Leonor já são em segunda-mão. Ainda não temos cama de grades e essa será comprada, pois já há milhões de anos que não há bebés na família para reaproveitarmos a dita cuja. O carro foi comprado tendo sempre em mente a sua durabilidade para depois ser passado adiante para os bebés, que certamente, aí virão :) E depois é o prazer de utilizar coisas que já foram minhas e dos meus irmãos e comprovar que os materiais de há 30 anos estão aí para qualquer desafio.
Este livro aborda precisamente estes factores, os da reutilização e reciclagem, mas foca também que é essencial REDUZIRMOS o consumo desnecessário de coisas. Na minha opinião vou tentar reduzir ao máximo o número de brinquedos nesta casa, primeiro porque uma criança pequena não precisa de muita coisa, segundo há sempre alguém que gosta de oferecer, terceiro as coisas banais do dia-a-dia são fantásticas e estimulam significativamente mais a imaginação dos pequenos.
18 de julho de 2009
Alfazemas

Ora que revelamos mais um cantinho do quarto da Leonor. É já um projecto que se arrasta, confesso, mas desengane-se quem achar que ainda há muito mais a mostrar :)
Será aqui neste sítio que a nossa piquena irá comer e dormitar no colo de quem calhar.
Hoje estivemos a plantar umas alfazemas de forma a proteger melhor o mega-vidro do sol de outono que aí vem. O pai do RP fez estas estupendas floreiras, trouxemos terra lá do minho, comprámos outra num horto assim como as alfazemas. De todas as espécies de plantas que poderíamos escolher optámos por alfazemas. Porquê? Foi fácil, queríamos uma planta que resistisse bem ao calor, tivesse forma de arbusto, fosse curriqueira no nosso país e que desse flor. Claro que o perfume e a possibilidade de fazer cheirinhos para as gavetas a custo zero também foi tido em conta. O objectivo é que, quando for possível, seja a Leonor a responsável pelo seu canteiro. É muito importante que as crianças tenham responsabilidades ecológicas, que sintam que um ser vivo dependa do seu cuidado, ainda que seja uma planta. As plantas não se queixam, não podem fugir e procurar um dono mais responsável, por isso há que ter em consciência que o papel do jardineiro é de máxima relevância!
Creio que o efeito ficou óptimo e com o passar do tempo os arbustos vão abrir e desenvolver-se em todo o seu esplendor. Deixo a seguir todo o material e etapas que passámos para ter o resultado final.
Etiquetas:
cenas da vida diária,
dicas,
ecologia,
my darlings,
o quarto
12 de junho de 2009
Revista eco e não só...
Aqui está um bom exemplo de uma revista ecológica (totalmente virtual, sem venda impressa) e que fala de tudo o que é tendências de design, arquitectura, arte, música, cinema e outra coisa qualquer que nos apele aos sentidos.A Magnética está aqui e este mês tem um artigo sobre os piquenos.
A propósito de coisas que nos apelam aos sentidos deixo aqui a referência à loja Didakto, na Boavista (Porto), tem brinquedos didácticos feitos de madeira, e não só. Um local a visitar, e depois porque não descer um pouco a avenida e tomar um café à esplanada de Serralves e ver uma exposição. Todo o espaço é fantástico, refrescante e óptimo para quem anda com (e sem) crianças.
17 de março de 2009
Berço de Papelão

Encontrei casualmente este projecto aqui. Um dos meus maiores desafios é comprar o mínimo de coisas e que estas ocupem o mínimo espaço durante a sua utilização. Quando moramos numa casa pequena temos que ser práticos e o segredo para isso está em gerar o mínimo desperdício de espaço. Resumidamente, quando eu olho para um objecto, seja qual for a sua natureza, desde electrodoméstico, passando por mais um casaco ou nas futuras coisas do babe, eu penso duas vezes no espaço que essa nova aquisição irá ocupar e o tempo de vida útil que terá. Vendo esta alcofa/berço vejo que alguém veio directamente na minha direcção em termos de filosofia. Uma cama que depois de ser usada durante 3 meses podemos desmontar e por no papelão, guardar numa gaveta ou se estivermos com frio até a enfiamos na lareira. Neste momento já tenho caminha para o babe, mas fiquei de olho nesta.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


























