2 de março de 2012
22 semanas
Azia. Que horror. Igual à da outra vez, não há refluxo - felizmente - mas sinto um ardor intenso todo o santo dia :S
Comprei amêndoas sem pele (pode ser que aproveite algumas para um bolito...) diz que aliviam o azedume.
De acordo com o folclore corrente, há quem associe este fenómeno ao crescimento do cabelo do feto, a avaliar pela cabeleira com que nasceu a minha mais velha, bem posso preparar o stock de amêndoas...
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Oficinas de atividades infantis - UFP
A Universidade Fernando Pessoa (UFP) está a promover uma série de oficinas infantis que têm para lá de bom ar!
Vão realizar-se entre os dias 2 a 5 de Abril no Porto, vejam mais detalhes neste link http://ufpkids.ufp.pt/
Ai se a minha mais velha já tivesse idade... :)
1 de março de 2012
antes de dormir
estavam eles a jogar à bola na sala, quando ela suspira ao pôr a bola em posição. eu que estava a apreciar o cenário pergunto-lhe:
- estás cansada?
- não, estou feliz!
e continuou a jogar à bola com o pai no meio da sala.
- estás cansada?
- não, estou feliz!
e continuou a jogar à bola com o pai no meio da sala.
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Leonor
Nomear
Escolher um nome para uma pessoa é algo de muita responsabilidade. Quando escolhemos o nome da nossa filha, foi fácil, era um nome do qual gostava desde há muitos anos, antes mesmo de se ter tornado a "moda" que é hoje, o marido também gostava, deu tudo certo. No cenário de ser um rapaz, a nossa opção pendeu para Duarte, um nome ligado à história de Portugal e enraizado na nossa cultura, mas ainda tivemos alguma indecisão... no final chegámos a um consenso e pareceu-nos bem.
Para a escolha de um nome, eu que sou mulher de muitas teorias e historietas, cingi-me a alguns pré-requisitos obrigatórios, eram eles:
- não deveria ser igual a um familiar próximo, queria evitar supostas homenagens
- não deveria remeter a alguém que nos trouxesse memórias desagradáveis do passado
- que fosse um nome com alguma relação histórica-cultural e com caráter positivo
- deveria ser apenas um nome próprio ou uma dupla de nomes sempre utilizado
- que não fosse facilmente associado a um diminutivo
- evitar o "R" pelo meio do nome (Duarte não cumpria, mas pronto...)
- evitar que iniciasse com A, B ou S, T, ..., Z; deveria estar pelo meio do alfabeto (eu que sou Sofia, fui sempre das últimas da turma)
Claro que depois há uma série de nomes que à partida estão logo postos de parte porque simplesmente não nos identificamos com eles porque nos soam mal, ou por uma questão de preferências que felizmente cada um tem a sua...
Desta vez, soubemos logo o nome feminino, mas para rapaz ainda andámos às voltas com algumas opções até que nos ocorreu o nome Vasco. Creio que nos ocorreu o nome um dia em que íamos para casa almoçar e calhou em conversa "olha, e Vasco?", agradou-nos, tem pujança, apesar de ser um nome de origem espanhola, tem ligações à história de Portugal (queríamos evitar qualquer tipo de estrangeirismo!). Tem é dois detalhes... : lá estava a letra "V", seria o último da turma e sendo metade da família nortenha há sempre a tendência para o "Basco", o que me faz lembrar imediatamente o terrorismo e a intransigência (lá estou eu com as dissertações...).
Mas tudo bem, será Vasco, estamos muito contentes com a nossa opção, é um nome que a Leonor diz com facilidade e cuja aceitação está a ser muito boa entre as pessoas que nos rodeiam.
29 de fevereiro de 2012
galeria
Demoro eternidades a escolher uma fotografia para emoldurar, mas nada me dá mais prazer do que admirar a nossa crescente galeria de recordações familiares.
28 de fevereiro de 2012
Vou soltar o rapaz que tenho dentro de mim
Vasco, vai ser sempre a abrir! Cá te esperamos filho macho!
Ensaios
Duas crianças cheias de energia e com a mesma idade. Há cenários mais caóticos, eu sei, mas num breve espaço de tempo pudemos ter uma amostrinha do que aí vem... :D
27 de fevereiro de 2012
Receitas da Mamãe - Mousse de Chocolate
1 tablete de chocolate
1 ovo + 1 colher de açúcar por cada barrinha de chocolate (cerca de 6 a 8 ovos/c. açúcar no final)
1 pacote de 125gr de manteiga SEM SAL (normalmente a minha mãe não gasta o pacote todo)
**Lavar muito bem os ovos antes de os partir, visto que vão ser consumidos crus**
Derreter o chocolate com a manteiga, mexer com a colher de pau e reservar.
À parte bater as claras, quando começarem a ficar formadas adicionar o açúcar faseadamente e bater até ficarem muito firmes.
Adicionar as gemas à mistura de chocolate-manteiga e bater com a batedeira até ficar uniforme.
Incorporar a mistura de chocolate com as claras com uma colher de pau ou rapa-tudo; visto que o chocolate ainda deverá estar morno, fará com que derreta melhor o açúcar, mas também podem usar açúcar de pasteleiro (aquele fininho, chamado também de Icing Sugar). No final ainda dei uns segundos de batedeira na velocidade mais lenta de modo a desfazer os pontos de claras mais resistentes.
Refrigerar durante a noite e servir no dia seguinte. Fácil, fácil!
O resultado é bastante satisfatório e não fosse a quantidade louca de ovos crus, fazia isto já daqui a dias! Nesta receita optei por usar 7 ovos grandes e 7 colheres de açúcar branco, podíam ter sido apenas 6 colheres;) .
26 de fevereiro de 2012
Peteca
Outro dia fiz-me fotografar de peteca na mão, uma vez que suscitou alguma curiosidade, deixo-vos então uma breve explicação daquilo que se trata!
A peteca é uma espécie de volante de badminton em versão tupi guarani que significa "bater", mas simplificada e que permite um jogo de grupo composto no mínimo por duas pessoas. Abre-se a mão, atira-se a peteca ao ar e depois é acertá-la e atirá-la à pessoa mais próxima, e à outra e outra. O objectivo é "Não deixa a Peteca caír!!!!". Uma brincadeira muito divertida e que pode ser praticada em vários sítios por ser facilmente transportada para qualquer lugar (cabe em qualquer pochete que se preze).
Esta trouxe-me o meu irmão directamente da feira Hippie de Ipanema (Rio de Janeiro), um lugar a não perder em qualquer visita à terra-irmã. Aqui em Portugal nunca vi nenhuma, mas certamente que deve haver algures à venda.
A peteca é uma espécie de volante de badminton em versão tupi guarani que significa "bater", mas simplificada e que permite um jogo de grupo composto no mínimo por duas pessoas. Abre-se a mão, atira-se a peteca ao ar e depois é acertá-la e atirá-la à pessoa mais próxima, e à outra e outra. O objectivo é "Não deixa a Peteca caír!!!!". Uma brincadeira muito divertida e que pode ser praticada em vários sítios por ser facilmente transportada para qualquer lugar (cabe em qualquer pochete que se preze).
Esta trouxe-me o meu irmão directamente da feira Hippie de Ipanema (Rio de Janeiro), um lugar a não perder em qualquer visita à terra-irmã. Aqui em Portugal nunca vi nenhuma, mas certamente que deve haver algures à venda.
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25 de fevereiro de 2012
pinturices
Quando há tempo livre, entretemo-nos a fazer umas pinturices. Ultimamente tenho incentivado o uso de tinta aquosa, nomeadamente a Ecoline, que é uma espécie de aguarela, mas no estado líquido e muito concentrado. Usa-se uma quantidade ínfima de tinta, a qual ainda diluo em mais água e depois é aplicar em papel de aguarela que resiste a muita humidade própria da técnica. Ela adora, está mais habituada ao guache, lápis de cor e cera, mas mexer com tanta água, mais uma pipeta e panos é a loucura total, eu que o diga!! Normalmente faço-lhe um desenho prévio com caneta de acetato (resistente à água) e depois ela pinta como bem lhe apetece, e depois pinta papel, toalha, mangas de camisa,...
nota: o pincel que utilizámos não é o correcto, convém usar deste tipo.
24 de fevereiro de 2012
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