Esta história do fim da amamentação tem um novo desenvolvimento, finalmente fomos bem sucedidos e ele começou a pegar no biberão. Depois de me terem sugerido a marca Nuk como sendo infalível, acabei por tentar a nossa sorte. Após dias de pausa e uma ou outra investida, noites sem dormir e muito cansaço à mistura, tomámos uma decisão quase radical - ele foi recambiado para a casa da avó passar uma noite longe de mim. Eu já não podia com ele sempre a acordar de noite, muitas vezes de hora em hora, notava-se que tinha o sono leve porque não estava confortável, porque não estava saciado. Mas sempre que lhe apresentávamos um biberão recebíamos uma nega. Então o pai foi comprar um biberão Nuk e apareceu-me em casa com o kit que apresento em cima, tal e qual, da Hello Kitty, super fofo. Deixei-o com a avó e a noite foi dentro do "normal" dele, acordando ocasionalmente, adormecendo com insistência,...... De manhã a minha mãe fez-lhe um biberão Hello Kitty e ele não quis, nervos!!!
Confesso que fiquei desapontada. Quando vi o biberão pela primeira vez achei que tudo fazia sentido, a tetina tinha o mesmo formato de uma chupeta anatómica e já em tempos me tinha passado pela cabeça porque razão não haveria uma tetina assim, afinal havia, era da Nuk.
Na manhã seguinte, já em casa, tentei novamente o biberão Nuk e como por magia ele bebeu o leite todo sem reclamar. Pegou-lhe como se fosse uma chupeta e viu-se perfeitamente que se sentia confortável e a saciar a fome. Quase chorei de emoção :DDDD
Agora dia após dia temos tido sucesso nesta nova rotina, mal vê o biberão abraça-se a ele e toca a beber. A fórmula escolhida foi Aptamil 9 meses e tem sido muito bem aceite. Espero estar mais perto de voltarmos a ter noites completas após quase um ano de sonos medíocres.
Avé Nuk!
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26 de abril de 2013
28 de março de 2013
Táticas de batalha
No biberão A, fiz a fórmula A - rejeitou.
No biberão A, fiz a fórmula B - rejeitou.
No biberão A, pus o meu leite - rejeitou.
Comprei um biberão B e pus a fórmula B (que me disseram que era a mais querida dos bebés) - rejeitou.
Tentei dar-lhe durante o sono - fui bem sucedida, mas foi só uma vez.
Fi-lo passar fome e depois apresentei-lhe o biberão - preferiu ficar com fome.
Dei-lhe o leite à colher - deu por ela!
Demos um tempo e recuei na amamentação...
Vi estes apliques/asas para colocar no biberão B e transformá-lo num "faz de conta que é copo com bico", pus água no biberão B e ele começou a pegar!!
Testei com leite. Rejeitou.
Fofinho que só ele, mas podia era não ser tão chato com as mudanças...
No biberão A, fiz a fórmula B - rejeitou.
No biberão A, pus o meu leite - rejeitou.
Comprei um biberão B e pus a fórmula B (que me disseram que era a mais querida dos bebés) - rejeitou.
Tentei dar-lhe durante o sono - fui bem sucedida, mas foi só uma vez.
Fi-lo passar fome e depois apresentei-lhe o biberão - preferiu ficar com fome.
Dei-lhe o leite à colher - deu por ela!
Demos um tempo e recuei na amamentação...
Vi estes apliques/asas para colocar no biberão B e transformá-lo num "faz de conta que é copo com bico", pus água no biberão B e ele começou a pegar!!
Testei com leite. Rejeitou.
Fofinho que só ele, mas podia era não ser tão chato com as mudanças...
31 de janeiro de 2013
o passa-fome
Ontem ocorreu-me uma coisa, uma recomendação dada pelo pediatra da mais velha, há 3 anos atrás: "dá-lhe a papa à tarde que é quando o teu leite é mais fraco". Disse-nos isto aos 4 meses da mais velha, nas vésperas de eu regressar ao trabalho e nós acatámos sem questionar. Passadas 3 semanas a rapariga, que apenas comia papa e mamava todo o resto do dia, começou a dormir "a noite toda".
Com o mais novo, iniciámos pela sopa aos 5 meses, ao almoço e passadas duas semanas papa ao jantar. Tomámos esta decisão porque já eram duas refeições de colher e certamente com a barriga cheia de papa junto à hora de deitar, ele iria dormir mais horas. Nada feito. Está quase com 7 meses e deita-se pelas 21:00 e mama, acorda à 01:00, às 5:00 e às 9:00 está pronto para comer novamente - não se aguenta!!
Ontem tivemos uma tarde épica! Após o lanche foi sempre a chorar até comer a papa ao jantar, não dormia, não ficava no chão, não ficava no colo, toca a deitar novamente, torna a ir para a sala e eu a entrar novamente em parafuso.
Hoje tomei a decisão de lhe trocar novamente as voltas, almoçou uma sopa e dormiu uns fabulosos 50 minutos. Fomos sair um bocado, apanhar sol e tratar de assuntos burocráticos, e de seguida lanchou papa, sentei-o no chão e o garoto começa a ficar com sono!!! Deitei-o e em menos de nada dormia - MILAGRE!!!!! Acordou passado uma meia hora, não mais, todo contente e bem disposto, brincou com a mana, e depois foi leite ao jantar e mais outro bocado ao deitar. Nunca mais chorou e estou aqui pasmada da minha vidinha!
Andou o cachopo a passar fome, será?!? Terá isto sido pura coincidência? Estou ansiosa para ver como serão os próximos dias e quiçá noites!
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9 de outubro de 2012
Novos percentis!
clicar para aumentar
Pelos vistos, a partir do ano que vem os livros de saúde das crianças serão diferentes, ao que tudo indica as tabelas de percentis vão ser actualizadas de acordo com os padrões da OMS. Por mim tudo bem, já por diversas situações conversei com amigas e familiares que me parecia que haviam já muitas crianças a ficar fora dos limites máximos de percentis estimados. Sem olhar aos meus filhos, que nasceram minorcas, estou roeada de miúdos muito altos, não necessariamente gordos, mas que nunca vestem a roupa estipulada para as suas idades, mas sim tamanhos acima e por vezes bem mais acima!! Acredito que para um acompanhamento médico de referência, esta será uma boa alteração, visto que temos seguido um modelo estipulado para crianças norte americanas cujo aleitamento foi maioritariamente feito de forma artificial...
Cito um breve trexo da notícia:
"Portugal, que desde a década de 1970 usa outras tabelas, deverá juntar-se no próximo ano ao grupo de países que se guia pelas curvas da OMS.
Actualmente, para monitorizar o estado de nutrição e crescimento das crianças e adolescentes, guiamo-nos pelos valores de referência propostos pelo Center for Disease Control and Prevention (CDC) e baseados num estudo que envolveu apenas crianças norte-americanas.
Além de estar limitado à análise da população de um país, este registo de padrões apoiou-se maioritariamente numa amostra de bebés alimentados com fórmulas lácteas. Desta forma, as curvas não reflectem de forma correcta o que pode acontecer quando estamos perante o cenário (recomendado) de um bebé alimentado exclusivamente com leite materno. E, segundo os especialistas, isso faz diferença.
Por essas e por outras, a OMS considerou as curvas de crescimento da CDC inadequadas e publicou uma nova versão destes valores de referência para o desenvolvimento infantil e juvenil. A versão da OMS é baseada num estudo realizado, entre 1997 e 2003, em diferentes continentes e que incluiu amostras selectivas de milhares de lactentes e crianças. Desta vez, o gráfico reflecte o resultado de um crescimento em "cenário ideal" que, entre muitos outros factores, como o acesso a cuidados de saúde adequados, passa também pelo aleitamento materno exclusivo durante os primeiros quatro/seis meses de vida. "
Cito um breve trexo da notícia:
"Portugal, que desde a década de 1970 usa outras tabelas, deverá juntar-se no próximo ano ao grupo de países que se guia pelas curvas da OMS.
Actualmente, para monitorizar o estado de nutrição e crescimento das crianças e adolescentes, guiamo-nos pelos valores de referência propostos pelo Center for Disease Control and Prevention (CDC) e baseados num estudo que envolveu apenas crianças norte-americanas.
Além de estar limitado à análise da população de um país, este registo de padrões apoiou-se maioritariamente numa amostra de bebés alimentados com fórmulas lácteas. Desta forma, as curvas não reflectem de forma correcta o que pode acontecer quando estamos perante o cenário (recomendado) de um bebé alimentado exclusivamente com leite materno. E, segundo os especialistas, isso faz diferença.
Por essas e por outras, a OMS considerou as curvas de crescimento da CDC inadequadas e publicou uma nova versão destes valores de referência para o desenvolvimento infantil e juvenil. A versão da OMS é baseada num estudo realizado, entre 1997 e 2003, em diferentes continentes e que incluiu amostras selectivas de milhares de lactentes e crianças. Desta vez, o gráfico reflecte o resultado de um crescimento em "cenário ideal" que, entre muitos outros factores, como o acesso a cuidados de saúde adequados, passa também pelo aleitamento materno exclusivo durante os primeiros quatro/seis meses de vida. "
Ler a notícia completa aqui.
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27 de setembro de 2012
o meu mais novo é de direita
Não sei se ria se chore mas o facto é que ele gosta da direita, tento virá-lo mais à esquerda passando pelo centro, mas ele vai na volta e acaba sempre agarrado à direira, à mama direita...
À conta destas lindas brincadeiras já aviei dois biberões comunas, bebidos de uma virada, é certo, mas enfrascados após terem sido bombados. Ai que neura!!!
Rico filho, isto assim vai acabar mal, vai, vai!!!
8 de agosto de 2012
uma alternativa
Para quem, como eu, não aprecia dar de mamar no meio da multidão, deixo aqui uma sugestão que a minha amiga Sofia C. me enviou. A coisa tem potencial, mas eu cá, para já, vou-me ficando pelas fraldas e quiçá um alfinete de ama!
Para quem ficar interessado deixo aqui mais uns links e até um tutorial para quem se entender com a costura ;)
Para quem ficar interessado deixo aqui mais uns links e até um tutorial para quem se entender com a costura ;)
15 de julho de 2012
amamentar - round #2
O mesmo friozinho que sentia no estômago relativamente ao parto, também o sentia em relação à amamentação. É de facto diferente embarcarmos numa aventura pela segunda vez sabendo certos e determinados detalhes (refiro-me à dor física), no entanto, apesar do "medo", sentia uma confiança na capacidade de resposta do meu corpo que anteriormente não sentia. Meti na cabeça que seria capaz de fazer um bom parto e a coisa lá deu certo; da mesma forma capacitei-me que a amamentação seria mais eficaz e até ao momento não me posso queixar! Está a ser um sucesso.
Se há três anos atrás eu recorri a todos os artigos possíveis e imaginários para dar de mamar: biberões, bombas, bicos de silicone, creme, esteriliza tudo a toda a hora, marca tempos e volumes; desta vez estou apenas em modo "mama simples". Desde o nascimento que o Vasco é amamentado, e até ao momento recorri 3 vezes à bomba, não para o alimentar, mas para aliviar as minhas amigas de uma quantidade exagerada de leite que estava a produzir, o rapaz não dava vazão a tanta farturinha. O creme anti-fissuras apliquei uma vez só por precaução e os bicos de silicone continuam guardados na caixinha para qualquer emergência. Se me perguntarem se "dói?", eu digo que sim, ainda sinto dores na pega, mas já sei o que me espera e consegui controlar aqueles breves momentos respirando, mais uma vez, de forma calma pois sabia que seriam apenas escassos minutos de dor aguda. Desta vez também foi uma mais-valia ter maior capacidade de ensinar ao meu bebé como pegar na mamoca de forma correcta sem que ele fizesse várias tentativas, o que poderia provocar lesões em mim e cólicas nele!
De um modo geral estou muito satisfeita, andar às voltas com a esterilização, levantar-me a meio da madrugada para aquecer o leite, ter episódios de refluxo, era um filme que eu não queria muito rever. Claro que há uma parte menos positiva nisto de ser eu a única fonte de alimento do bebé, o pai não é para aqui chamado :( Quando eu usava o método do biberão, era o pai que muitas vezes alimentava a Leonor, desta vez isso não acontece e é pena, no entanto compensamos com o banho e outros miminhos extra! Outro ponto menos positivo da amamentação (ao peito) exclusiva, é a limitação que eu tenho para fazer algumas saídas, tal como ir buscar a minha filha à creche. Faço esta "tarefa" todos os dias, é o nosso momento, e para que tal seja possível, o pai chega cedo a casa e sempre de acordo com os intervalos que eu organizo. Se ao sair ainda passo em casa dos avós, tem sempre que ser uma corrida rápida, não vá o telefone tocar a pedir que venha recambiada para casa que o rapaz já tem o estômago apertado ;)
Se há três anos atrás eu recorri a todos os artigos possíveis e imaginários para dar de mamar: biberões, bombas, bicos de silicone, creme, esteriliza tudo a toda a hora, marca tempos e volumes; desta vez estou apenas em modo "mama simples". Desde o nascimento que o Vasco é amamentado, e até ao momento recorri 3 vezes à bomba, não para o alimentar, mas para aliviar as minhas amigas de uma quantidade exagerada de leite que estava a produzir, o rapaz não dava vazão a tanta farturinha. O creme anti-fissuras apliquei uma vez só por precaução e os bicos de silicone continuam guardados na caixinha para qualquer emergência. Se me perguntarem se "dói?", eu digo que sim, ainda sinto dores na pega, mas já sei o que me espera e consegui controlar aqueles breves momentos respirando, mais uma vez, de forma calma pois sabia que seriam apenas escassos minutos de dor aguda. Desta vez também foi uma mais-valia ter maior capacidade de ensinar ao meu bebé como pegar na mamoca de forma correcta sem que ele fizesse várias tentativas, o que poderia provocar lesões em mim e cólicas nele!
De um modo geral estou muito satisfeita, andar às voltas com a esterilização, levantar-me a meio da madrugada para aquecer o leite, ter episódios de refluxo, era um filme que eu não queria muito rever. Claro que há uma parte menos positiva nisto de ser eu a única fonte de alimento do bebé, o pai não é para aqui chamado :( Quando eu usava o método do biberão, era o pai que muitas vezes alimentava a Leonor, desta vez isso não acontece e é pena, no entanto compensamos com o banho e outros miminhos extra! Outro ponto menos positivo da amamentação (ao peito) exclusiva, é a limitação que eu tenho para fazer algumas saídas, tal como ir buscar a minha filha à creche. Faço esta "tarefa" todos os dias, é o nosso momento, e para que tal seja possível, o pai chega cedo a casa e sempre de acordo com os intervalos que eu organizo. Se ao sair ainda passo em casa dos avós, tem sempre que ser uma corrida rápida, não vá o telefone tocar a pedir que venha recambiada para casa que o rapaz já tem o estômago apertado ;)
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19 de junho de 2012
vestir ou não vestir
Durante esta gravidez meti na minha cabecita que havia de chegar ao fim do tempo sem gastar nem mais um cêntimo em roupa de grávida. Comprei uns básicos há 3 anos e havia de os usar novamente sem problemas, tal realmente aconteceu, porém a meteorologia e o meu pêso ou físico trocaram-me as voltas.
Desta vez estou com um desfasamento de 6 ou 7 semanas em relação à outra gravidez e lá calhou estar um frio pouco habitual para junho, o que nem sempre me faz apetecer andar de vestido. Sendo assim, vi as minhas calças e leggings ficarem muito apertadas, mesmo sendo de grávida! mas eram um 34. Há umas semanas tentei a minha sorte com este concurso, infelizmente não tive a sorte de ganhar umas Salsa Hope com a fotografia que fiz acima, mas não me safei de me render às evidências - cheguei ao meu limite! - e rumei a uma loja de fast fashion para adquirir à pressa um par de calças e leggings n36. Isto tudo para dizer que de facto o conforto é sagrado e não vale a pena estarmo-nos a enganar, que o corpo não modifica assim tanto e que são só mais duas ou três semanas e tudo e tudo. Pior é sentar-me no banco do carro e achar que a minha barriga e ancas vão ficar cortadas com a força dos tecidos sob tensão, isso sim é de evitar!!
Falando ainda de vestuário...
Ao fazer a minha mala da maternidade e escolher a roupa de saída do hospital, lembrei-me da minha inocência de há 3 anos. Cometi um erro crasso!!! Escolhi um vestido largo e arejado, simples de vestir e que não me causasse demoras no wc, porém nunca mais me ocorreu que o dito não tinha botões à frente e isso foi uma valente chatice. No dia em que tivemos alta do hospital atrasámo-nos bastante para sair e calhou de entrar novamente na hora de lhe dar de mamar/tirar leite e foi um bico d'obra que nem vos digo! Sendo assim, lanço o alterta - botões, muitos botões, desta vez já controlei uma blusa!!
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18 de junho de 2012
agente infiltrado
Segundo as teorias vigentes, a chupeta é um agente do mal, dificulta a adaptação do recém-nascido à pega no peito - tudo bem, concordo, mas... eu cá sou fã desde o primeiro momento com a minha mais velha, vai daí, já fervi a do mais novo e escondi-a na mala para o que der e vier.
Eu tive algumas (muitas) dificuldades em dar de mamar, mas no fim a coisa compôs-se, e garanto-vos que a chupeta nunca foi empecilho para tal tarefa, que a minha filha distinguia muito bem de onde vinha a comezaina e de onde vinha o relax. Até aos dias de hoje este pequeno artigo faz maravilhas em horas de crise/sono da Leonor, é só aplicar e já está, ela fica zen, adora aquilo. Portanto filho meu também vai levar com chupetada mesmo sendo o hospital inteiro contra porque se diz amigo do bebé e tal e coiso. Eu também adoro bebés, mas odeio ouvi-los chorar!
Podem consultar aqui os 10 Mandamentos dos Hospitais Amigos dos Bebés. Ver ponto 9.
Eu tive algumas (muitas) dificuldades em dar de mamar, mas no fim a coisa compôs-se, e garanto-vos que a chupeta nunca foi empecilho para tal tarefa, que a minha filha distinguia muito bem de onde vinha a comezaina e de onde vinha o relax. Até aos dias de hoje este pequeno artigo faz maravilhas em horas de crise/sono da Leonor, é só aplicar e já está, ela fica zen, adora aquilo. Portanto filho meu também vai levar com chupetada mesmo sendo o hospital inteiro contra porque se diz amigo do bebé e tal e coiso. Eu também adoro bebés, mas odeio ouvi-los chorar!
Podem consultar aqui os 10 Mandamentos dos Hospitais Amigos dos Bebés. Ver ponto 9.
26 de março de 2012
amigos do peito
Tal como eu, tenho algumas amigas que em breve vão ser mães, umas pela primeira vez, outras já são repetentes. Vi este kit mamoca, e achei pertinente partilhar esta informação porque já experimentei esta marca e recomendo a quem me pergunta o que usar nestas situações.
Na outra gravidez, umas duas semanas antes do parto, fui aconselhada pela minha obstetra a aplicar nos mamilos o creme Purelan, da Medela, de modo a minimizar os danos causados pelo bebé. Não sei qual teria sido o resultado se não tivesse aplicado o creme, mas ainda assim fiquei um pouco "mal tratada"...
Apesar das feridas existentes, o creme Purelan foi sem dúvida uma grande mais-valia, sendo que num espaço muito curto de tempo (2-3 horas) conseguia uma espécie de cicatrização rápida e não era nocivo ao bebé, não sendo preciso retirá-lo a correr. Desta marca usei também os bicos de silicone que me ajudaram IMENSO na adaptação do bebé-mama. São muito fininhos e a dor é mais facilmente suportada, eu só sei que passado um mês do nascimento da minha filha, já estávamos as duas aptas a não precisar nem de Purelan nem de bicos de silicone, mas nos primeiros dias foram sem dúvida os nossos melhores aliados!
Este kit, para além do creme, tem uns discos protectores de roupa inerior (muito jeitoso para quem tem muito leite!! - recomendo!) e uns discos refrigerantes (não sei o que dizer deles). Fica a dica, para quem quiser saber mais, é vir aqui.
Já agora um link sobre os dramas dos mamilos.
Na outra gravidez, umas duas semanas antes do parto, fui aconselhada pela minha obstetra a aplicar nos mamilos o creme Purelan, da Medela, de modo a minimizar os danos causados pelo bebé. Não sei qual teria sido o resultado se não tivesse aplicado o creme, mas ainda assim fiquei um pouco "mal tratada"...
Apesar das feridas existentes, o creme Purelan foi sem dúvida uma grande mais-valia, sendo que num espaço muito curto de tempo (2-3 horas) conseguia uma espécie de cicatrização rápida e não era nocivo ao bebé, não sendo preciso retirá-lo a correr. Desta marca usei também os bicos de silicone que me ajudaram IMENSO na adaptação do bebé-mama. São muito fininhos e a dor é mais facilmente suportada, eu só sei que passado um mês do nascimento da minha filha, já estávamos as duas aptas a não precisar nem de Purelan nem de bicos de silicone, mas nos primeiros dias foram sem dúvida os nossos melhores aliados!
Este kit, para além do creme, tem uns discos protectores de roupa inerior (muito jeitoso para quem tem muito leite!! - recomendo!) e uns discos refrigerantes (não sei o que dizer deles). Fica a dica, para quem quiser saber mais, é vir aqui.
Já agora um link sobre os dramas dos mamilos.
25 de outubro de 2010
As nossas vidas e as opiniões dos outros
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as nossas crianças, entenda-se do mundo inteiro, deveriam ser amamentadas até aos dois anos de idade. O princípio do qual se parte é nobre, sim senhor, de acordo com as suas estimativas, evitar-se-iam as mortes de cerca de 1,5 milhões de crianças. Mas será isso viável na nossa sociedade, industrializada, onde as mulheres trabalham fora de casa e querem ser algo mais do que "mães"? No terceiro mundo, onde as crianças andam ao Deus-dará, acho que sim, as suas hipóteses de receberem melhores nutrientes é mais do que uma boa razão, mas olhando ao meu caso, não vou generalizar, isso seria impensável. Eu nem quero imaginar se eu tivesse optado por continuar a amamentar, ter que andar todo o santo mês a pedir atestados, a informar toooooodo o escritório que ainda andava nessa vida, eh pá, não obrigadinha. Até certo ponto podemos fazer concessões em prol dos nossos filhos, mas depois e nós? Aí instala-se muitas vezes a culpa, "ai que fui eu tirar a mama à pobre criança porque já não quero/posso...", a culpa é o sinónimo da pressão da sociedade, de instituições como a OMS e dos cada vez mais puritanos dos deveres maternos.
A propósito deste e de outros assuntos actuais, como as carreiras, o bem-estar da mulher, mais filhos, casamentos, relações em geral, chegou às livrarias este livro - O Conflito: a Mulher e a Mãe, da filósofa francesa Elisabeth Badinter. Neste livro, a autora alerta as mulheres, a sociedade, para o crescente número de movimentos naturalistas que defendem o regresso das mulheres a casa, abdicando das suas carreiras, bem como os partos sem anestesias e a amamentação prolongada. Claro que não há qualquer mal em tomar qualquer uma destas opções, ou todas até, o problema impõe-se quando as mulheres se sentem pressionadas pela sociedade a tomar estas decisões.
Um livro que me aqueceria o coração no próximo Natal, sem dúvida.
Da editora Relógio d'Água, ainda não se encontra à venda nas lojas on-line de Portugal.
A propósito deste e de outros assuntos actuais, como as carreiras, o bem-estar da mulher, mais filhos, casamentos, relações em geral, chegou às livrarias este livro - O Conflito: a Mulher e a Mãe, da filósofa francesa Elisabeth Badinter. Neste livro, a autora alerta as mulheres, a sociedade, para o crescente número de movimentos naturalistas que defendem o regresso das mulheres a casa, abdicando das suas carreiras, bem como os partos sem anestesias e a amamentação prolongada. Claro que não há qualquer mal em tomar qualquer uma destas opções, ou todas até, o problema impõe-se quando as mulheres se sentem pressionadas pela sociedade a tomar estas decisões.
Um livro que me aqueceria o coração no próximo Natal, sem dúvida.
Da editora Relógio d'Água, ainda não se encontra à venda nas lojas on-line de Portugal.
22 de setembro de 2010
Opções
Quando vi a fotografia do post anterior adorei-a imediatamente por um rol de motivos. Eu desconheço a razão que levou a Eurodeputada a deixar o seu doce lar e enfrentar uma tarde no parlamento europeu com a sua criança pequenina. Achei, numa primeira análise que esta mulher, é certamente uma profissional com muito brio, que ama a sua profissão e que não abdica daquilo que já gostava antes de ser Mãe. O facto de ter dado à luz, não a transformou numa fundamentalista pela maternidade, antes pelo contrário, ela demonstra aqui que não há que ter complexos em conjugar as suas duas realidades. Achei lindo. Achei profissional. Achei também que em Portugal poucas executivas teriam esta atitude, de por momentos, misturar um pouco os dois mundos.
Quando a Leonor tinha 1 mês, eu vi-me obrigada a "interromper" a minha licença de maternidade por apenas 1 dia. Antes dela nascer eu tinha assumido um compromisso que nada tinha a ver com a minha nova condição, e durante esse dia eu fui muito feliz, pois fiz algo de que gosto muito e sabia que a Leonor estava em óptimas mãos. Naquele dia, se a pudesse levar para onde eu estava, para lhe dar de mamar, teria sido o ideal, no entanto, tal era impossível, fiz essa opção, fizemo-la. Sim, ela tinha somente 1 mês, sim eu estava de licença, sim eu era Mãe, sim eu não podia desapontar as pessoas que confiaram em mim um pouquinho da sua felicidade.
Quando a Leonor tinha 1 mês, eu vi-me obrigada a "interromper" a minha licença de maternidade por apenas 1 dia. Antes dela nascer eu tinha assumido um compromisso que nada tinha a ver com a minha nova condição, e durante esse dia eu fui muito feliz, pois fiz algo de que gosto muito e sabia que a Leonor estava em óptimas mãos. Naquele dia, se a pudesse levar para onde eu estava, para lhe dar de mamar, teria sido o ideal, no entanto, tal era impossível, fiz essa opção, fizemo-la. Sim, ela tinha somente 1 mês, sim eu estava de licença, sim eu era Mãe, sim eu não podia desapontar as pessoas que confiaram em mim um pouquinho da sua felicidade.
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13 de agosto de 2010
o último dia
Hoje foi o último dia da minha licença de amamentação. Até completar um ano de idade, as crianças têm o direito a ter a sua mãe em casa mais duas horas do que o habitual, e posso dizer que a minha criança aproveitou todas as horas! Não houve um dia que tivesse abdicado desse nosso direito por saber que ele seria por tão pouco tempo. Confesso que tenho andado muito pensativa e melancólica pois sei que essas duas horas de horário reduzido irão fazer muita, muita falta. Entretanto vou estar de férias até Setembro, mas nessa altura, quando regressar ao trabalho, vou ter mais uma fase difícil pela frente: uma imensidão de horas fora, comboio acima, comboio abaixo, e não há tecnologia que me alivie esta carga.
Mas está para breve uma mudança, radical!, só tenho que ser um pouco mais paciente.
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16 de março de 2010
O fim de uma Era...
Pois é, decidi acabar com a doce novela "A Amamentação". Foram sete meses cheios de emoção e proximidade mas sinceramente estou cansada, ela já está grandinha e acho que tem necessidades que eu já não lhe consigo providenciar.
Neste momento estou HIPER-constipada, e por causa da amamentação a pequena Leonor não pode ter a sua mãe a 100% porque ela não pode tomar uma bombástica aspirina que lhe tire a má disposição, a sensibilidade à luz, o nariz inflamado e outras coisas mais. A pequena Leonor precisa da mãe impecável e por isso vamos dar por terminada esta sessão.
Durante estes meses vim reflectindo sobre esta questão e no início eu achava, inocentemente, que os bebés que mamam ao peito ficam protegidos como se tivessem numa bolha. Isso não é de todo verdade. Se houver um descuido eles ficam doentes sim senhor. Eu estou doente porque ela e o pai estavam doentes e isso é um facto e não é a primeira vez que acontece (e a creche não foi a única responsável pois já tivemos outro episódio há muito tempo). A mim também me parece que há uma certa pressão da sociedade para que as mães amamentem a todo o custo, pregando-lhes o sermão de "que é um seguro de saúde e a proximidade mãe-filho e lá lá lá", não nego, mas isso não é totalmente verdade. Se as crianças têm tendência para serem saudáveis são-no, se têm tendência para terem mau feitio também o terão, não há cá que culpabilizar a mãe pelas suas opções.
Se algum dia voltar a ter um bebé vou fazer tudo igual, vou amamentar, mas sem as pressões que pus em cima de mim até agora. É sobretudo o nosso momento que acaba, é aquilo que nem o pai, nem os avós, nem os amigos podem fazer pela mãe, mas vamos ganhar outras coisas, tenho a certeza.Nova vida!
imagem do filme The Bubble Boy
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5 de janeiro de 2010
Creche - 2ª abordagem
Estou contente.
Deixei-a lá quase às 10:00, ficou sem chorar, nem eu :D
Durante o tempo que lá esteve pude dedicar-me aos Saldos e outras coisitas triviais como o supermercado e farmácia.
Saldos: uma série de roupas todo-o-terreno para a Leonor na creche, entendam-se jardineiras e sweat-shirts. camisolas e meias para mim, um casaco LINDO de inverno rigoroso também para mim. Agora só gostava de encontrar as botas ideais (pretas, sola baixa de borracha, cano a meio da perna, sem penduricalhos nem esses tunnings horríveis - básicas).
Depois das minhas voltas passei na creche e a pequena dormia. Vim para casa, adiantei o almoço e quando a educadora meu deu um toque para o telemóvel fui buscá-la. Portou-se lindamente, brincou, bebeu um biberão cheio de leitinho da mummy e foi só rir pelo caminho.
Chegou a casa, brincou com o papá e depois caiu novamente no sono no sofá.
Agora vamos testar a pêra...
--> dei-lhe banana, fez cara de gosma mas comeu cerca de um dedo de banana bem madura esmagada.
3 de janeiro de 2010
Como se come

Há duas semanas inteiras e alguns dias que andamos na saga da papa. A evolução tem sido bastante positiva e agora a Leonor já come a dose recomendada (150ml de água para 5 ou 6 colheres de sopa de papa). Começámos pela Cerelac Milho e Arroz e agora estamos na Nutribém Cereais e Maçã, esta última tem ganho mais pontos visto que a Leonor a come com mais vontade. Já fiz uma tentativa de maçã ralada mas sem bons resultados, vou tentar a pêra ou banana...
Curiosamente é o pai quem consegue ter melhores prestações nesta refeição, por vezes quando sou eu a dar a papa, ela chora e lembra-se que afinal gostava era de mamar, mas aos poucos a coisa melhorou e hoje já correu sem incidentes :D
Em breve iremos introduzir a sopa e aí é que eu quero ver! Não há nada mais foleiro do que legumes sem sal, mas lá está, quem não sabe é como quem não vê...
entretanto experimentei maçã cozida: nada.
só quer papa a cachopa!
15 de dezembro de 2009
4 meses

Aos 4 meses da nossa Leonor visitámos novamente o pediatra. Desta vez fomos a um novo pediatra.
As notícias foram muito boas, a Leonor está excelente e muito comunicativa, já atingiu todas as etapas que uma criança de 4 meses deve atingir e nós só podemos estar orgulhosos do nosso feito!
Uma vez que vou recomeçar a trabalhar no início de Janeiro eu e o dr. achámos melhor começar a introduzir uma refeição de papa por dia e daqui a duas semanas começamos com a fruta crua. Já comprei o equipamento necessário e no sábado, com o pai por aqui, vamos lanchar então um prato de papa de arroz e milho. Claro que era melhor se ela continuasse 100% de leite materno mas sinceramente já me começo a sentir saturada das restrições e eventuais cólicas que eu lhe possa causar. O facto de ela ser mais autónoma é um alívio e ao mesmo tempo um descanço por causa do trabalho.
Fora estes dramas da amamentação os números dela são bons, o dr achou-a compridita e com uma constituição bastante razoável para uma criança que nasceu apenas com 2.550kg.
Pêso - 5.600 kg - percentil 25
Estatura - 62 cm - percentil 50
Per. Cefálico - 39,5 cm
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11 de novembro de 2009
Palavra do dia: Firmeza
Ontem mais um episódio no capítulo da novela A Amamentação.

O autor é um pediatra já com muitíssima experiência e defende umas teorias que pelos vistos andam a causar polémica no mundo actual. Li e senti-me ligeiramente mais confiante e acho que é um bom livro a ter em casa!
Durante a madrugada a coisa resolveu-se, ela acordou pelas 05:30 cheia de fome e tal como me disseram no SOS Amamentação coloquei-a no peito rejeitado. Ficou tudo na paz do Senhor, ela de barriga cheia e eu de peitos vazios, foi lindo. Espero sinceramente que isto não se repita!!! pelo menos não tão cedo...
Por algum motivo transcendente à minha compreensão a nossa baby_Leo achou que devia fazer greve ao peito esquerdo. Ela já andava há uns dois dias a fazer a coisa de forma discreta mas ontem passou-se e eu ia-me passando também. Já eu andava de peito cheio quando a menina, cheia de fome, se recusava até de chegar perto do dito. Eu usei algumas estratégias para a enganar, mas o resultado era sempre muito choro, baba e ranho com espernear à mistura, e a rapariga nada de mamar. Isto durante o fim da tarde.
Às 22:00 eu lá consegui que ela mamasse cerca de 1 minuto do lado esquerdo e então como ela mantinha a atitude de "ai que me estão a espetar um ferro em brasa na coxa", peguei nela, muito controlada :), levei-a para o quarto, troquei-lhe a fralda e disse-lhe muito seriamente que era a última vez que aquilo se ia passar. Claro que ela tem quase 3 meses e não percebeu uma única palavra, mas ela viu que eu não me ria e coincidentemente ou não, ficou séria a olhar para mim. Foi o primeiro episódio de birra, claro que não será o último, resultou disto eu ter posto a criança a dormir exausta e com um mínimo de leite no estômago.
Quando voltei para a sala vinha um pouco receosa da minha atitude e fui consultar algumas fontes.
Primeiro liguei para o SOS Amamentação e disseram-me que isto às vezes acontece e é passageiro e que podia ser causado por dores de ouvido ou outra patologia, ou então era mesmo uma ideia marada que passou pela cabeça do bebé, tal como uma greve. Depois estive a ler algumas passagens do livro que se segue, "Educar os Filhos" de Aldo Naouri.

O autor é um pediatra já com muitíssima experiência e defende umas teorias que pelos vistos andam a causar polémica no mundo actual. Li e senti-me ligeiramente mais confiante e acho que é um bom livro a ter em casa!
Durante a madrugada a coisa resolveu-se, ela acordou pelas 05:30 cheia de fome e tal como me disseram no SOS Amamentação coloquei-a no peito rejeitado. Ficou tudo na paz do Senhor, ela de barriga cheia e eu de peitos vazios, foi lindo. Espero sinceramente que isto não se repita!!! pelo menos não tão cedo...
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17 de outubro de 2009
O sono e as horas
Há algum tempo que tenho vindo a observar um comportamento, quiçá, bizarro da Leonor.
Normalmente ela faz um intervalo de 3 horas entre cada refeição (chame-se assim...), durante o dia até faz intervalos menores, mas à noite é sagrado. O "bizarro" está na seguinte situação:
- se ela mamar pelas 22:00 e eu a puser na cama, ela acordará QUASE DE CERTEZA pelas 3 da manhã para mamar novamente, o que faz um espetacular intervalo de 5 horas!
- se eu estiver numa de a entreter até às 00:00, ela mama e depois acorda NOVAMENTE às 3 da manhã, fazendo o intervalo normal de 3 horas.
Isto é normal? Será que ela tem um relógio dentro do cérebro que a faz acordar invariavelmente às 3 da manhã? Confesso que já fizemos esta experiência algumas vezes e a cena repete-se. Muito gostaria eu que ela dormisse mais horas seguidas, mas provavelmente essa fase ainda não é para já :(
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11 de outubro de 2009
Os instrumentos da Amamentação - II
Algo que para mim tem sido indispensável são estes artigos que podem ver acima. Já experimentei estas 3 marcas e quanto a mim a Renova é a mais porreirinha em termos do famoso equilíbrio qualidade/preço.- RENOVA - os discos são os mais finos das três marcas, absorvem muito bem o líquido e a humidade não passa tão facilmente para o exterior. A textura dos materiais é confortável e discreta. custa cerca de 3euros e vende-se em qualquer supermercado.
- JOHNSONS - os discos são mais grossos e por isso notam-se consideravelmente através da roupa :S. ao absorverem a humidade ficam enoooormes, notando-se ainda mais. a humidade repassa com alguma facilidade. custa cerca de 3 euros e vende-se em qualquer supermercado.
- CHICCO - estes discos são os melhores em termos de "construção". o material é muito confortável, absorvem muitíssimo bem e de forma discreta. A retenção do líquido no seu interior também é boa. Os pontos negativos são as saquetas individuais que guardam cada disco, por favor, não há qualquer necessidade disso! Trata-se de um produto menos ecológico, pois produz mais desperdícios. Custa cerca de 5 euros e só os encontrei nas farmácias.
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