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22 de setembro de 2017

E por falar em hordas de turistas!!

Este video tem realmente muita graça :DDDD Bom fim-de-semana!!

2 de julho de 2017

2 de julho e os museus são grátis ao domingo


Há alguns meses li o seguinte texto da Raquel Varela e que passo a citar na íntegra:

"Filhos, sinal exterior de riqueza

Entre o Natal e o Ano Novo estive de férias. Fiz com os meus filhos o que queria fazer. Fui a bons concertos, adequados a eles, claro; levei-os a ver bons filmes (Ken Loach, Kusturica e Chaplin), cozinhámos juntos, tocámos piano, e sai música de lá!; andámos de trotinete; fizeram surf; até um cavalete de pintura comprámos, onde, com um livro de arte na mão, treinámos as primeiras tentativas de pintura a óleo; convidámos os amigos deles para sair; brincaram e passearam com a família, as primas, que adoram; lemos, muito, e conversámos sobre a leitura, jogámos cartas. Só em três idas ao cinema gastei quase 60 euros porque pagam como adultos; como algumas das vezes convidei os amigos, subiu para 100 euros, 20% do ordenado mínimo – ir ao cinema! Ah, têm 12 anos, mas pagam tudo como adultos: subir o elevador da bica – 3,70 cada; o bilhete de comboio da linha para Lisboa – nesse dia levei 4 crianças, 17 euros ida e volta; a entrada no castelo custa 8,50 para adultos – não entrámos, há limites…Juntem pinturas, pincéis, concerto, livros…A única coisa gratuita foi o Museu do Aljube, que adoraram, e as igrejas de Lisboa. Juntem uns gelados banais, uns hambúrguers, um chá com bolo em Alfama, sem luxos, passear na nossa cidade. Se tivesse ficado em casa tinha comprado duas playstation, uma para cada um, que os «educavam» o ano inteiro…Há muito tempo que tento dizer isto quando oiço dizer «no país há pobreza mas todos têm um bom telemóvel» – não há nada tão barato para educar filhos como Televisão e jogos de computador e telemóveis. É aí, no aumento da produtividade dos pais, no catatonismo anti-social e virtual dos filhos, que reside o boom das novas tecnologias para crianças que, ainda por cima, actuam no cérebro exactamente como uma droga, promovendo mecanismos de recompensação e satisfação ao nível do cérebro cada vez que estes tocam num botão e o boneco salta, porque o objectivo foi alcançado. 
Esta nova onda de babysitter electrónica é o espelho não da potencialidade da modernização mas da sua decadência. E deixem-me colocar o dedo na ferida – os pais, cansados, desanimados, com pouco dinheiro, desmoralizados e sem vontade de educar com conflitos, nãos, e outras resistências, serão os primeiros, porque a perversidade humana é uma linha ténue, a dizer «eles querem ficar em casa a jogar». Eles querem? E onde é que eles escolhem? E como escolhem? «Os pais submetem-se e submetem os filhos», disse-me uma vez o psicanalista e pedo psiquiatra Coimbra de Matos – os salários e o tempo de trabalho no país são vergonhosos. E o modo de vida que incorporámos para aceitar isto é regressivo, decadente. Viver está a ficar insuportavelmente caro neste modo de acumulação onde as necessidades humanas são todas mercantilizadas, até aquela que levou milhares de anos a conquistar – o direito à infância. Ter filhos e conseguir educá-los com humanidade, com relações reais, com aprendizagem e não com repetição de mecanismos, no fundo educar filhos com trabalho vivo (humano) e não trabalho morto (máquinas) é hoje um sinal exterior de riqueza."

Nem sempre, mas quase sempre que fazemos programas com os miúdos recordo-me deste texto.

A partir do dia de hoje, 2 de julho, as entradas nos museus aos domingos volta a ser gratuita, coisa que ficou suspensa desde há uns anos. Compreendo perfeitamente o preço que se paga para visitar uma exposição, seja ela qual for. Há imenso trabalho envolvido numa coleção de um museu, numa instalação temporária, há seguros, despesas logísticas e uma infinidade de outras despesas que têm de ser suportadas e a receita da bilheteira irá colmatar tudo isso. Enquanto a esmagadora maioria dos visitantes de museus pode arcar com essa despesa e comprar bilhetes com facilidade, há todo um universo de público que raramente visita um museu. Não têm liquidez para dar por pessoa, 15€ para um zoo ou oceanário, ou 12€ para visitar por exemplo a nova exposição de Van Gogh e nestes casos não se ganha o hábito de frequentar museus porque acredito que se parta do princípio que "é caro" e que 45€ são mais facilmente canalizados para a caixa do supermercado do que para um balcão de museu. Atendendo a este cenário acho que era imperativo que os domingos gratuitos nos museus regressassem, porque todos têm de ter acesso à cultura e só aí farão a sua escolha baseada no interesse cultural e não no aperto económico, verdade?
Ainda que haja esta decisão de entradas gratuitas nos museus, calhou de irmos hoje a um sítio que também tinha uma secção museológica e na verdade a entrada era paga... Portanto julgo que nem todos os museus estarão abrangidos por esta medida. Ainda assim, mais vale alguns aderirem do que nenhuns.

Embora haja exposições caras, justiça seja feita que também há uma infinidade de museus  e fundações cujos  espólios são disponibilizados ao público sempre gratuitos, ou com preços reduzidos o que dá sempre oportunidade de boas visitas, há é que aproveitar para justificar a necessidade destas organizações continuarem a financiar estes espaços, pois se não houver procura então para quê mantê-las?

A par dos museus, que nós consideramos sempre um excelente programa para fazer com as crianças, o cinema é também uma opção recorrente, sobretudo no inverno por anoitecer muito cedo e chover. Ao contrário de um bilhete de museu, custa-me IMENSO dar 6€ para ir ao cinema, acho que não se justifica este preço e até agradecia que me explicassem melhor como poderá ser rentável haver tantas salas de cinemas 3D, 4D, IMAX coiso, quando muitas vezes estão lá sentadas meia dúzia de pessoas?
Quando eu era miúda ir ao cinema era uma coisa banal, íamos com muita frequência em grandes grupos, as salas estavam sempre cheias e pagávamos aí uns 200escudos, isso é o quê 1€? Certo que em 20 anos a qualidade de som melhorou, a imagem também, mas os filmes continuam a mesma coisa, uns excelentes, outros péssimos, ou seja, tudo normal. Para uma família de 4, uma nota de 20€ não chega para ver um desenho animado!! É certo que as crianças ficam fascinadas e estamos a incutir-lhes o gosto pelo cinema e isso atenua o gasto, mas enfim, não havia necessidade...

Posto isto, fica a sugestão de olharem bem para as estatísticas de frequência das salas de cinema que temos hoje em Portugal. Há tanto shopping, cada um com uma dezena de salas, e aposto que na maior parte do tempo estas mesmas salas nunca esgotam. Compensará cobrar 6€ por um bilhete de cinema?

1 de junho de 2017

Inspiração para o Dia da Criança


Alike short film from Pepe School Land on Vimeo.

Que evitemos de perder a cor.




Já agora :)


Alike: Music Notes from Pepe School Land on Vimeo.


Alike Progression Shot from Pepe School Land on Vimeo.

10 de março de 2017

Momento Sem Comentários




Ainda não consegui parar de rir :D

28 de fevereiro de 2017

Orgulho!!



Estas férias do carnaval tivemos o espetáculo da escola de ballet. Na verdade nem podemos falar muito em férias porque foram quatro espetáculos e para que tudo acontecesse houve muito tempo dedicado e como sempre algum sacrifício pessoal. Digo sinceramente que admiro a capacidade de realização das crianças, trabalham tanto, têm a escola, têm várias atividades, queimam fins-de-semana com ensaios e horas de estudo para breves momentos de prova e superação.
Nós pais estamos sempre ali, por mais que as crianças queiram participar nisto ou naquilo, há sempre momentos em que precisam do nosso empurrão, de uma motivação extra, de um raspanete incisivo e no fim é o espanto, é a realização familiar de que todo o esforço compensa.
No momento em que elas dançam esquecemos a enorme despesa, o leva e traz, as birras, os tempos mortos e o cancelamento de momentos combinados por causa de ensaios.
Quando eles tocam um instrumento com entusiasmo esquecemos todos os outros momentos em que as notas não saíram, em que tivemos de carregar com o violoncelo, em que comprámos livros, suportes, que ralhámos, que ameaçámos e no fim ficamos meios palermas quando vemos que tocam tão bem, que sentem a música e que afinal nada é em vão.

Um dos maiores privilégios de ter filhos é realmente vê-los a conseguir concretizar estes objetivos, é felicitá-los e aplaudir muito. É mesmo maravilhoso e na verdade nem sei muito bem traduzir por palavras o orgulho imenso que sinto. Faz lembrar as dores de parto, dói p'ra caraças mas depois esquecemos tudo!



18 de janeiro de 2017

Style is Substance



Saul Bass, o maior.
via Swiss Miss


** este vosso blog no Facebook **

16 de dezembro de 2016

3 de setembro de 2016

A voz da professora



Só depois de ter uma filha como a minha é que a voz da professora do Charlie Brown passou a ter outro significado. Antes sinceramente nem me dizia nada, mas agora, imagino a minha filha na escola e junto os relatos da professora e só posso enquadrá-la neste fom-fom-fom.

Oh pá a sério, já disse que estou a ficar com um crises de ansiedade só de pensar neste ano letivo?

24 de agosto de 2016

A Vida Secreta dos nossos Animais - fomos ver


Desde que viram o trailer, há mesmo muito tempo, que os garotos nunca mais se calaram com a ideia de irmos ver o filme. Ok, desde que eu vi o trailer também disse logo que queria ver o filme... O trailer está mesmo apelativo e para quem já teve animais, ver este filme faz todo o sentido. As primas também andavam loucas e assim foi muito difícil impedir este evento, lá fomos. No início houve uma curta-metragem com os Minions, não sou fã, acho-os mesmo maçadores. Entretanto lá começou o filme e realmente até à primeira parte SPOILER ALERT (*** até eles fugirem ao rapaz no parque***) eu gostei bastante; desde esse momento até ao final, já não gostei nada.

O problema, quanto a mim, esteve no enredo, aquilo enveredou por um caminho que nada fazia prever, pelo menos de acordo com a ideia que passava no trailer. Achei a história fraca e na minha ideia pensei que o filme explorava mais a rotina dos animais de estimação em casa. Quando tivemos gatos também me interrogava o que andavam eles a fazer na nossa ausência, sobretudo quando via o resultado das asneiras. Pensei que o filme fosse por aí, mas na verdade os autores viajaram um bocado na maionese, como se diz... A certa altura, o meu mais novo, que estava sentado ao meu lado, perguntou-me se faltava muito para acabar e nos outros filmes que fomos ver isto nunca aconteceu. Meus amigos, se uma criança diz isso, não preciso de mais argumentos. Mas não se deixem ficar por casa, tirando a história, há sempre a parte técnica que é maravilhosa, há sempre as sequências giríssimas e a adaptação em português também está muito bem feita.

Está assim assim, vá...



3 de junho de 2016

Motivação para o futuro!



A uma semana do fim da escola, vi este video partilhado por uma amiga.
Achei que seria apropriado, assim em jeito de balanço nesta reta final de ano lectivo que teve alguns altos e baixos para os quais não estávamos assim muito preparados para eles mas que no fim, até nos parece que correu bem... Ela já sabe ler, já sabe fazer operações matemáticas, não é um ás mas também não é isso que esperamos dela. Foi feliz este ano? Foi sim senhora! É isso que mais nos importa.

Entretanto ainda voltarei "atrás" para dissertar sobre um ou outro tópico ;)

6 de março de 2016

Zootropolis - check


Mais um fim-de-semana de rebaldaria, sempre de roda no ar e mega programas familiares que é como quem diz - aniversário com primas.
No sábado fomos ver o Zootrópolis, éramos 8 numa fila bem ao meio da sala e foi mega-sucesso, as crianças vibraram e embora houvesse algumas sequências e diálogos demasiado complexos, na generalidade gostaram imenso. Da minha parte posso dizer que a Disney continua em alta, mesmo sendo este um blockbuster, um sucesso instantâneo, não vou contra a corrente porque simplesmente o filme tem sequências muito bem feitas, com um dinamismo muito cativante e uma paleta de cores super luminosa com muitos tons pastel, muito sol mas também algumas trevas pelo meio. Fomos ver a versão 2D e ficámos ainda assim maravilhados, pessoalmente gostei imenso das sequências das viagens e perseguições com as velocidades super fixes. 
Tirando o facto de eu ter adorado os pormenores técnicos, também me apercebi que a história tinha uma bonita mensagem, super actual onde as crianças ficaram com a ideia bem vincada de que o céu é o limite e que não há cá diferenças de género que metam entraves aos nossos sonhos. Se o título original é Zootopia, parece-me bem e adequado que assim seja embora que essa utopia, em certos aspectos já seja uma realidade ou prestes a sê-lo!!
Como disse, as crianças adoraram - pelo menos aquilo que conseguiram apanhar -, assustaram-se, riram-se às gargalhadas e é um excelente programa para (mais!!) uma tarde de chuva. Vale a pena!





5 de fevereiro de 2016

Curta para o fim-de-semana


The Present from Jacob Frey on Vimeo.


29 de janeiro de 2016

Inspiração para o Fim-de-semana


A felicidade é pintar uma parede from Felicidário on Vimeo.
O Felicidário foi criado com o propósito de integrar e motivar a população com mais de 65 anos, que muitas vezes é colocada de parte na nossa sociedade e que por consequência levanta várias questões de saúde mental. Mas a velhice não é uma doença, pelo que devemos começar por criar condições para que não seja vivida e olhada desta forma.
O Felicidário é um calendário ilustrado divulgado no website e no facebook da Encontrar+se, em que todos os dias é sugerida uma ideia de felicidade para ser praticada pelos mais idosos, promovendo assim um olhar positivo durante esta fase da vida, através da partilha de experiências e envolvimento em actividades diversas. No fim de 2013, o Felicidário terá sugerido 365 formas de ser feliz todos os dias, qualquer que seja a idade, porque a felicidade não tem idade.
Este documentário é um testemunho feliz de um envelhecimento activo, disponível no Felicidário em ‘Histórias de Felicidade’.


Porque parar é efetivamente morrer.
Um mês triste.

Luísa Cortesão

15 de dezembro de 2015

No penso callar



Vi este filme ontem e acho que é nas pequenas coisas que devemos refletir sobre a liberdade de expressão.
Quando um manual escolar diz que o céu é azul e que a criança o deve pintar daquela cor, está a condicionar a sua imaginação, a sua liberdade de expressão. Isto é coisa para me chatear.

Curiosamente, numa das primeiras reuniões com a professora, foi-nos mostrado um desenho da Leonor que representava um gato laranja mas que tinha o rabo verde. A professora pegou justamente naquele desenho por o ter achado "o máximo" e nós, que estamos habituados àquele registo ao estilo "Alice no País das Maravilhas", não podíamos ter ficado mais contentes com aquela observação.

Da parte que nos toca, pedimos sempre que deixem as crianças pintar como elas quiserem, sem barreiras, é uma questão de princípio, já bem basta todas as outras condicionantes da vida...  É também importante incutir na criança, a ideia de que ela pode e deve fazer valer as suas opiniões, que tem esse direito e que, com uma argumentação inteligente (e sempre educada) consegue passar o seu ponto de vista a quem insiste no contrário.

Para saber mais sobre o filme, sigam o link.

5 de dezembro de 2015

O primeiro cinema dele

(Temos tido dias muuuuuito corridos e até têm acontecido coisas giras, mas não há condições...)



Ainda assim, acho que vale a pena registar aqui a primeira vez que fomos com os dois ao cinema.
Já por causa das coisas comprámos os bilhetes na véspera, tal como as pessoas super organizadas. Infelizmente estávamos descansados em casa a lanchar e a molengar quando eu achei que seria boa ideia confirmar a hora do cinema e a hora era mesmo AQUELA e nós em casa!!!

À nossa boa maneira, e que já tenho relatado aqui um ou outro acontecimento deste género, saímos de casa a correr com torradas pela mão e leites bebidos de uma virada. Chegámos perto do cinema e mega fila de trânsito pra o supermercado, um clássico... Nesta altura já estávamos atrasados 10 minutos, ou seja, o filme estava a começar depois da publicidade habitual. No parque de estacionamento saímos os três do carro e só tive tempo de lembrar ao pai a letra da nossa fila e fomos depressa para o cinema. Ao chegar ao cinema ninguém à porta para fazer o check in, entrámos sem picar o bilhete, milagre! Já estava tudo escuro e o mais novo foi pelo meio tentando não cair pelos degraus da sala. Sentámo-nos e já estava a dar o filme, mas passados breves instantes acabou (!!!) e só aí me apercebi que era uma curta-metragem que antecedia o "nosso" filme - SORTE!

Entretanto o pai chegou, também sem fazer check in e tudo prosseguiu dentro da normalidade.

Foi então assim a primeira vez que o nosso mais novo foi ao cinema. Fomos ver A Viagem de Arlo e acho que acertámos em cheio, ele no alto dos seus 3 anos e quase meio adorou cada momento. Primeiro ficou durante um tempo de boca aberta a contemplar a televisão gigante que tinha à sua frente, eu fiquei ao lado dele e fui reforçando alguns momentos do filme com pequenas explicações de modo a que ele ficasse mais contextualizado. Ele vibrou imenso ao longo do filme, imitava os dinossauros com rugidos, dizia ao Arlo para fugir, uma fofice. No intervalo apercebeu-se da quantidade de gente que estava na sala, muitas crianças, estava cheia! Claro que comemos umas pipocas e eu adorei quando ele tratou me de fornecer a minha parte visto que o balde estava longe de mim, tão querido.

Quando saímos ele ainda estava assim numa espécie de estado de choque com toda aquela experiência e eu acho que vale bem o dinheiro que se gasta só para ver as caras deles :D


(estes dinossauros "Cor de pele" como ele dizia, foram os personagens preferidos dele e que ele imitou em alto e bom som no cinema :DD )

14 de outubro de 2015

a ver os dias passar

Não pensem que vou abandonar o blog, embora por vezes até possa parecer :D

Tenho andado com uma preguiça monstra que está fortemente associada ao corre-corre dos nossos dias. Já estamos totalmente em "modo escola", o ballet também já entrou em cena e lá nos vamos organizando para conseguir cumprir as coisas em que nos metemos. Eles andam chatos que se farta e é também por isso que às vezes não me apetece escrever. Preferia escrever coisas lindas, construtivas, mas a verdade é que se me sentasse a escrever todos os dias, o mais provável é que dissesse que os meus filhos são umas pestes, que não me ouvem, que me farto de gritar, de me esquecer de coisas, enfim, todas aquelas coisas perfeitamente normais em qualquer casa dita normal.

Vinha aqui escrever qualquer coisa que neste momento já nem me lembro o que era...

Olha, temos visto filmes à noite. Quando o silêncio se instala, atiro-me para o sofá e vejo filmes no videoclube do nosso cabo. Já vos digo que isto é um vício e que estamos a gastar um crédito jeitoso, todinho em filmes que deixámos passar no cinema porque na altura não tivemos possibilidade de ir ver. Deixámos passar de facto muitos filmes, não só porque não dava para encaixar mas também porque, convenhamos, o cinema está pela hora da morte!!! Até ao momento já queimámos metade do crédito, portanto é provável que continue um pouco ausente, mas acreditem, é por uma boa causa, ao menos vamo-nos atualizando :D

Alguns filmes que já passaram por cá.







19 de maio de 2015

e agora para rir



eu que sou uma cagarolas dei graças pelas minhas epidurais :D


este também tem muita graça :D

24 de abril de 2015

Para o fim-de-semana

Kite Fight from Victory Journal on Vimeo.
After futebol, soltar pipas, is Brasil’s most popular sport. In the favelas of Rio de Janeiro, flying the pipa is more than a leisurely escape from on-the-ground realities—it’s a venue for battle, with the entire sky as the arena. Pipa designs and airborne “cutting” strategies have been passed through generations, from rooftop to rooftop. Filmmakers Guilherme Tensol and Leandro HBL spent time in Rocinha, Rio’s largest favela, among its young pipa warriors and elder statesmen, absorbing their secrets and documenting their stories.

Coisas simples, soltar a pipa. Tão bom!
Bom fim-de-semana.

21 de março de 2015

Chegou a primavera!




LINDO!
Chanel SS2015

4 de março de 2015

ter um menino é isto...

about a boy from sofia simoes on Vimeo.

uma fofisse!

(obrigada Marta, pelo video!)

diz ele: Tá a ficar de noite com ócus!