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16 de agosto de 2018

9 anos!



O dia do nono aniversário dela amanheceu tal e qual há nove anos, nevoeiro, tristonho e com poucas promessas, no entanto, ao correr das horas tudo mudou, o sol apareceu, o vento parou, o calor ficou e nós aproveitámos o dia até ao limite.
A festa foi orientada em dois ou três dias, quase esteve para não acontecer, ora porque temos tido muito para tratar, ora porque não há convidados ou porque o tempo está mesmo ranhoso.
Se o bom de fazer aniversário em pleno verão é ter muitas alternativas no exterior (piquenique, praia, floresta, rio) por outro lado as baixas de amigos e familiares é um ponto negativo. No final tudo se alinhou, juntámos um pequeno grupo muito animado e conseguimos mais um dia memorável gravado nestas crianças!
Ela animadíssima.
Nós de coração cheio.



O bolo, feito por mim, é apenas um pão de ló com cobertura maravilhosa de chocolate negro e maisena. Por cima estão decorações escolhidas pela senhora aniversariante. Para combinar os tons de rosa tingi o côco com corante alimentar vermelho e ficou muito giro.
Num frasco com tampa coloquei o côco necessário para cobrir todo o bolo. Diluí uma gota de corante vermelho num bocado de água (fundo de um copo); verti essa solução para o frasco, tapei-o e agitei até a água tingir uniformemente o côco ralado. Na fotografia não se nota muito bem, mas estava rosa clarinho e ficou com um efeito muito simples e bonito. Fica a dica ;)

15 de agosto de 2017

8 anos!

Há oito anos estava eu a pensar para com os meus botões como é que tinha sido possível aquela pessoa tão pequena ter saído de dentro de mim como um foguete. Uma criança que é tão fácil agradar, que passa horas divertida com as coisas mais simples e que um balão gigante em forma de 8 fosse logo um momento bombástico cá em casa.
Que sejas sempre feliz e que esse teu minimalismo te acompanhe sempre meu amor.



3 de setembro de 2016

A voz da professora



Só depois de ter uma filha como a minha é que a voz da professora do Charlie Brown passou a ter outro significado. Antes sinceramente nem me dizia nada, mas agora, imagino a minha filha na escola e junto os relatos da professora e só posso enquadrá-la neste fom-fom-fom.

Oh pá a sério, já disse que estou a ficar com um crises de ansiedade só de pensar neste ano letivo?

16 de agosto de 2016

7 anos, já?!



Está tão crescida a nossa mais velha que nem sei bem escolher as palavras para escrever o post do aniversário dela.
Hoje fizemos a festa na casa dos avós do Minho, foi ela que pediu e assim se concretizou, tal como há dois anos. Vieram as primas e mais primos e tios e juntamo-nos aqui para lhe cantar os parabéns mas também para por a conversa em dia que é para isso que servem as festas.
Ela andou no seu elemento, é unha e carne com a prima grande, não se largam estas duas cada vez mais altas, com pés enormes, pernas que não acabam, gritam e correm todo o dia e parece que não se cansam. Para o aniversário, a nossa mais velha tinha na ideia um par de patins, pesquisámos, fomos ver alguns pares e no fim optámos por uma trotineta e a verdade é que desde que abriu a caixa que só a pousou por breves momentos tal foi o corrupio cá em casa.



À semelhança da festa de há dois anos, ela também pediu uma pinhata, mas para não estar a repetir a graça optámos por uns balões de água. A coisa prometia, as crianças estavam loucas mas por inexperiência nossa, pousámos os cestos dos balões na relva e rebentaram-se imediatamente uns 50 balões :(((( os restantes foram atirados tão rápido uns aos outros que não cheguei a tempo de fotografar, que neura!!! Diz que se divertiram bastante nesse bocadinho que eu vim à cozinha...



O bolo foi outra aventura, tínhamos combinado uma cobertura de mirtilos e framboesas com folhinhas de menta, assim uma coisa boémia e gira, escolha dela. Fui ao supermercado e não havia nem mirtilos, nem framboesas e tive que me desenvencilhar com o que trouxe de casa. Peguei nos M&Ms e pintei o sete assim em modo disco 80's sobre chocolate negro e fundo minhoto e a miudagem gostou e ficou resolvida a questão. 




Parabéns meu amor, há 7 anos a desafiar a nossa paciência, a nossa energia e a surpreender-nos com a tua alegria e inteligência. Amamos-te muito muito muito***

3 de fevereiro de 2016

sobre a necessidade de arte

"We say, correctly, that every child has a right to food and shelter, to education, to medical treatment, and so on. We must understand that every child has a right to the experience of culture. We must fully understand that without stories and poems and pictures and music, children will starve."

Ler todo o texto aqui.

16 de dezembro de 2015

músicas para a nossa semana

A nossa semana está a oscilar entre o caos e o drama, pelo meio temos momentos natalícios.


(o vasco gosta muito desta versão que o papá lhe mostrou, muito enérgica vá)


(Vasco ensaia para a festa de natal em plenos pulmões a toda a hora)


(Leonor anda com a cabeça na lua e só pensa em ensaios, velas e anjinhos e quebra nozes)

Nós havemos de sobreviver a mais uma época natalícia frenética!

12 de novembro de 2015

Não há dias perdidos

No meio do corre-corre, choradeiras, leva, traz, supermercado, jantar, banhos e coiso, há sempre uma brisa que nos faz sorrir:

- Mãe, já sei ler! Mas é só na minha cabeça.

passado uns momentos

- Olha, ali diz Mimosa!


:DDDD

18 de setembro de 2015

o primeiro dia da escola primária

Começou hoje uma nova fase da vida dela, a escola primária e toda uma série de desafios pelos quais todos nós já passámos e que sabemos que nem sempre são fáceis mas não são de todo impossíveis de concretizar. Deixando de parte (mas não esquecendo) que esta não é a escola que nos facilita a vida diária, que não fomenta a independência da nossa filha fora de portas, que teremos de lidar de vez em quando com um agrupamento esquisito, não dialogante e muitas vezes dúbio, vamos entrar neste ano lectivo de cabeça.
Tenho andado enervada com este dia, aborreci todos à minha volta com a questão das colocações dos miúdos e do quão injustiçada me senti por todos os motivos que invoquei e mais alguns. Enfim, encaro isto como um choque com a realidade, faz-se o que se pode, chateia-se quem deve ser chateado e no fim ganham sempre os mesmos. Enfim, passemos em frente e trabalhemos com o que temos em mãos que isto podia ser ainda pior.

Chegou portanto o grande dia, ontem fomos conhecer a professora e os outros pais, tudo pessoas simpáticas, interessadas em ouvir a professora que nos pareceu experiente, muito prática e com muita abertura para dialogar com os pais fazendo um ou outro alerta e recomendações para o bom desempenho das crianças: Devemos alimentar bem as nossas crianças e não ter expectativas muito altas nestes primeiros tempos, que são sobretudo de ajustamento.




Hoje foi o dia dela, foi só de manhã e embora estivesse ansiosa e choramingona, quando viu uma cara conhecida na sala descontraiu e por fim até me disse que saísse porque os outros pais já estavam a ir embora. Eu estava bastante enervada, isto de levar um filho para a escola primária tem o que se lhe diga e nada tem de banal. Sim é uma nova fase e tal, mas a partir de agora acabou-se a brincadeira, a vida sem horários, a vida sem avaliações, a vida sem comparações. Quando a fomos buscar, parecia um pouco intimidada com a quantidade de pais junto ao portão, mas assim que me viu abriu um grande sorriso e toda ela era saltinhos tão característicos da sua personalidade. Disse que gostou da professora, que de facto lhe fazia lembrar a avó, que desenharam a mão, foram ao pátio e que partilhou a maçã do lanche com um menino que não tinha levado o que comer. Creio que foi um bom ponto de partida. Depois fomos almoçar ao restaurante favorito dela e passámos a tarde no escritório para começar desde já a entrar na rotina que começa para a semana.




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Tudo o que diga respeito ao ensino é algo que me cativa, tento dar o meu melhor para motivar os meus filhos e despertar a curiosidade deles. O início da escola primária será também para mim uma (re)descoberta e motivo de escrita, creio que este blog poderá também iniciar uma nova fase onde dissertarei certamente sobre este assunto que é também um mega-desafio.

27 de agosto de 2015

as festas


Este ano, pela primeira vez fizemos-lhe uma festinha com os amigos da escola. Com o pretexto de ser uma espécie de despedida dos colegas, conseguimos juntar um grupo jeitoso (em agosto é um bico de obra...) e lá foram eles queimar calorias para um daqueles playcenters. Confesso que não é nada o meu género de escolha, mas este ano achei que "oh que se lixe" só se faz 6 anos uma vez e eu própria tive uma festa do género quando fiz os meus seis anos. Os miúdos A-M-A-R-A-M até o Vasco nem dormiu em condições porque há dias que só pensava "Na Festa!!". Em cerca de duas horas os garotos extravasam toda a energia que acumularam durante a noite. Optei por marcar a atividade para as 10 da manhã, assim o assunto ficou logo despachado e a tivemos tarde livre para o segundo round - a festa familiar.



Em casa, à tarde, fizemos um pequeno lanche para os avós, tios e primos, algo já mais ao meu gosto, mais simples, uma coisa mais contida onde os primos puderam brincar à vontade e nós pusemos a conversa em dia. O bolo era de côco, não subiu grande coisa (terei de rifar esta forma) mas com uma cobertura de chocolate tudo fica mais apetecível. A Cinderela e o Príncipe deram o toque (piroso qb) final. Ela, em vez de usar a roupa que eu (com tanto empenho) escolhi, chegou do quarto com o vestido de princesa que usa todos-os-dias-todos-os-dias, não se aguenta!!! Mas eu estava por tudo, quis lá saber, se era assim que ela estava feliz, eu também estava. Vestido de princesa, brincos de molas, colar da amizade, coroa de plumas e varinha de condão, foi assim que a minha filha celebrou os seus seis anos. Para mim, esteve espetacular!




25 de agosto de 2015

6 anos


A escrita tem andado muito atrasada, tão atrasada que ainda nem escrevi sobre o facto dela já ter feito 6 anos, um verdadeiro marco. É como se tivesse chegado a uma nova etapa da infância dela, a primeira com maiores responsabilidades, onde vai começar a ganhar conhecimentos teóricos que lhe serão úteis para toda a vida - ler, escrever, contar. Já tem livros, já tem mochila e umas coisitas de papelaria, anda sempre de volta dos desenhos e agora tem-se dedicado em particular a desenhar a Rapunzel com tranças altamente sofisticadas, cheias de flores e rendas.
Muito enérgica, está altinha, a roupa está toda a fugir-lhe pelos braços e pernas, lá teremos de ir às compras ver os básicos e reorganizar as gavetas do quarto. Tem dois dentes novos e outros prestes a cair, desta vez não se safa de ficar com uma baliza aberta. Continua fiel à sua tendência distraída, sempre no mundo da fantasia, a falar com as personagens que tem na cabeça. Veste-se de princesa todos os dias, dança em frente ao espelho mas repete os avisos de que em setembro não vai regressar ao ballet... a ver vamos, menina!

Péssima para comer, não é que não goste, que até gosta, mas é lenta, não se mantém sossegada a comer, levanta-se, come com as mãos, troca os talheres, chateia-nos e preocupa-nos. Um dia de cada vez, pensamos nós... mas a verdade é que a partir de setembro não vai haver ninguém que se preocupe se ela comeu tudo ou pelo menos metade ao almoço e isso terá de ser resolvido por ela.

Por tudo isto e muito mais que não cabe aqui dizer, parabéns meu amor mais querido**

24 de julho de 2015

Leonor fotógrafa


Como muitas crianças, também as nossas estão bastante familiarizadas a ver-nos a fotografar, seja em trabalho ou nos momentos de lazer, as máquinas fotográficas estão sempre por perto. Há dias ela pediu-me a máquina, que por ser bastante pesada não costumo emprestar, mas naquele dia fiz-lhe a vontade e ela divertiu-se muito!! Fartou-se de disparar e estes foram alguns dos resultados, claro que não podiam faltar alguns auto-retratos com ar cómico.











Em termos de edição apenas retoquei o contraste e brilho, os enquadramentos estão no formato original. Nada mal :D

14 de junho de 2015

O primeiro dente já era!

Hoje caiu-lhe o primeiro dente.
Não caiu, ela arrancou. Ela arrancou!!

Já há vários dias que o dente ameaçava e eu pressionava para ver se aquilo não lhe ía parar ao prato da sopa ou pior. Hoje tentei tirá-lo com um pedaço de algodão, senti que ficou muito frouxo mas não saiu. Depois de almoçar, lanchar e jantar a coisa estava por pontas e ao escovar os dentes vi logo que dali não passava. Forcei mais um bocadinho com a escova e depois ela meteu-lhe os dedos e pimba, arrancou-o de uma vez.

Ficou num mix de choque, admiração e sentimentalismo, fartou-se de chorar não de dor, não pelo sangue, mas porque queria o dente de volta no sítio. Que não queria um buraco na boca, que não podia ir assim para a escola e chorou e chorou. O facto de estar cansadíssima, por estarmos de mini-férias também não ajudou, deitou-se a choramingar mas já conformada que foi corajosa, que a mãe teve de ir ao dentista e que muitas das meninas da sala dela já têm dentes novos e que agora foi a vez dela. Apagou-se a luz e dali a um bocado, já me disse que o Leo também já tem 3 dentes novos e até consegue assobiar. Pronto, está tudo dito, se o Leo consegue tal feito, tu também vais conseguir.

Venho-me embora do quarto e só oiço o mais novo a dizer: mamã, a mana arrancou o dente!!


Rica filha mais velha***

21 de maio de 2015

o primeiro dente

Estava eu a inspecionar a escovagem dos dentes dela quando de repente vejo um dente enorme por trás do incisivo que lhe nasceu em primeiro lugar há 5 anos.
O dente da frente ainda não abana e aqui está mais um ponto em comum comigo, que me nasceram uns poucos dentes antes dos de leite terem caído.
E eu a pensar que se calhar ela chegava aos seis anos com os dentinhos todos fofos, mas já estou a ver que não...


oh pá, a sério!!! :D

22 de abril de 2015

O início de uma nova fase


Hoje fui inscrevê-la ou matriculá-la (nem sei bem) na escola primária. Aproxima-se do fim, uma era de descontração, de horários flexíveis e de brincadeira a 100%. Ainda não sabemos em que escola fica, não seremos nós a ter essa decisão, será uma secretaria geral que olha para um monte de processos e os começa a separar consoante os critérios que estão definidos. Para este primeiro ano, propus-me a acompanhá-la o máximo que puder. Vou (tentar) dispensar atividades de enriquecimento (seja lá que enriquecimento é esse), vou (tentar) dispensar Tempos Livres, vou (tentar) acompanhar o estudo dela diariamente porque (em princípio) o posso fazer. Acho importante dar este apoio pelo menos no primeiro ano, o ano de tantas mudanças, em que ela terá de fazer um ajuste enorme de postura e responsabilidade perante tudo o que vem por aí.
Gostava que ela ficasse numa escola com bons professores, boas instalações e bons colegas, que comesse bem (e depressa) ao almoço e que fizesse apenas uma atividade desportiva ou cultural durante a semana. Vamos tentar manter o fim-de-semana livre de atividades e de grandes estudos, porque efetivamente o fim-de-semana serve mesmo para isso, para por um fim na semana de trabalho.
Já imagino os recados que ela vai trazer para casa, que é uma aluada, que fala para o ar, que não se mantém sentada, que não come nada... Espero não ter que me enervar demasiado com regras que de certeza me vão parecer desnecessárias e que em nada contribuem para o sucesso escolar dos miúdos.
Mas também estou entusiasmada por ver a sua evolução, por vê-la ganhar mundo, ler os livros que lhe comprei ao longo dos anos, ler coisas que não deve, relacionar isto e aquilo, decorar a tabuada, tanta coisa!
Hoje, ao entregar aqueles papéis, senti que o meu bebé já está enorme e que me foge do colo.

11 de março de 2015

dos backups


Nos últimos dias tenho aproveitado algum tempo para fazer um backup do meu arquivo fotográfico, ainda não terminei a tarefa, mas de vez em quando abro uma ou outra pasta e descubro verdadeiros tesourinhos. Um desses ficheiros foi a fotografia da esquerda, que nunca chegou a ser publicada.
Lembro-me perfeitamente de ter tirado esta fotografia com o objetivo de falar sobre aquele vestido e depois nunca mais foi dia de escrever sobre isso.

Hoje, passados quase 4 anos, vou então escrever mais ou menos o que tinha pensado naquela altura.

Ambos os vestidos foram feitos pela minha avó, ou seja, a bisavó da Leonor. Quando eu era da idade dela, tive a sorte de ter muitos vestidos feitos em casa, com vagar, preceito e que pela sua simplicidade sempre me pareceram perfeitos para os replicar passados 30 anos. Na altura, pedi então à minha avó que fizesse dois vestidos com duas características muito particulares, não deveriam ter cintura e tinham de ter alças de tiras. Para os distinguir deixei a minha avó escolher os tecidos que lhe parecessem mais giros ou queridos e pedi ainda que um dos vestidos tivesse o peito em crochet e o outro peito em franzido com elástico. E assim foi, a minha avó fez tal e qual o que eu pedi e a Leonor ficou perfeita. O melhor é que o vestido da direita, que ela usou no dia em que fez dois anos, ainda lhe serve, só que agora é uma túnica, mas o facto de ter o franzido aumenta em muito a sua longevidade. Isto é o bom de ter uma menina, conseguir esticar 4 anos uma peça de roupa de criança não é para todos!!

Obrigada avó!

:)


15 de fevereiro de 2015

66 meses


Hoje ela faz 5 anos e meio, o meu primeiro bebé, como é que chegámos até aqui? Que rapidez! Os dias passaram tão rápido desde o dia em que ela nasceu que sinceramente, quase nem demos por isso. A partir de hoje ela vai oficialmente "a caminho dos seis", já não podemos dizer que "fez cinco", não... agora dizemos "ela vai fazer seis em agosto" e de seguida vai para a escola primária.
Com cinco anos e meio está muito astuta embora nos engane com o seu ar aluado. Ouve o que se passa, mas não olha, passa por nós sempre a correr e a saltar, continua a gostar dos seus momentos de silêncio, a sós consigo mesma, mas gosta muito de chamar o irmão e fazerem corridas juntos, enfiarem-se no roupeiro e cantar o "brilha brilha estrelinha" aos berros, de preferência.
Adoro sair com ela, independente do sítio onde vamos, tenho de responder a inúmeras perguntas sobre o que estamos a ver, comprar ou seja o que for, é sempre muito bom e ela porta-se lindamente em todos os sítios.
Durante a semana  começa a ser difícil tirá-la da cama, mas ao fim-de-semana nem por isso. Sinto-lhe aquela eletricidade nos olhos que me diz que quer fazer coisas, desde fazer bonecas de papel, ou andar de bicicleta, ver bonecos a tarde toda enrolada na manta com os peluches mais queridos. Adora fazer bolos comigo e rapar as colheres, taças e demais utensílios, sobretudo se a massa for de chocolate!
Começa também a perguntar-nos sobre coisas do passado, sobre as férias no Algarve, ou quando fomos à neve e ficámos num hotel, o zoológico ou o oceanário, que temos de voltar e mostrar tudo ao Vasquinho! Cada dia ela demonstra mais prazer em ser a mana mais velha, guia o irmão, explica-lhe que o dia é diferente da noite, conta-lhe histórias e ele também se diverte em ser o irmão mais novo...

Iniciámos agora uma espécie de count-down para o fim dos dias descontraídos, sem trabalhos de casa, sem horários, com a possíbilidade de não ir à escola porque dormiu menos do que seria suposto. Se por um lado tenho pena do fim da "primeira infância", também vejo com entusiasmo a chegada da nova fase, vê-la descobrir o mundo lendo tudo o que está disponível, perceber melhor o que se passa à sua volta, tomar decisões e lidar com as frustrações próprias de quem está a ser avaliado ou julgado pelos seus pares.
Desde que os seus olhos continuem a sorrir, por mim, está tudo bem, que não preciso de mais nada.

Mas são cinco anos e meio...

15 de janeiro de 2015

eu gostava de ter umas luvas!


Há alguns dias íamos para a escola e ela disse-me que gostava de ter umas luvas, daquelas todas inteiras (como as da Elsa e Ana, sim, a saga continua...)
Após perceber que não as ía encontrar nas lojas que me eram mais próximas, fiz uma pesquisa online e foi aí que descobri que eu própria as iria fazer. Para saberem tudo, vejam o meu novo artigo no Eu, Mãe vão ver que é fácil, fácil!

25 de setembro de 2014

pensamentos dela - para que eu não me esqueça

1 - eu estava de saída à noite para uma coisa combinada com a minha mãe e arrumava a cozinha.

ela: Mamã, também vou sair à noite!
(abre a porta da lavandaria, sai e volta a entrar na cozinha)
pronto já saí e já cheguei.



2 - sobre o beliche, logo pela manhã ainda deitada na cama

eu: sabes, hoje vamos buscar as peças para montar o beliche, está quase tudo pronto!
ela: acho que vou ter medo de subir a escada e dormir lá em cima.
eu: não te preocupes, o beliche não vai ser alto.
ela: e se pusessemos um escorrega? eu subia e descia por ali!!!
eu:!!!



3 - fui ver a estreia dos Maias; no dia seguine:

ela: quando vieste à noite não me vieste dar um beijinho... (tristonha)
eu: eu vim, mas estavas a dormir.
ela: chegaste às dez?
eu: não, cheguei à meia-noite.
ela: à hora da Cinderela?
eu: sim :)))

ela: e viste os irmãos Maias?
eu: vi.
ela: e como foi o fim?
eu: eles foram fazer uma grande viagem, mas cada um foi por um caminho diferente.
ela: e viram coisas diferentes?
eu: sim, coisas mesmo giras de certeza.
ela: os manos!


3 de setembro de 2014

hoje no rádio



Gosto imenso desta música, e ela, pelos vistos também. Saímos do carro e ela continuou a cantar até chegarmos ao portão da escola :)

15 de agosto de 2014

5 anos!

E o 15 de agosto nunca mais foi o mesmo.


Este ano, celebrámos os 5 anos da riqueza mais velha, nos avós do Minho e foi um dia super animado, uma excitação que começou de madrugada e foi quase até à hora de jantar. Muitos foguetes, muita gritaria, muita choradeira, muita maluquice, muito riso, uma festa a valer!!!
Pela primeira vez fiz uma festa temática, claro que só podia ser o Frozen, que é conversa cá em casa todos os dias desde Dezembro. Comprei uma saia cheia de gelados da Cherry Papaya e mandei estampar uma t-shirt para cada um dos miúdos e foi logo a loucura número 1, tivemos que tirar uns retratos em vários sítios, inclusive na procissão cá da terra porque em dia feriado tem que haver procissão!
Depois fiz um magnífico bolo de chocolate (onde usei um Lindt 70%), fiz uma cobertura imaculadamente branca com marscaponne e polvilhei com côco ralado para dar um ar de serra nevada. Para rematar, recortei as manas Anna e Elsa e espetei-as - SUCESSO!
Para animar ainda mais o panorama, uma amiga nossa da Happy - Brindes & Festas, ofereceu pompons e uma pinhata em forma de prisma tudo nas tonalidades geladas. Tudo feito em segredo das miúdas mais velhas, porque as crianças mais pequenas não sabem bem explicar o que estão a ver, portanto, tudo certo! Quando elas apareceram foi uma confusão, nem sabíamos se cantávamos os parabéns ou se íamos tratar da pinhata :D

















Por fim, resumindo e concluindo, a festa foi um sucesso, as crianças chegaram ao fim do dia completamente sideradas, fritaram-nos a paciência com muitas birras, mas o que realmente interessa é lembrar as caras de espanto que foram fazendo ao longo do dia.
Vale mesmo a pena!!!!



A todos que se lembraram de nós, o nosso muito obrigado***

À menina que nasceu no mesmo dia e no mesmo ano da Leonor, os nossos parabéns :) (a mamã é nossa leitora)