23 de janeiro de 2016
Bolo de fim-de-semana
Ha pouco tempo comprei uma forma daquelas recortadas. Esta foi a segunda vez que a usei e ao contrário do que imaginei, tenho conseguido desenformar muito bem os bolos e o resultado é bonito.
Para o nosso lanche fiz uma espécie de pão de ló baseado no estilo que a minha mãe usa para fazer bolos. Os miúdos adoraram!
Bolo de Fim-de-semana
5 ovos
1 iogurte natural
1 chávena de açúcar
1 chávena de farinha sem fermento
duas mãos cheias de nozes picadas grosseiramente
calda de chocolate
meia tablete de chocolate Lindt 70%
um pouco de leite
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de gengibre em pó
Bater as claras até ficarem firmes numa taça larga, juntar o açúcar em duas vezes batendo sempre com a batedeira.
Misturar as gemas com o iogurte; Envolver as gemas com as claras, depois a farinha e por fim as nozes. Verter para a forma untada e polvilhada com farinha. 40 min 170º
Calda - derreter o chocolate no leite, adicionar a menteiga. Regar o bolo depois de arrefecer e polvilhar com mais nozes partidas.
Depois do bolo, saímos para correr no parque até anoitecer. Esteve um magnífico dia de inverno.
22 de janeiro de 2016
música para o fim-de-semana
acho que já partilhei esta música há uns anos, ou talvez não...
gosto imenso.
bom fim-de-semana
21 de janeiro de 2016
o quarto deles e novamente o assunto Beliche...
Ainda há dias falava sobre o beliche do quarto deles e passados dois dias deu-nos a paradinha e desmontámos as camas. Pela quarta vez em pouco mais de um ano, mudámos novamente a disposição do quarto dos miúdos.
A verdade é que ao longo deste ano, nenhuma das configurações do quarto me satisfez plenamente. O quarto é retangular e é versátil, no entanto, todas as versões que já tivemos, fiquei sempre com a sensação de que estava tudo demasiado encostado às paredes. Embora o quarto reservasse sempre muito espaço de brincadeira, a verdade é que eles pouco brincam lá pois preferem correr pela casa toda ou então brincar na sala perto de nós. Na maior parte do tempo, o quarto está vazio, literalmente vazio.
Quando nos mudámos, não cheguei a fotografar o aspecto do quarto, mas a cama dela estava encostada à parede pelo lado mais comprido e na cabeceira estava o berço. Estavam cabeça com cabeça em camas diferentes. Não descansei enquanto não trouxe a cama igual à da Leonor, e também as coloquei cabeça com cabeça, encostadas à parede pelo lado mais comprido. O berço saiu do quarto. Em frente às camas estava uma cómoda e uns módulos, ambos brancos do Ikea. Pousámo-los na altura das mudanças e assim ficaram na mesma posição durante um ano.
Depois veio a fase do beliche, nesta altura achei que tínhamos um bom compromisso, os miúdos adoraram a cama, mas eu "perdi" dois grandes gavetões de arrumação. O bercinho regressou ao quarto para funcionar como sofá, onde lemos muitas histórias antes de dormir. Entretanto há poucas semanas o berço foi para Lisboa porque a família vai crescer novamente (yey!!!!) e o quarto ficou mesmo muito vazio em metade do quarto e com a mobília toda "encostada" na outra metade. Não estava a ficar bem, o quarto estava demasiado desequilibrado e a solução foi testar uma versão que há muito tempo já nos sugeriam: ter as camas lado a lado.
E assim, foi. No início desta semana quando chegámos a casa depois da escola, comunicámos que íamos desmontar o beliche e que eles íam ter um quarto "novo". Nestas alturas de mudanças, eles ficam sempre muito excitados e com imensa expectativa do que vai sair dali. Pusemos então as camas lado a lado, com um dos módulos ikea no meio com a maioria dos livros e puzzles, mais alguns adereços decorativos e o globo luminoso que continua a ser a lâmpada de cabeceira perfeita. A cómoda foi para o antigo sítio onde estavam as cabeceiras do beliche e o restante módulo expedit do ikea manteve-se inalterado na sua posição.
Após estar tudo organizado, as crianças gostaram imenso, sentaram-se entre as camas e divertiram-se a retirar e organizar a "biblioteca" como eles chamam. Ao contrário do beliche, há agora uma (ainda) maior cumplicidade na hora de deitar, eles vêem-se de frente e estão muito próximos o que dá liberdade a muuuuita conversa. O Vasco gosta sempre de confirmar com a irmã de que ela o vê!
Na minha opinião, agora sim, o quarto está OK, a mobília está realmente distribuída e já não resta nada daquela impressão de que chegámos ali e despejámos as coisas encostadas às paredes. Embora o quarto tivesse ficado sem uma grande área de brincadeira, a verdade é que agora, as camas têm uma importância que antes não tinham. Agora eles brincam muito em cima das camas e por incrível que possa parecer, brincam muito mais no quarto do que em qualquer outra divisão da casa!
Agora sim!
Pelo menos até ver... :DDD
11 de janeiro de 2016
da adolescência para a idade adulta
Mais um marco da minha adolescência que se foi. Não é que ouvisse David Bowie todos os dias, nem todos os meses, provavelmente até estive longos períodos sem o ouvir, contudo é sempre uma referência; aquela referência. Ouvir a sua música é também lembrar-me da altura em que li o livro Os Filhos da Droga, uma leitura que deveria ser obrigatória por também ela ser um marco na vida de muitos adolescentes.
Da nostalgia que me deu hoje...
10 de janeiro de 2016
sobre ter um beliche
Já há muuuuito tempo que ando para falar um bocadinho da nossa experiência com o beliche, agora é que é! Por vezes tenho amigas que me perguntam onde o comprei, se estou contente, se acho prático, se não tenho medo que um deles caia lá de cima...
A verdade é que tanto as crianças como nós, continuamos a gostar deste modelo empilhado para dormir :) O quarto fica mais espaçoso, há lugar para mais brincadeira e sobretudo o imaginário deles é ainda mais estimulado, porque um beliche é também um castelo, uma toca, uma nuvem, uma série de coisas!
Embora as camas já tenham quase 30 anos, só montámos o beliche há cerca de um ano, mas posso dizer que na altura de escolhermos um beliche novo devemos ter em atenção alguns detalhes.
Sempre que possam, adquiram um beliche que possa ser convertido em camas separadas, nada é para definitivo, sobretudo os quartos das crianças.
Na nossa família há dois beliches, este nosso, e outro na casa dos avós do Minho. Por serem de alturas muito diferentes posso desde já assegurar-vos que vale a pena investir num beliche baixo, o nosso tem 1.55m de altura total e é possível fazer a cama sem subir literalmente para a cama de cima. Ter um colchão estreito (< 90cm) é também um bónus nesse sentido, porque se quem fizer a cama tiver braços curtos (o meu caso) é significativamente mais fácil. O reverso da medalha do beliche baixo é que a pessoa que dorme na cama inferior baterá mais vezes com a cabeça no estrado da cama de cima, mas é uma questão de hábito. Quem faz a cama de baixo também tem que se habituar a não se levantar de repente senão, vai bater na cama de cima. São muito desconfortáveis as cabeçadas que já dei, mas continuo a preferir o beliche baixo :D

Um pormenor que só recentemente me apercebi foi a largura do degrau da escada. O nosso tem cerca de 6cm, o outro beliche tem a secção quadrada de apenas 3cm (ou menos). Numa criança este pormenor pode ser indiferente mas num adulto, sobretudo se for pesado, um degrau muito estreito pode tornar-se muito desconfortável de subir, chegando a magoar quando é pisado na altura de fazer a cama superior! Portanto degraus em tubo, a sério, esqueçam!!
A trave de segurança da cama de cima percorre todo o comprimento da cama e está bastante mais alta em relação ao nível do colchão, pelo que é uma barreira que impede qualquer deslize durante o sono.
O único ponto contra é o medo que eu sinto que um deles se distraia e caia da cama superior. É certo que não é uma grande altura e que qualquer peça de mobiliário pode tornar-se perigosa se for mal utilizada, mas é algo que recorrentemente me ocorre, sobretudo agora, que o mais novo já se atreve a subir as escadas sozinho mas ainda não as desce...
4 de janeiro de 2016
novo ano
Passámos o ano no Minho, com muita chuva, demasiada até para o meu gosto, ainda assim, conseguimos alguns momentos de tréguas para correr perto de casa e até na praia.
O ano passado foi aquele em que menos escrevi, o que menos fotografei. A escola nova e o trabalho não me deram muita vontade de me dedicar ao blog, tentarei contornar essa minha tendência mas a verdade é que na maior parte das vezes nem tenho nada a dizer, nem para mostrar...
Um bom ano para todos.
25 de dezembro de 2015
O nosso Natal foi muito booom!
E puff!! passou o Natal!
Este ano, e pela primeira vez, convenci os meus pais de que poderia ser uma boa ideia fazermos o natal cá em casa. Após algumas negociações e debates, a minha proposta saiu vencedora, viemos todos para cá e a mana, cunhado e sobrinhos também cá dormiram e foi uma algazarra. Foi tão grande e boa a festa que as fotografias são poucas e de qualidade duvidosa, estive mais concentrada no jantar e na brincadeira deles do que propriamente a tirar fotografias e perder tudo o resto...
Fizemos algumas modificações na sala, trouxemos a mesa de reuniões do escritório e fizemos uma mega mesa quadrada onde sentámos 13 pessoas. Decorei apenas com frutas e velas, adoro tangerinas e foi com elas que fiz dois mini-centros de mesa muito simples mas eficazes. Comemos o bacalhau com couves da praxe, as crianças vibraram, os adultos aprovaram e toda a gente conviveu alegremente que foi o que se quis.
Pela primeira vez também, já em muitos anos, abrimos os presentes das crianças à noite. Estavam os pequenos a jogar ao clássico Jogo da Glória quando de repente as luzes da varanda acenderam misteriosamente. Fomos espreitar e estavam dois presentes à vista, foi o que bastou para que os miúdos enlouquecessem e saíssem disparados aos gritos para a varanda onde o Pai Natal deixou uma pequena montanha de embrulhos. E o Natal vale mesmo por isto, por estes breves minutos de loucura, de inocência e de excitação por desembrulharem aquele brinquedo que queriam tanto.
Depois de brincarem e verem tudo, foram despachados para a cama. Dormiram os 4 no mesmo quarto numa loucura que já esperavam há semanas, passado um grande bocado, fui lá espreitar e dormiam ferrados, esgotados. Tão bom**
Na manhã seguinte e após uma lentidão imensa ao pequeno almoço, conseguimos largá-los no parque para correrem, correrem, gritar e libertar toda a energia que estava acumulada. Depois as festas prosseguiram na casa dos avós para o almoço de natal que cá em casa é com perú e outras lambarices que tais. Foi sem dúvida um natal memorável, venham os próximos!
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16 de dezembro de 2015
músicas para a nossa semana
A nossa semana está a oscilar entre o caos e o drama, pelo meio temos momentos natalícios.
(o vasco gosta muito desta versão que o papá lhe mostrou, muito enérgica vá)
(Vasco ensaia para a festa de natal em plenos pulmões a toda a hora)
(Leonor anda com a cabeça na lua e só pensa em ensaios, velas e anjinhos e quebra nozes)
Nós havemos de sobreviver a mais uma época natalícia frenética!
(o vasco gosta muito desta versão que o papá lhe mostrou, muito enérgica vá)
(Vasco ensaia para a festa de natal em plenos pulmões a toda a hora)
(Leonor anda com a cabeça na lua e só pensa em ensaios, velas e anjinhos e quebra nozes)
Nós havemos de sobreviver a mais uma época natalícia frenética!
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15 de dezembro de 2015
No penso callar
Vi este filme ontem e acho que é nas pequenas coisas que devemos refletir sobre a liberdade de expressão.
Quando um manual escolar diz que o céu é azul e que a criança o deve pintar daquela cor, está a condicionar a sua imaginação, a sua liberdade de expressão. Isto é coisa para me chatear.
Curiosamente, numa das primeiras reuniões com a professora, foi-nos mostrado um desenho da Leonor que representava um gato laranja mas que tinha o rabo verde. A professora pegou justamente naquele desenho por o ter achado "o máximo" e nós, que estamos habituados àquele registo ao estilo "Alice no País das Maravilhas", não podíamos ter ficado mais contentes com aquela observação.
Da parte que nos toca, pedimos sempre que deixem as crianças pintar como elas quiserem, sem barreiras, é uma questão de princípio, já bem basta todas as outras condicionantes da vida... É também importante incutir na criança, a ideia de que ela pode e deve fazer valer as suas opiniões, que tem esse direito e que, com uma argumentação inteligente (e sempre educada) consegue passar o seu ponto de vista a quem insiste no contrário.
Para saber mais sobre o filme, sigam o link.
13 de dezembro de 2015
Frases Mistério
Estamos no final do primeiro período e parece-me tempo de refletir sobre o como foram estes primeiros meses de escola primária, ou básica como agora se diz e que não há maneira de me habituar. Ela já fez as fichas de avaliação mas não sabemos no que resultaram. Pelo que às vezes vejo na hora dos TPCs tenho para mim que vai deixar tudo ou quase tudo por fazer. A minha filha vai receber uma medalha por ser a criança mais dispersa de Portugal. Eu que achava que se calhar ela ía cair na real passado um mês, a verdade é que continua super distraída e sem a noção de que isto agora é p'ra valer. Ao fazermos os trabalhos de casa, que continuam a ser ao fim-de-semana, vejo que ela sabe ler dentro das palavras que já aprendeu; também já soma e subtrai sobretudo utilizando as mãos e objectos pequenos, mas se eu não estou a ali de pedra e cal basta um segundo e a coisa já descarrilou.
Hoje estávamos a terminar o jantar, aliás até estávamos a comer castanhas assadas, quando de repente me levantei, fui buscar o caderno de rascunho dela e escrevi a seguinte frase:
Dei-lhe para ler e disse que era uma frase mistério. Ela pegou no caderno intrigada e começou a ler uma palavra depois da outra sem ajudas, quando chegou à última não achou que estava a ler bem e quando confirmou connosco fartou-se de rir e foi a primeira vez que ela achou que ler era mesmo uma coisa espetacular. Depois dessa frase seguiram-se várias outras "frases mistério" todas dentro desse género sobretudo ligadas a nós e ao que costumamos fazer, ela adorou e até escreveu umas coisas da sua autoria. Foi um momento muito giro em que a vimos tão empolgada na leitura e na escrita que nos deixou um pouco mais tranquilos.
Isto de ter filhos na escola e tudo o que o processo envolve não é nada fácil. Acho que por ser o primeiro filho a passar por isso ainda torna a coisa mais intensa, queremos fazer muito por eles, interceder, saber tudo ao pormenor e quando vemos que as coisas não correm como o (nosso) esperado a frustração pode ser grande e nisto falo por mim que já estava descrente em todo o processo. Ainda que os resultados das avaliações possam vir fracos, a verdade é que na prática a coisa está a compor-se, felizmente!!
(e como é por aí?)
Hoje estávamos a terminar o jantar, aliás até estávamos a comer castanhas assadas, quando de repente me levantei, fui buscar o caderno de rascunho dela e escrevi a seguinte frase:
"A Leonor é uma pateta."
Dei-lhe para ler e disse que era uma frase mistério. Ela pegou no caderno intrigada e começou a ler uma palavra depois da outra sem ajudas, quando chegou à última não achou que estava a ler bem e quando confirmou connosco fartou-se de rir e foi a primeira vez que ela achou que ler era mesmo uma coisa espetacular. Depois dessa frase seguiram-se várias outras "frases mistério" todas dentro desse género sobretudo ligadas a nós e ao que costumamos fazer, ela adorou e até escreveu umas coisas da sua autoria. Foi um momento muito giro em que a vimos tão empolgada na leitura e na escrita que nos deixou um pouco mais tranquilos.
Isto de ter filhos na escola e tudo o que o processo envolve não é nada fácil. Acho que por ser o primeiro filho a passar por isso ainda torna a coisa mais intensa, queremos fazer muito por eles, interceder, saber tudo ao pormenor e quando vemos que as coisas não correm como o (nosso) esperado a frustração pode ser grande e nisto falo por mim que já estava descrente em todo o processo. Ainda que os resultados das avaliações possam vir fracos, a verdade é que na prática a coisa está a compor-se, felizmente!!
(e como é por aí?)
10 de dezembro de 2015
Encontro Imediato com o Pai Natal Sósia
No feriado ficámos por cá e ao fim da tarde, depois de muuuuuitas fichas fomos dar uma volta. À medida que os anos vão passando vou ficando cada vez mais mole face aos meus princípios super rigorosos sobre os presentes de natal, o que eu gosto e o que os faz mesmo feliz. Antes de termos filhos temos sempre muitas certezas sobre como vamos educar as nossas crianças, sabemos também muito sobre os filhos dos outros, mas quando sentimos as coisas na pele começamos a pensar duas ou três vezes sobre o mesmo assunto. Se antes eu achava abominável toda esta treta de acreditar no Pai Natal, que não devíamos incentivar esta história e tudo isso, agora já penso exactamente o contrário.
A Mãe é uma criatura que engole muito sapo.
À medida que eles crescem começam a pedir coisas mais concretas para o Natal, dizemos e reforçamos que só podem pedir mesmo UM presente, aquele mais especial e que é aquele que o Pai Natal irá trazer. Nesta fase não me importo mesmo de alimentar esta fantasia e de lhes tentar proporcionar exactamente o brinquedo que tanto desejam, não me importo porque sei que isto é coisa para durar muito pouco e eles crescem tão depressa que sinceramente me estou a borrifar se lhes vou dar uma traquitana plástica Made in China, porque na verdade, era mesmo isto que eu também queria quando tinha 6 anos. Se a minha filha é feliz a trocar os vestidos das bonecas 1500 vezes, então que receba mais um vestido para trocar às bonecas, porque hei-de eu negar uma coisa tão simples e inofensiva? Acho que não vale mesmo a pena, sobretudo porque só recebem presentes duas vezes por ano.
Na nossa voltinha passámos pelo staminé do sósia do Pai Natal. Desafiámo-los a ir ter com o senhor, que era ele quem transmitia os recados dos meninos de Aveiro e que seria a ele que lhes deviam contar o que realmente gostavam de ter. Passámos a primeira vez, eles observaram mas o medo das barbas e luvas e barrete foi grande e seguimos em frente. Fomos lanchar ao coreto mais fofinho da cidade e já estávamos quase a vir embora, já era noite, quando a Leonor perguntou se não voltávamos à tenda do Pai Natal. Claro que dissemos que não (!) que já era tarde e tudo e tudo, mas foi só para ela insistir :) Disse que não tinha medo que tinha de lhe falar sobre o tal presente que ela mais quer e assim foi. Voltámos à tenda, ela enchei-se de coragem, sentou-se no perto do Pai Natal Sósia e fez o pedido dizendo que queria "mesmo muito".
O que tem de ser tem muita força. Recebeu um chocolatinho e ficou super contente por ter superado este desafio. O irmão não foi nisso, ficou escondido atrás de mim, mas no fim, deu uma corrida rápida só para receber um chocolatinho que o Sósia insistiu em dar, mas nada de conversas ou trocas de olhares que o senhor tinha luvas, que horror!
Agora olha, está o pedido feito... tenho de me conformar :D
5 de dezembro de 2015
O primeiro cinema dele
(Temos tido dias muuuuuito corridos e até têm acontecido coisas giras, mas não há condições...)
Ainda assim, acho que vale a pena registar aqui a primeira vez que fomos com os dois ao cinema.
Já por causa das coisas comprámos os bilhetes na véspera, tal como as pessoas super organizadas. Infelizmente estávamos descansados em casa a lanchar e a molengar quando eu achei que seria boa ideia confirmar a hora do cinema e a hora era mesmo AQUELA e nós em casa!!!
À nossa boa maneira, e que já tenho relatado aqui um ou outro acontecimento deste género, saímos de casa a correr com torradas pela mão e leites bebidos de uma virada. Chegámos perto do cinema e mega fila de trânsito pra o supermercado, um clássico... Nesta altura já estávamos atrasados 10 minutos, ou seja, o filme estava a começar depois da publicidade habitual. No parque de estacionamento saímos os três do carro e só tive tempo de lembrar ao pai a letra da nossa fila e fomos depressa para o cinema. Ao chegar ao cinema ninguém à porta para fazer o check in, entrámos sem picar o bilhete, milagre! Já estava tudo escuro e o mais novo foi pelo meio tentando não cair pelos degraus da sala. Sentámo-nos e já estava a dar o filme, mas passados breves instantes acabou (!!!) e só aí me apercebi que era uma curta-metragem que antecedia o "nosso" filme - SORTE!
Entretanto o pai chegou, também sem fazer check in e tudo prosseguiu dentro da normalidade.
Foi então assim a primeira vez que o nosso mais novo foi ao cinema. Fomos ver A Viagem de Arlo e acho que acertámos em cheio, ele no alto dos seus 3 anos e quase meio adorou cada momento. Primeiro ficou durante um tempo de boca aberta a contemplar a televisão gigante que tinha à sua frente, eu fiquei ao lado dele e fui reforçando alguns momentos do filme com pequenas explicações de modo a que ele ficasse mais contextualizado. Ele vibrou imenso ao longo do filme, imitava os dinossauros com rugidos, dizia ao Arlo para fugir, uma fofice. No intervalo apercebeu-se da quantidade de gente que estava na sala, muitas crianças, estava cheia! Claro que comemos umas pipocas e eu adorei quando ele tratou me de fornecer a minha parte visto que o balde estava longe de mim, tão querido.
Quando saímos ele ainda estava assim numa espécie de estado de choque com toda aquela experiência e eu acho que vale bem o dinheiro que se gasta só para ver as caras deles :D
(estes dinossauros "Cor de pele" como ele dizia, foram os personagens preferidos dele e que ele imitou em alto e bom som no cinema :DD )
Ainda assim, acho que vale a pena registar aqui a primeira vez que fomos com os dois ao cinema.
Já por causa das coisas comprámos os bilhetes na véspera, tal como as pessoas super organizadas. Infelizmente estávamos descansados em casa a lanchar e a molengar quando eu achei que seria boa ideia confirmar a hora do cinema e a hora era mesmo AQUELA e nós em casa!!!
À nossa boa maneira, e que já tenho relatado aqui um ou outro acontecimento deste género, saímos de casa a correr com torradas pela mão e leites bebidos de uma virada. Chegámos perto do cinema e mega fila de trânsito pra o supermercado, um clássico... Nesta altura já estávamos atrasados 10 minutos, ou seja, o filme estava a começar depois da publicidade habitual. No parque de estacionamento saímos os três do carro e só tive tempo de lembrar ao pai a letra da nossa fila e fomos depressa para o cinema. Ao chegar ao cinema ninguém à porta para fazer o check in, entrámos sem picar o bilhete, milagre! Já estava tudo escuro e o mais novo foi pelo meio tentando não cair pelos degraus da sala. Sentámo-nos e já estava a dar o filme, mas passados breves instantes acabou (!!!) e só aí me apercebi que era uma curta-metragem que antecedia o "nosso" filme - SORTE!
Entretanto o pai chegou, também sem fazer check in e tudo prosseguiu dentro da normalidade.
Foi então assim a primeira vez que o nosso mais novo foi ao cinema. Fomos ver A Viagem de Arlo e acho que acertámos em cheio, ele no alto dos seus 3 anos e quase meio adorou cada momento. Primeiro ficou durante um tempo de boca aberta a contemplar a televisão gigante que tinha à sua frente, eu fiquei ao lado dele e fui reforçando alguns momentos do filme com pequenas explicações de modo a que ele ficasse mais contextualizado. Ele vibrou imenso ao longo do filme, imitava os dinossauros com rugidos, dizia ao Arlo para fugir, uma fofice. No intervalo apercebeu-se da quantidade de gente que estava na sala, muitas crianças, estava cheia! Claro que comemos umas pipocas e eu adorei quando ele tratou me de fornecer a minha parte visto que o balde estava longe de mim, tão querido.
Quando saímos ele ainda estava assim numa espécie de estado de choque com toda aquela experiência e eu acho que vale bem o dinheiro que se gasta só para ver as caras deles :D
(estes dinossauros "Cor de pele" como ele dizia, foram os personagens preferidos dele e que ele imitou em alto e bom som no cinema :DD )
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