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4 de setembro de 2017

Cada um no seu reino


Este fim-de-semana dedicámo-nos à tarefa, já muito adiada, de separar os miúdos, ou seja, cada um no seu quarto. Por mim continuava a ignorar o facto de a nossa mais velha já estar na altura de querer o seu espaço sem que o irmão esteja sempre a meter o bedelho, mas a verdade é que a ideia da "separação" veio animar a malta pequena cá de casa. Eles até se dão bem, conversam IMENSO quando se deitam, mas a perspetiva de cada um ser dono do seu pedaço foi deveras aliciante.

Pusemos então mãos à obra!

Desde que nos mudámos para esta casa nova deixámos um dos quartos vazios (a suite) e era lá a chamada "Terra de Ninguém" onde recebíamos os nossos amigos e familiares, onde tratamos das roupas, onde temos o computador e tralhas afins. O primeiro passo foi então reorganizar toda a tralha e mudar o nosso quarto para "a suite". Passada a primeira prova, pudemos então mudar as coisas do Vasco para o nosso antigo quarto e reorganizar todos os móveis e brinquedos de cada um e fazer as "partilhas" dos brinquedos em comum. Felizmente todo o processo foi ordeiro e sem dramas e o resultado foi do agrado de todos.
Eu ainda pensei que eles fossem ficar nostálgicos, chorosos, que acordassem de noite com saudades, mas correu tudo bem, está tudo super excitado com a novidade e agora é tempo de dar vida a estes espaços tão amplos e estas paredes tão despidas. Em breve faremos uma ou outra remodelação (ao cadeirão da Leonor por exemplo) e acrescentaremos secretárias para cada um.
Mais uma etapa virada!

9 de setembro de 2016

Sugestão de fim-de-semana


Oláaa

saiu o meu novo post no Eu, mãe e acho que se vão sentir super motivados e cheios de força para destralhar o quarto das crianças este fim-de-semana!! Bem sei que é uma tarefa árdua em vários sentidos, mas nada temam porque o resultado vai compensar ;)

Força aí!!

Já sabem que este blog tem página no Facebook? Se não sabem, toca a ir espreitar.
https://www.facebook.com/redondaquadrada/

21 de janeiro de 2016

o quarto deles e novamente o assunto Beliche...


Ainda há dias falava sobre o beliche do quarto deles e passados dois dias deu-nos a paradinha e desmontámos as camas. Pela quarta vez em pouco mais de um ano, mudámos novamente a disposição do quarto dos miúdos.

A verdade é que ao longo deste ano, nenhuma das configurações do quarto me satisfez plenamente. O quarto é retangular e é versátil, no entanto, todas as versões que já tivemos, fiquei sempre com a sensação de que estava tudo demasiado encostado às paredes. Embora o quarto reservasse sempre muito espaço de brincadeira, a verdade é que eles pouco brincam lá pois preferem correr pela casa toda ou então brincar na sala perto de nós. Na maior parte do tempo, o quarto está vazio, literalmente vazio.

Quando nos mudámos, não cheguei a fotografar o aspecto do quarto, mas a cama dela estava encostada à parede pelo lado mais comprido e na cabeceira estava o berço. Estavam cabeça com cabeça em camas diferentes. Não descansei enquanto não trouxe a cama igual à da Leonor, e também as coloquei cabeça com cabeça, encostadas à parede pelo lado mais comprido. O berço saiu do quarto. Em frente às camas estava uma cómoda e uns módulos, ambos brancos do Ikea. Pousámo-los na altura das mudanças e assim ficaram na mesma posição durante um ano.


Depois veio a fase do beliche, nesta altura achei que tínhamos um bom compromisso, os miúdos adoraram a cama, mas eu "perdi" dois grandes gavetões de arrumação. O bercinho regressou ao quarto para funcionar como sofá, onde lemos muitas histórias antes de dormir. Entretanto há poucas semanas o berço foi para Lisboa porque a família vai crescer novamente (yey!!!!) e o quarto ficou mesmo muito vazio em metade do quarto e com a mobília toda "encostada" na outra metade. Não estava a ficar bem, o quarto estava demasiado desequilibrado e a solução foi testar uma versão que há muito tempo já nos sugeriam: ter as camas lado a lado.


E assim, foi. No início desta semana quando chegámos a casa depois da escola, comunicámos que íamos desmontar o beliche e que eles íam ter um quarto "novo". Nestas alturas de mudanças, eles ficam sempre muito excitados e com imensa expectativa do que vai sair dali. Pusemos então as camas lado a lado, com um dos módulos ikea no meio com a maioria dos livros e puzzles, mais alguns adereços decorativos e o globo luminoso que continua a ser a lâmpada de cabeceira perfeita. A cómoda foi para o antigo sítio onde estavam as cabeceiras do beliche e o restante módulo expedit do ikea manteve-se inalterado na sua posição.

Após estar tudo organizado, as crianças gostaram imenso, sentaram-se entre as camas e divertiram-se a retirar e organizar a "biblioteca" como eles chamam. Ao contrário do beliche, há agora uma (ainda) maior cumplicidade na hora de deitar, eles vêem-se de frente e estão muito próximos o que dá liberdade a muuuuita conversa.  O Vasco gosta sempre de confirmar com a irmã de que ela o vê!

Na minha opinião, agora sim, o quarto está OK, a mobília está realmente distribuída e já não resta nada daquela impressão de que chegámos ali e despejámos as coisas encostadas às paredes. Embora o quarto tivesse ficado sem uma grande área de brincadeira, a verdade é que agora, as camas têm uma importância que antes não tinham. Agora eles brincam muito em cima das camas e por incrível que possa parecer, brincam muito mais no quarto do que em qualquer outra divisão da casa!

Agora sim!

Pelo menos até ver... :DDD

10 de janeiro de 2016

sobre ter um beliche


Já há muuuuito tempo que ando para falar um bocadinho da nossa experiência com o beliche, agora é que é! Por vezes tenho amigas que me perguntam onde o comprei, se estou contente, se acho prático, se não tenho medo que um deles caia lá de cima...


A verdade é que tanto as crianças como nós, continuamos a gostar deste modelo empilhado para dormir :) O quarto fica mais espaçoso, há lugar para mais brincadeira e sobretudo o imaginário deles é ainda mais estimulado, porque um beliche é também um castelo, uma toca, uma nuvem, uma série de coisas!


Em termos práticos do dia-a-dia confesso que me cansa. Fazer as camas de lavado é uma seca, demora-se uma vida a fazer esta tarefa, é cansativo e nada prático. Para facilitar opto por comprar lençóis com elásticos, embora sejam chatos de passar a ferro, são bem mais rápidos a esticar no colchão que é o que se pretende. Neste mesmo sentido, uma capa-edredão facilita igualmente a rotina de fazer a cama!
Embora as camas já tenham quase 30 anos, só montámos o beliche há cerca de um ano, mas posso dizer que na altura de escolhermos um beliche novo devemos ter em atenção alguns detalhes.
Sempre que possam, adquiram um beliche que possa ser convertido em camas separadas, nada é para definitivo, sobretudo os quartos das crianças.
Na nossa família há dois beliches, este nosso, e outro na casa dos avós do Minho. Por serem de alturas muito diferentes posso desde já assegurar-vos que vale a pena investir num beliche baixo, o nosso tem 1.55m de altura total e é possível fazer a cama sem subir literalmente para a cama de cima. Ter um colchão estreito (< 90cm) é também um bónus nesse sentido, porque se quem fizer a cama tiver braços curtos (o meu caso) é significativamente mais fácil. O reverso da medalha do beliche baixo é que a pessoa que dorme na cama inferior baterá mais vezes com a cabeça no estrado da cama de cima, mas é uma questão de hábito. Quem faz a cama de baixo também tem que se habituar a não se levantar de repente senão, vai bater na cama de cima. São muito desconfortáveis as cabeçadas que já dei, mas continuo a preferir o beliche baixo :D



Um pormenor que só recentemente me apercebi foi a largura do degrau da escada. O nosso tem cerca de 6cm, o outro beliche tem a secção quadrada de apenas 3cm (ou menos). Numa criança este pormenor pode ser indiferente mas num adulto, sobretudo se for pesado, um degrau muito estreito pode tornar-se muito desconfortável de subir, chegando a magoar quando é pisado na altura de fazer a cama superior! Portanto degraus em tubo, a sério, esqueçam!!


A trave de segurança da cama de cima percorre todo o comprimento da cama e está bastante mais alta em relação ao nível do colchão, pelo que é uma barreira que impede qualquer deslize durante o sono.


O único ponto contra é o medo que eu sinto que um deles se distraia e caia da cama superior. É certo que não é uma grande altura e que qualquer peça de mobiliário pode tornar-se perigosa se for mal utilizada, mas é algo que recorrentemente me ocorre, sobretudo agora, que o mais novo já se atreve a subir as escadas sozinho mas ainda não as desce...

12 de abril de 2015

O beliche - finalmente!

Hoje, quando fui à reciclagem ocorreu-me se realmente as camas não se conseguiriam sobrepor. Cheguei a casa e propus que fizéssemos um teste para ver se não daria para forçar a zona empenada e empilhar as camas. E assim foi, ele ajustou os encaixes às furações, forçámos as cabeceiras e não é que as camas sempre se montaram!!! As crianças quando viram ficaram OHHHHHH e já não saíram do quarto enquanto não as deixássemos subir. 


No momento em que tirei estas fotografias ainda faltavam encaixar a trave-barreira da cama de cima e a escada, mas nada disso impediu que eles subissem e descessem do beliche em menos de nada. Estavam eufóricos, meteram-se dentro dos lençóis, vestiram os pijamas e só perguntavam quando é que jantávamos para depois irem para a caminha...


Tal como já disse há uns tempos, estas camas são da Olaio, foram compradas em 1990 e foram usadas por mim e pela minha irmã até há uns três anos atrás sempre que íamos a casa dos meus pais. Sempre existiu a possibilidade das camas serem montadas em beliche, porém, o kit nunca foi comprado porque nunca foi necessário, mas feliz ou infelizmente eu fiz questão de meter essa ideia na cabeça e não descansei enquanto não vi isto feito. Calhou o marido da minha irmã e a irmã dele terem camas iguais a estas com o tal kit, mas algumas diferenças incompatibilizaram a montagem. Embora não conseguíssemos fazer o beliche, pudemos falar com o nosso carpinteiro de confiança e ele fez este milagre de construir todas as peças fazendo meia dúzia de rabiscos e apontamentos. Confesso que no dia em que o recebemos em nossa casa para lhe explicarmos o que queríamos fazer, que me pareceu que ele não percebeu nada de nada, mas passadas algumas semanas, fomos buscar todas as peças e as mesmas serviram na perfeição na cama da Leonor - quem sabe, sabe, já diz o ditado.


O quarto ganhou toda uma nova dinâmica, tem duas zonas distintas, uma de dormir e organizar mais exígua, e outra para brincar e ler mais ampla. Fica prometido que depois fotografo o conjunto que agora vai mais ao encontro daquilo que eu considero que fica bem nesta fase da infância deles.


Em termos práticos também ainda não posso avaliar se o beliche é prático ou não, refiro-me à manutenção da roupa de cama e das "urgências" noturnas, mas tudo tem o seu tempo de adaptação. Este é um beliche baixo, tem uma altura de 1.50m o que faz com que a cama de baixo tenha pouco espaço para eles se sentarem, quanto mais porem-se de pé, mas o objetivo de uma cama é ter o seu utilizador na horizontal, portanto terão/teremos de ter cuidado com a cabeça, é o que é. Eu que tenho 1.60m consigo com pouca dificuldade chegar aos extremos da cama superior, a qual tem apenas 90cm de largura.


6 de abril de 2015

14/52 de 2015


Esta semana teve o seu ponto alto com a caça ao ovo, mas para não estar a repetir um momento, escolhi outro que também foi muito marcante. Já andava há algum tempo a pensar no que fazer à parede junto das camas deles e por um feliz acaso encontrei umas setas de vinil muito fininhas mesmo a pedir que as colasse nessa parede. Os miúdos deliraram imenso com isto, a embalagem trazia duas folhas com 20 setas cada uma e deixámo-los aplicá-las a seu belo prazer (com uma orientação mínima). O efeito pareceu-me muito bem e quase todos os dias há novas histórias à volta das setas, que são da Merida, que são do dia dos namorados, que são de guerreiros, que podíamos fazer letras com as setas e por aí fora.



inspirado na Jodi

3 de março de 2015

o quarto deles


Ao contrário do quarto "antigo", onde sempre gostei de todas as disposições que teve e que não foram tão poucas quanto isso, este novo quarto ainda não me convenceu quanto à sua organização. Eles naturalmente que andam felizes da vida, não fôssem eles crianças e adaptarem-se a tudo; eu por outro lado, olho em volta e acho que a coisa ainda não assentou. Há umas semanas trouxemos a cama gémea que a Leonor já utilizava, a ideia seria montar o beliche mas para além das paredes do quarto não se prestarem muito a isso, reparámos que a cabeceira da cama "nova" está bastante empenada, facto que se nota perfeitamente na fotografia e por esse motivo será muito difícil sobrepor as camas. Será difícil, mas ainda não experimentámos!
Dada a conjuntura, acabámos por colocar as camas com as cabeceiras encostadas e o convívio dos manos tem sido muito divertido. Se antes já conversavam muito antes de adormecer, agora é por demais, é um festival e por vezes são altas horas e ainda os ouvimos a rir... e de manhã é encontrar a criança mais nova enfiada na cama da criança mais velha.
Eu dou por mim a olhar para estas paredes, tenho saudades do azul piscina do outro quarto e gostava de dar uma volta a este texto. Acho que a cor ideal para este quarto é o amarelo, mas ainda estamos em negociações; uns autocolantes também não me calhavam mal e às tantas até seria mais prático, no entanto, corro sempre o risco dos mesmos serem arrancados e mudados de lugar com demasiada frequência o que seria um fiasco.
A parede oposta a estas camas, está tão "aborrecida" que nem merece fotografia, pelo menos para já. Mas com o tempo, a gente chega lá!


28 de julho de 2014

Nova etapa - parte II


Há já algum tempo que queríamos tirar as grades do berço, mas achávamos que ainda era cedo, que devíamos aguardar mais uns meses. O facto dele já estar pesadíssimo fez-nos avançar e chegou o dia!
Curiosamente passaram precisamente 3 anos e uns dias desde que retirámos as grades da cama quando a Leonor lá dormia, e o mais giro é ver que as reações dos dois não foram muito diferentes. A diferença maior é que o Vasco tem uma mana mais velha, mais sabichona e que o puxa para a marotice porque sabe que ele vibra imenso. O momento em que ele percebeu mesmo que a cama estava diferente foi quando pusemos o colchão e os lençóis, depois a irmã deitou-se e ele juntou-se a ela. Entraram e saíram da cama várias vezes, brincaram com as ferramentas e nem os móveis escaparam.

A primeira noite foi um pouco difícil, eles estavam muito agitados e o Vasco não soube de todo, lidar com a liberdade. Ao contrário da irmã, que nunca saiu da cama, NUNCA! ele veio ter connosco à sala diversas vezes. Há mais de um ano que eu não tinha dificuldades em que ele adormecesse e eis que tive de montar guarda no quarto para que ele não aparecesse na sala. Ele e Ela!! Foi uma cowboiada e quando adormeceram já era tardíssimo, mas lá ficaram. Acredito que os próximos dias eles acalmam e a rotina regressa, até lá, é ter paciência e repetir "isto vai ao sítio!"


Pés gorduchos*** 


Claro que entalou os dedos no alicate. Faz parte!




Olha só o jeitinho! 



a fazer de conta que dorme.

O lençol, virou a capa da Elsa... :)

Mamã, o Vasco dorme ali e eu aqui!
Pois sim...

A próxima fase será a eliminação do berço e a transformação da cama dela em beliche, esperemos que seja ainda este ano!

4 de fevereiro de 2014

afinal é uma cozinha, mas podia ser o quarto deles!


é que era mesmo assim!

original daqui.

já agora, já viram as novas cozinhas IKEA? Eu continuo a achar que os módulos de cozinha seriam perfeitos para o quarto deles :))

27 de janeiro de 2014

(re)pensar o quarto deles

Tenho andado a pensar no quarto deles. Se tudo correr bem, até setembro teremos o beliche pronto a usar e ficaremos com uma parede inteira para reorganizar. O quarto deles não é grande e para ajudar ao desafio temos um dos lados totalmente envidraçado, o que inviabiliza qualquer opção nesse mesmo lado - só tem o blackout, não pode ter nada junto ao vidro. Sendo assim, tenho procurado opções que aumentem a arrumação (eles têm um guarda-fatos minúsculo) e que contemplem ainda uma zona de trabalho porque a escola primária está à espreita.


Esta é uma das opções mais consensuais, reservar a maior parte da parede para arrumação variada (roupas e objetos) e uma secção de trabalho. Aqui a chegamos a uma encruzilhada, ficamos na dúvida se devemos ter uma secretária single ou dupla... Pela lógica, ambas as crianças têm direito a uma mesa e o mais certo é quando a Leonor está a "escrever" o Vasco quer logo fazer igual, isto é o nosso dia-a-dia.

Num futuro mais ou menos próximo (daqui a cerca de um ano e meio) não sei se a realidade deles se manterá visto que nessa altura a mais velha terá obrigatoriamente que ter sossego, daí uma mesa single será a melhor opção...


Ter a zona de trabalho mesmo ao lado do beliche é uma excelente opção e é fácil de conjugar no nosso caso. Aproveita-se um pequeno canto, dá privacidade e não dá grandes hipóteses do irmão mais novo aborrecer a mana durante o tempo dela.


A integração de mobiliário de época ganha cada vez mais pontos na minha lista de "prós", são móveis robustos, com personalidade, na sua maioria têm um design muito simples ficando sempre perfeitos em qualquer casa e com os objetos pessoais da criança.

***


Ela estava sentada e eu estava a mostrar-lhe uma coisa, pois não passaram nem dois minutos, veio o mini cromo, quis sentar-se na cadeira com ela e em menos de nada já ninguém o arrancou dali e ela teve que ficar de pé... Não se aguenta!

***
imagens recolhidas no pinterest, disponíveis na minha conta

6 de abril de 2013

em breve lá vamos nós baralhar e tornar a dar

Numa altura em que não temos quase hipóteses de comprar/arrendar uma casa maior, lá vamos nós armar-nos em designers e transformar novamente o quarto... Temos um ano para pôr isto em prática: transformar uma cama single num beliche e criar um armário-secretária de que ocupe uma parede inteira. Aguardemos...

Source: sofia.pulp.se via Sofia on Pinterest








23 de abril de 2012

o quarto deles


Assim ficou o quarto single, que agora é duplo. Duas zonas de dormir, uma zona de lazer, várias zonas de arrumação (embora pequenas). De um modo geral estamos satisfeitos, no entanto será sempre um desafio manter a ordem no caos iminente, visto que não foi possível acomodar todos os (poucos) brinquedos existentes. É bastante provável que ainda surjam uma ou outra prateleira ou mesmo mais um módulo aéreo, mas para já vamos ver como é o desenrolar dos acontecimentos. Passo então a dar uma breve explicação do que se passa :)

o lado dela, a minha cama de solteira, Olaio,  com dois gavetões que ocupam todo o comprimento e largura da cama. guardam colchas, edredons, roupas que ainda não servem às crianças. colcha feita pela minha avó para a cama de solteiro do meu pai durante a década de 1960. cómoda feita à medida de encomenda à largura da cama serve de mesa de cabeceira.

o lado dele, a única coisa nova são os módulos Expedit 2x4 sobre o qual acabámos por colocar um 2x2 com mais objetos que lhes devem ser inacessíveis (produtos de higiéne, termómetros, tesouras, soro,...) a parte destinada às crianças guarda livros e brinquedos, deixámos uma porta à altura deles porque achamos importante que as crianças possam "esconder" coisas. a cómoda e o berço já foram usados pela Leonor e em breve haverá um troca-fraldas sobre a cómoda.





E é isto :)